sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
Católicos e evangélicos se unem e pedem CPI do aborto
Os líderes cristãos protocolaram esta semana um pedido para abrir uma
Comissão Parlamentar de Inquérido (CPI) sobre o aborto e também para
aprovar o chamado Estatuto do Nascituro.
As propostas vêm com em meio às discussões sobre o novo Código Penal,
que propõem mudanças que incluem o acréscimo de mais opções de aborto
além das existes no Código atual.
Segundo o presidente da bancada evangélica, deputado João Campos
(PSDB-GO), o objetivo da CPI é de apurar o financiamento do aborto no
Brasil, tanto por instituições internacionais, quanto pelo governo da
presidente Dilma Rousseff.
“Além disso, vamos investigar o comércio de produtos abortivos e as clínicas que fazem o aborto”, disse ele, segundo o IG.
O pedido obteve a assinatura de mais de 200 deputados e foi enviado ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A mobilização é também parte de uma ação estratégica dos religiosos
para que as mudanças atualmente analisadas pela comissão especial no
Senado, não atentem contra a família, a vida ou a liberdade de expressão
ou religiosa.
Com relação ao Estatuto do Nascituro, o projeto de 2005 que visa
garantir a proteção integral ao nascituro, voltou à tramitação e vai ser
analisado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.
A proposta foi primeiramente apresentada na legislatura passada pelo então deputado kardecista Luiz Bassuma (PV-BA).
Ela terá que passar ainda pelas comissões de mérito e pela Comissão
de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, antes de ir para o Plenário.
“Para nós e para os católicos, a vida começa na concepção e por isso
vamos lutar juntos por esse direito”, disse o deputado João Campos.
Segundo o deputado, a proposta recebe o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Não é a primeira vez que os católicos se unem aos evangélicos nas questões que envolvem seus princípios cristãos.
Membros das duas vertentes cristãs já se uniram várias vezes para
protestar contra o aborto, casamento gay, legalização da maconha, entre
outros.
Fonte: Folha Gospel
Crise atual é pior que as dos anos 1980 e da era Collor
A
recessão na qual o Brasil está afundado caminha para se tornar a mais
longa, profunda e de difícil solução da História recente do país.
Iniciada no segundo trimestre de 2014, ela só deve terminar depois de
março do ano que vem, se estendendo por três anos e provocando um tombo
de 8,8% no Produto Interno Bruto (PIB). O cálculo é da economista Silvia
Matos, do Ibre/FGV, e aponta para um período de retração mais
persistente e intenso do que outras oito crises ocorridas desde o início
dos anos 1980, incluindo a da moratória da dívida externa brasileira
(1982) e aquelas do governo Collor. Segundo Silvia, ao contrário das
outras recessões, a de hoje não poderá ser solucionada por estímulo ao
crédito que aumente a inflação ou pela carga tributária.
A pedido do GLOBO, a pesquisadora projetou a extensão total da crise e comparou com dados do Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), também da fundação, sobre períodos recessivos anteriores. De acordo com a especialista, o PIB só voltará a crescer no segundo trimestre do ano que vem. Para os primeiros três meses de 2017, sua expectativa é de estagnação — período ainda recessivo, portanto.
Assim, a recessão atual se prolongará por 12 trimestres consecutivos, superando a crise mais longa até agora, a ocorrida entre o terceiro trimestre de 1989 e o primeiro trimestre de 1992. Aquela crise se deu em um contexto de hiperinflação, agravado pelo Plano Collor, que causou um choque econômico ao confiscar a poupança dos brasileiros.
Em termos de impacto, Silvia projeta que os três anos de recessão que o Brasil terá vivido até o começo de 2017 vão representar um recuo econômico acumulado de 8,8%. A retração será maior que a de 8,5% registrada entre o primeiro trimestre de 1981 e o início de 1983. Até então, aquela recessão era a mais profunda de acordo com os dados do Codace, simbolizada pela histórica moratória da dívida externa brasileira.
— Em outros momentos, havia espaço para aumento da carga tributária. No passado, resolviam-se crises por meio de inflação ou tributos. Hoje, o cenário é mais desafiador porque a sociedade não vê essas como opções. Todos estão endividados nesta crise, governo, famílias e empresas. Uma “desalavancagem” é necessária, logo, não há como estimular crédito — afirma a especialista. — Há um consenso de que o governo precisa reduzir gastos, se tornar solvente, e isso passa por um ajuste duro. Muita coisa depende de uma atuação do governo.
CHOQUE APÓS EXCESSO DE OTIMISMO
Silvia acredita que houve um excesso de otimismo no segundo trimestre do ano, e que os números de setores como a indústria divulgados ontem são um choque de realidade. Além disso, ela afirma que há até uma dificuldade estatística para o país crescer. Como 2017 começará ainda com o pé no freio, ela calcula que, mesmo que a atividade fique estacionada no ano que vem, o resultado será uma contração de 0,8% no PIB. Há também a dificuldade referente ao cenário externo, após a eleição de Trump indicar uma mudança de rota na política econômica americana. Outro problema importante é a incerteza sobre a própria aprovação do ajuste fiscal em sua totalidade.
O Globo
A pedido do GLOBO, a pesquisadora projetou a extensão total da crise e comparou com dados do Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (Codace), também da fundação, sobre períodos recessivos anteriores. De acordo com a especialista, o PIB só voltará a crescer no segundo trimestre do ano que vem. Para os primeiros três meses de 2017, sua expectativa é de estagnação — período ainda recessivo, portanto.
Assim, a recessão atual se prolongará por 12 trimestres consecutivos, superando a crise mais longa até agora, a ocorrida entre o terceiro trimestre de 1989 e o primeiro trimestre de 1992. Aquela crise se deu em um contexto de hiperinflação, agravado pelo Plano Collor, que causou um choque econômico ao confiscar a poupança dos brasileiros.
Em termos de impacto, Silvia projeta que os três anos de recessão que o Brasil terá vivido até o começo de 2017 vão representar um recuo econômico acumulado de 8,8%. A retração será maior que a de 8,5% registrada entre o primeiro trimestre de 1981 e o início de 1983. Até então, aquela recessão era a mais profunda de acordo com os dados do Codace, simbolizada pela histórica moratória da dívida externa brasileira.
— Em outros momentos, havia espaço para aumento da carga tributária. No passado, resolviam-se crises por meio de inflação ou tributos. Hoje, o cenário é mais desafiador porque a sociedade não vê essas como opções. Todos estão endividados nesta crise, governo, famílias e empresas. Uma “desalavancagem” é necessária, logo, não há como estimular crédito — afirma a especialista. — Há um consenso de que o governo precisa reduzir gastos, se tornar solvente, e isso passa por um ajuste duro. Muita coisa depende de uma atuação do governo.
CHOQUE APÓS EXCESSO DE OTIMISMO
Silvia acredita que houve um excesso de otimismo no segundo trimestre do ano, e que os números de setores como a indústria divulgados ontem são um choque de realidade. Além disso, ela afirma que há até uma dificuldade estatística para o país crescer. Como 2017 começará ainda com o pé no freio, ela calcula que, mesmo que a atividade fique estacionada no ano que vem, o resultado será uma contração de 0,8% no PIB. Há também a dificuldade referente ao cenário externo, após a eleição de Trump indicar uma mudança de rota na política econômica americana. Outro problema importante é a incerteza sobre a própria aprovação do ajuste fiscal em sua totalidade.
O Globo
Cristiane Dantas requer Central do Cidadão para S. Gonçalo do Amarante
A instalação de uma unidade da Central do Cidadão no município de São
Gonçalo do Amarante é o teor de um requerimento protocolado na Mesa
Diretora da Assembleia Legislativa pela deputada Cristiane Dantas
(PCdoB). A solicitação nesse sentido é feita ao Governador Robinson
Faria (PSD) e ao secretário estadual de Tributação, André Horta.
“É de fundamental importância a instalação de uma Central do Cidadão
em São Gonçalo do Amarante, pois os seus habitantes precisam se deslocar
para outros municípios para serem atendidos com os relevantes serviços
que o órgão oferece. Com a unidade, também vão ser beneficiados os
moradores de outras localidades circunvizinhas”, justifica a
parlamentar.
Hermano apresenta projeto para regulamentar produção de queijos no RN
O
deputado estadual Hermano Morais (PMDB) apresentou projeto de lei
visando regulamentar a produção e comercialização de queijos artesanais
no Rio Grande do Norte. A proposta, que tramita nas comissões técnicas
da Assembleia Legislativa, tem o objetivo de garantir o controle de
qualidade dos produtos e higiene durante a produção, além de contribuir
para a qualificação dos queijos a fim de que sejam comercializados em
outros mercados.
“O queijo artesanal integra uma importante característica histórica e
cultural do Estado, especialmente pela habitualidade do consumo e
produção. A modernização e definição das condições de fiscalização são
imperiosas para dar segurança jurídica aos investidores do setor,
notabilizada pela dificuldade em apurar a produção clandestina e sem os
devidos padrões de higiene”, justifica Hermano.
Na proposta de Hermano Morais, são considerados queijos artesanais os
produzidos com leite integral, fresco ou cru, em propriedade que
mantenha criação de rebanho leiteiro. Os produtos devem ser queijo de
coalho, queijo de manteiga e requeijão artesanal. A proposta visa a
garantia de padrões na produção
Galeno Torquato solicita ações para municípios do interior do Estado
Atento às necessidades dos municípios do interior do Rio Grande do
Norte, o deputado Galeno Torquato (PSD) encaminhou requerimentos ao
Governo do Estado solicitando benefícios para a cidade de Cerro Corá, no
Seridó potiguar. Os pleitos apresentados pelo parlamentar contemplam
ações nas áreas da segurança pública e cidadania.
A aquisição de veículo tipo caminhonete 4×4 para compor a frota da
Polícia Militar no município é umas da requisições feitas pelo deputado
ao Executivo Estadual. “Por estar localizado em uma região serrana,
Cerro-Corá precisa contar com o auxílio de um veículo tracionado para
atendimento das ocorrências nos distritos e comunidades da cidade”,
justifica Galeno.
Visando promover ações de cidadania no município, o parlamentar
solicita à Secretaria do Trabalho, Habitação e Assistência Social
(SETHAS) a promoção de uma edição do projeto Vila Cidadã.
Canonização dos mártires, sairá logo, diz Dom Jaime
O arcebispo metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, esteve ontem
no NOVO em uma visita à redação. O religioso conversou com os
jornalistas Cassiano Arruda e Carlos Magno Araújo, colunista e
conselheiro de relacionamento com comunidades e marcas do NOVO,
respectivamente. No bate-papo, entrou na pauta política nacional e os
rumos da Igreja Católica em tempos onde a tecnologia e a internet reinam
no relacionamento interpessoal.
Posteriormente, em entrevista exclusiva à reportagem, um dos pontos
tratados foi a canonização dos mártires de Cunhaú e Uruaçu. Desde
setembro a Arquidiocese de Natal trabalha ativamente, inclusive com
visitas ao Vaticano, para canonizar os cristãos assassinados no Século
17, em Canguaretama e São Gonçalo do Amarante. Já em 2000, o grupo foi
beatificado pelo Papa João Paulo II.
“O Papa deseja canonizar nossos mártires em um processo mais
reduzido, por decreto, e isso é muito importante para nós. Esses seriam
os primeiros mártires do Brasil, aqueles que deram a vida em nome de
Cristo. Estamos muito atentos e o processo está em fase de conclusão.
Não sabemos quando será, mas está muito perto”, comemorou Dom Jaime, em
entrevista à reportagem. Para cada vez mais tornar os futuros santos, a
Arquidiocese já determinou que todas as capelas e matrizes possuam um
quadro dos mártires potiguares.
Dom Jaime também comentou sobre a atuação da Igreja, no Rio Grande
do Norte, na situação da Barragem de Oiticica, localizada no Seridó. O
empreendimento do Estado recebeu muita resistência da comunidade Barra
de Santana, sediada na região rural de Jucurutu e que será alagada pelas
águas quando a barragem for terminada.
A população achava que não estava recebendo a atenção devida,
sobretudo na questão do cemitério que seria alagado e não havia projeto
adequado para sua transferência. Vários protestos foram realizados,
parando as obras, e a tensão era grande, lembra Dom Jaime. A Igreja
potiguar foi uma das instituições que estiveram à frente da mediação do
conflito.
Hoje, os ânimos estão mais calmos e a Barra de Santana já tem um novo local definido após Oiticica.
“Percebemos uma falha grave do poder público nesses projetos de
grandes barragens, onde não se leva em conta a prioridade do ser humano
que deveria ser o primeiro a ser atendido. Projeto e verbas são
aprovados, as empreiteiras recebem e ninguém se volta para a condição
das pessoas afetadas”, criticou.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Câmara de Natal recebe visita do arcebispo dom Jaime
O presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Franklin
Capistrano (PSB) recebeu a visita do arcebispo metropolitano de Natal,
dom Jaime Vieira Rocha, nesta quinta-feira (01). Na ocasião, conversaram
sobre a importância da união do poder público e da igreja, buscando
sempre prestar serviços à população. Durante o encontro, o arcebispo
agradeceu o apoio da imprensa da Casa às ações da arquidiocese em 2016.
“Estamos visitando as redações dos jornais, emissoras de TV, rádios e
assessorias de imprensa para destacar o trabalho com os amigos da
imprensa. O Legislativo natalense representa um parceiro importante da
igreja. Que em 2017 possamos estar juntos rumo a novos desafios e
vitórias”, disse Dom Jaime.
Por sua vez, o presidente Franklin Capistrano falou que este ato de
cordialidade do arcebispo fortalece o diálogo institucional.
“Trabalhamos juntos com a igreja pela defesa da vida, por justiça social
e desenvolvimento para a sociedade. A Câmara de Natal está sempre à
disposição da arquidiocese”.
Lagoa Nova: Familiares amigos e a população lagoanovense dar o último adeus ao amigo Bega
O corpo do ex-vereador José Rosenberg Saldanha (Bega)
deixou sua residência sendo levado para Matriz de São Francisco por volta das
07:40 da manhã desta quinta-feira onde, na
Matriz aconteceu uma celebração e em seguida seguiu em cortejo até o cemitério Santo
Expedito onde foi sepultado.
O cortejo foi acompanhado por muitas pessoas e pela
Policia Militar pois Bega como era conhecido fez parte da gloriosa PM.
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