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quinta-feira, 15 de outubro de 2026

[VÍDEO] “NÃO TE DISSE QUE IA DAR CERTO”?: diz Alcolumbre a Camilo Santana após aprovação da PEC 6X1

 15/10/2026 13h09


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Logo após a aprovação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, o líder da bancada do PT, senador Camilo Santana (CE), dirigiu-se à mesa diretora para cumprimentar o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP) e comemorar a aprovação da proposta na noite dessa quarta-feira (14).

Em um diálogo captado pelos microfones do plenário após a consolidação do resultado, Alcolumbre parabenizou o parlamentar cearense pelo resultado. Em resposta, Camilo atribuiu o mérito da articulação ao presidente da Casa legislativa: “Você é responsável por isso aqui”. Alcolumbre, por sua vez, reagiu com um sorriso: “Não te disse que ia dar certo?”.

A matéria foi aprovada por margem expressiva no plenário, somando 75 votos favoráveis e apenas um contrário, registrado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Com informações do Metrópoles

MEI: Câmara aprova perdão de dívidas e aumento do teto para R$ 140 mil por 461 votos a 4

 15/10/2026 13h07

Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), por 461 votos a 4, o projeto de lei complementar que amplia o limite de faturamento anual dos microempreendedores individuais (MEIs) e prevê o perdão integral de dívidas tributárias da categoria. A proposta segue agora para análise do Senado.

Pelo texto, o teto de faturamento, atualmente em R$ 81 mil por ano, passará para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028. A medida também permite que os MEIs contratem até dois funcionários, em vez de apenas um, como prevê a legislação atual.

O projeto foi relatado pelo deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), que incorporou ao texto a proposta de perdão de dívidas anunciada pelo governo Lula na terça-feira (13). Segundo a equipe econômica, a medida terá impacto estimado de R$ 3 bilhões em três anos.

O perdão será destinado aos microempreendedores com débitos inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Para receber o benefício, será necessário manter as contribuições em dia durante os seis meses seguintes à entrada em vigor da lei, prevista para 1º de janeiro de 2027, além de desistir de eventuais ações judiciais relacionadas às dívidas perdoadas.

A proposta também autoriza a realização de licitações específicas para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte, respeitados os limites de valores estabelecidos no texto.

As mudanças ainda dependem da aprovação do Senado para entrar em vigor.

Com informações do Estadão Conteúdo

[VÍDEOS] FIM DA ESCALA 6X1: Cadu de Lula e Allyson Bezerra comemoram aprovação no Senado

 


Os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra, comemoraram nas redes sociais a aprovação, pelo Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Ambos publicaram vídeos celebrando a decisão e destacando a importância da medida para os trabalhadores.

Cadu de Lula atribuiu a conquista à mobilização dos trabalhadores e destacou a participação do governo do presidente Lula. “O Senado acabou de aprovar o fim da escala 6×1! Valeu a luta, valeu a esperança. Obrigado, presidente Lula, essa bandeira é sua, trabalhador; essa vitória é sua, é histórica. Valeu, Lula!”, declarou.

Allyson Bezerra também comemorou a aprovação e relembrou sua experiência trabalhando no comércio de segunda-feira a sábado. O candidato destacou a importância de os trabalhadores terem mais tempo para a família e mencionou a trajetória do pai. “Eu comemoro essa decisão e sei que tô comemorando ao lado de milhões de brasileiros e trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil. Viva o trabalhador”, afirmou.

Pelo segundo mês consecutivo, o turismo potiguar apresentou o maior crescimento no país

 

Foto: internet

O índice de volume de atividades turísticas do Rio Grande do Norte cresceu 7,0% no mês de agosto, em relação a julho, segundo informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O crescimento do turismo potiguar foi o maior registrado entre os 17 estados pesquisados pelo IBGE. A série tem ajuste sazonal.

Volume de atividades turísticas – Variação mês/mês imediatamente anterior, com ajuste sazonal

PosiçãoUnidade da FederaçãoVariação
1ºRio Grande do Norte7,0%
2ºCeará5,3%
3ºGoiás4,6%
4ºSão Paulo3,5%
5ºSanta Catarina3,3%
6ºAlagoas3,3%
7ºMinas Gerais3,2%
8ºPernambuco3,1%
9ºEspírito Santo2,2%
10ºRio Grande do Sul2,0%
11ºRio de Janeiro2,0%
12ºPará1,6%
13ºMato Grosso1,3%
14ºAmazonas1,0%
15ºDistrito Federal-0,2%
16ºParaná-0,5%
17ºBahia-12,3%

Fonte: IBGE – Pesquisa Mensal de Serviços.

Em todo o Brasil, 14 dos estados pesquisados registraram números positivos na passagem de julho para agosto. Na região Nordeste, além do Rio Grande do Norte, (7,0%), Ceará (5,3%), Alagoas (3,3%) e Pernambuco (3,1%) apresentaram números positivos. Apenas o Distrito Federal (-0,2%), Paraná (-0,5%) e Bahia (-12,3%) tiveram desempenhos negativos.

Com o resultado, o índice de atividades turísticas do País cresceu 2,5% em agosto.

Em relação a agosto do ano passado, o turismo potiguar cresceu 5,3%, quarto maior crescimento do País e segundo na região, atrás da Bahia (10,4%), Minas Gerais (6,6%), Rio Grande do Sul (6,1%). No acumulado do ano, as atividades turísticas do RN cresceram 0,9%, na comparação com o mesmo período de 2025. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2%.

Serviços recuaram 1,1% no RN

Em agosto, o índice de volume de serviços do Rio Grande do Norte recuou 1,1%, na comparação com o mês de julho. A queda da taxa potiguar foi a terceira entre menor entre os 12 estados pesquisados, atrás de São Paulo (-0,1%) e Goiás (-0,5%). A série tem ajuste sazonal.

Na comparação com agosto de 2025, o crescimento foi de 0,3%. No índice acumulado de janeiro a agosto de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços potiguar variou 1,3%. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2% no estado.

Cadu de Lula lidera com 52,6% dos votos válidos e tem eleitor mais decidido no RN, aponta pesquisa Affare

 

O candidato ao governo do Rio Grande do Norte Cadu de Lula (PT) aparece com 49,1% das intenções de voto totais na pesquisa do Instituto Affare divulgada nesta quarta-feira (14). Allyson Bezerra (União Brasil) tem 44,2%. A diferença é de 4,9 pontos percentuais, dentro da margem de referência de 3,74 pontos para mais ou para menos. Brancos e nulos somam 5,8%, 0,6% não sabem em quem votar e 0,3% afirmam que não vão votar.

Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos, indecisos e quem não pretende votar, Cadu tem 52,6% e Allyson, 47,4%. O voto do eleitor de Cadu também é o mais firme. Entre quem já escolheu candidato, 89,7% dos eleitores de Cadu afirmam que o voto é definitivo, contra 87,2% dos eleitores de Allyson. No grupo de voto definitivo, Cadu tem 53,3% e Allyson, 46,7%.

A pesquisa realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas no RN entre 9 e 12 de outubro, com 95% de confiança. A margem planejada é de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos após a ponderação, e não se aplica automaticamente aos subgrupos. Registro para governador: RN-08411/2026.

Samanda expõe ausência de Rogério Marinho na votação pelo fim da escala 6×1

 

Foto: redes sociais

A senadora eleita pelo Rio Grande do Norte, Samanda Alves (PT), usou as redes sociais para criticar a ausência dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante a votação da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. Samanda acompanhou a discussão no Congresso Nacional e destacou a contradição entre os discursos públicos e a participação dos parlamentares na votação.

“Como senadora eleita, estou aqui, acompanhando de perto a votação pelo fim da escala 6×1”, escreveu a petista.

Na publicação, Samanda questionou diretamente a ausência dos dois integrantes do PL, destacando que Flávio Bolsonaro havia anunciado apoio à redução da jornada de trabalho, enquanto Rogério Marinho atua como coordenador de sua campanha presidencial.

“Agora, sabem quem não está aqui? Flávio Bolsonaro, que disse que votaria pelo fim da 6×1. E Rogério Marinho, coordenador da campanha dele”, afirmou.

A senadora eleita também criticou a diferença entre os posicionamentos apresentados à população e a atuação dos parlamentares no Congresso.

“Na hora de defender o trabalhador, o discurso é um. Na hora de estar presente para votar, é outro”, disparou.

Rogério Marinho é um dos principais críticos da proposta de redução da jornada de trabalho. O senador potiguar tem defendido alternativas de flexibilização das relações trabalhistas, incluindo a remuneração por hora trabalhada, em contraposição às propostas de diminuição da jornada semanal sem redução salarial.


Partido do vice de Allyson, anuncia apoio a Flávio Bolsonaro

 

Foto: reprodução

O MDB decidiu que vai apoiar a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno. A legenda indicou o deputado estadual Hermano Morais como vice do candidato ao Governo do RN Allyson Bezerra (UB).

O vice-governador Walter Alves, presidente estadual da legenda que foi derrotado nas últimas eleições para deputado estadual, esteve em São Paulo para participar da adesão ao bolsonarismo.

“Hoje, em São Paulo, após reunião com o presidente nacional do MDB, @baleia.rossi, decidimos acompanhar a decisão da maioria dos diretórios do MDB e apoiar o nome de @flaviobolsonaro para a Presidência da República. 👍”, escreveu na legenda das redes sociais.

Além do MDB, o próprio União Brasil, partido de Allyson, também apoia o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro que está preso por tentativa de golpe de estado que planejou matar o presidente Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Vitória do governo Lula: Senado aprova fim da escala 6×1

 

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Por ICL Notícias, com informações da Folhapress

O Senado aprovou em dois turnos, nesta quarta-feira (14), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1, em uma vitória política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a 11 dias do segundo turno das eleições presidenciais. A proposta reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, garante duas folgas por semana e proíbe a redução salarial.

Apenas o senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) votou contrário à proposta. O placar ficou em 75 votos a favor e um contra nos dois turnos de votação. O Partido Liberal (PL) cedeu e votou a favor da mudança.

A votação ocorre em meio à disputa eleitoral entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que mudou de posição na véspera e declarou apoio ao fim da escala 6×1. A oposição, no entanto, vinha tentando impedir que a proposta fosse votada antes do segundo turno, marcado para 25 de outubro.

A PEC precisava de pelo menos 49 votos favoráveis no Senado, em dois turnos de votação. Pelas regras constitucionais, deveria haver um intervalo de cinco dias úteis entre as duas votações, além de três sessões de discussão. Para permitir a conclusão da análise ainda nesta quarta-feira, a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), apresentou um requerimento para votar os dois turnos no mesmo dia.

A expectativa do governo era que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), colocasse o requerimento em votação após a análise da PEC em primeiro turno.

No domingo (11), Lula afirmou que havia acertado com Alcolumbre a votação da proposta antes das eleições. Ao abrir a sessão desta quarta-feira, o presidente do Senado disse que a inclusão da matéria na pauta cumpria um compromisso assumido por ele.

O que muda com o fim da escala 6×1

O texto aprovado pela Câmara dos Deputados reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com duas folgas obrigatórias por semana, uma delas preferencialmente aos domingos. A proposta também estabelece que a redução da jornada não poderá resultar em diminuição da remuneração.

A PEC prevê uma transição para a implementação da nova carga horária. No Senado, o relator Omar Aziz (PSD-AM) rejeitou as emendas apresentadas e manteve o texto aprovado pelos deputados.

Pouco antes do início da última sessão de discussão, senadores da oposição apresentaram uma emenda de redação de autoria de Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), apoiada por outros 21 parlamentares. A proposta prevê que jornadas especiais já estabelecidas em lei, iguais ou inferiores a 40 horas semanais, não sejam reduzidas proporcionalmente com a entrada em vigor das novas regras.

Segundo o senador, a mudança busca evitar dúvidas na aplicação da PEC e atende a uma demanda do setor produtivo. Por ser uma emenda de redação, a alteração permitiria evitar que a proposta retornasse à Câmara. A expectativa, porém, era de que o texto não fosse aprovado.

Flávio Bolsonaro mudou de posição às vésperas da eleição

Embora tenha declarado voto favorável ao fim da escala 6×1, Flávio Bolsonaro defende uma proposta diferente, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador de sua campanha presidencial. A alternativa prevê um novo regime de trabalho com remuneração por hora, em vez de estabelecer o fim da escala que permite seis dias consecutivos de trabalho para um de descanso.

Na terça-feira (13), a 12 dias do segundo turno, Flávio reconheceu a popularidade da medida e anunciou que votaria a favor. Antes disso, classificava a discussão da PEC como oportunista e insistia na proposta de remuneração por hora.

Ainda havia incerteza sobre o comportamento da bancada do PL na votação. Como a sessão seria semipresencial, Flávio poderia registrar seu voto mesmo sem comparecer ao plenário.

Na Câmara, o partido havia criticado o caráter eleitoral da proposta e tentado adiar sua tramitação na comissão especial. Também apresentou requerimentos em defesa da escala 4×3, com quatro dias de trabalho e três de descanso, e da entrada em vigor imediata das novas regras, sem período de transição. Ao final, porém, a maioria dos deputados do PL votou a favor do texto.

Governo Lula aposta no tema na reta final da campanha

O fim da escala 6×1 é uma das bandeiras eleitorais de Lula e deve ocupar espaço na propaganda do presidente na reta final da disputa. Em vídeo previsto para esta quarta-feira, o petista defende que a mudança representa mais conforto para os trabalhadores e critica o modelo em que o empregado trabalha seis dias para descansar apenas um.

A oposição reconhece a popularidade da proposta. Pesquisa Datafolha divulgada em março apontou que 71% dos brasileiros apoiavam o fim da escala 6×1.

Apesar disso, o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), argumentou que um eventual governo de Flávio Bolsonaro precisaria adotar medidas para reduzir os impactos da mudança sobre os empregadores, entre elas a desoneração da folha de pagamentos.

“Se para o empregado está bom o fim da 6×1, para o empregador também vai ter que ficar bom em alguma medida, senão vai faltar emprego”, afirmou.

O senador Paulo Paim (PT-RS) também discursou em defesa da proposta e se emocionou ao recordar a trajetória de lutas pela redução da jornada de trabalho. Em sua fala, comparou a mobilização pelo fim da escala 6×1 às lutas históricas contra a escravidão e homenageou abolicionistas como Joaquim Nabuco, André Rebouças e Luiz Gama.

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Pau dos Ferros: Prefeita Mariana Almeida diz que vota em Lula e que “catucaram a onça com a vara curta”; veja vídeo

 


Pau dos Ferros: Prefeita Mariana Almeida diz que

A prefeita de Pau dos Ferros, Marianna Almeida, adotou um discurso de mobilização política para o segundo turno das eleições no Rio Grande do Norte. Ao comentar a radicalização da disputa no município, afirmou que não deseja brigas, mas utilizou uma expressão popular para responder aos adversários: “Catucaram a onça com vara curta”.

A prefeita declarou que seu grupo pretende trabalhar dobrado, ampliar a união entre os aliados e intensificar a campanha de Allyson Bezerra (União Brasil) no município.

Marianna mantém uma posição eleitoral dividida entre duas candidaturas de partidos diferentes: apoia Lula para presidente da República e Allyson Bezerra para governador.

No primeiro turno, entretanto, Cadu de Lula (PT) ficou à frente de Allyson em Pau dos Ferros, apesar do apoio da prefeita ao candidato do União Brasil.

O resultado do primeiro turno está confirmado: Cadu de Lula recebeu 7.992 votos em Pau dos Ferros, enquanto Allyson Bezerra obteve 5.188.

O resultado levantou perguntas no cenário político local sobre a capacidade de transferência de votos da gestão municipal e sobre a influência da candidatura presidencial de Lula na disputa estadual.

Agora, ao afirmar que seu grupo vai intensificar a mobilização, Marianna sinaliza que pretende ampliar a votação de Allyson no segundo turno.

VÍDEO:

Efeito dominó: liderança do Seridó anunciará apoio a Cadu de Lula nesta quinta-feira juntamente com seu grupo

 


Efeito dominó: liderança do Seridó anunciará apoio a Cadu de Lula nesta quinta-feira juntamente com seu grupo

Um possível efeito dominó nas articulações políticas do segundo turno começa a movimentar os bastidores do Rio Grande do Norte. Nesta quinta-feira (15), uma das principais lideranças políticas da região do Seridó deverá anunciar, ao lado de seu grupo, apoio à candidatura de Cadu de Lula (PT), ao Governo do Estado.

Segundo informações de bastidores, a decisão já está tomada. A adesão envolve uma liderança de um município politicamente importante do Seridó, acompanhada de um grupo com presença expressiva na política local.

O nome da liderança e o município ainda não foram divulgados, mas o anúncio é aguardado para esta quinta-feira.

A articulação deverá acrescentar um novo capítulo às articulações do segundo turno, marcado pela busca de apoios entre grupos que estiveram em campos diferentes na primeira etapa da eleição