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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Fátima Bezerra candidata ao Governo e sua Caravana do Coração hoje na Cidade de Bodó

 Agradecemos de coração a nossos amigos e amigas que acompanharam nossa Caravana do Coração e nossos apoios o vice prefeiro Zé Airton, ex prefeito Avamar e vereadores Álvaro, Tontonho e Cicinho. Vamos todos juntos por um Rio Grande no Norte mais feliz! #Vote13
Das Redes Sociais de Fátima













Pesquisa Band: Fátima 34% Carlos 18% Robinson 9%

Band RN divulgou hoje pesquisa de intenção de votos.
A pesquisa foi encomendada ao instituto Opine, de Pernambuco.
Eis os resultados para governador:
Fátima Bezerra (PT) – 34,6%
Carlos Eduardo Alves (PDT) – 18,3%
Robinson Faria (PSD) – 9,1%
Breno Queiroga (SD) – 0,8%
Carlos Alberto (PSOL) – 0,8%
Dario Barbosa (PSTU) – 0,2%
Freitas (Rede) – 0,1%
Heró Bezerra (PRTB) – 0,1%
Não sabe – 17,7%
Nenhum – 18,6%

STF decide que Caixa deve pagar diferença de plano econômico sobre saldo do FGTS

Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu, nesta quinta-feira (20), que a Caixa Econômica Federal (CEF) terá de pagar, a um grupo de trabalhadores, as diferenças de correção monetária sobre saldos de contas vinculadas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em relação ao Plano Collor 2, de 1991.
O processo tramitava na Supremo desde 2010, tendo como relator o ministro Teori Zavascki, que faleceu em um acidente aéreo no começo de 2017.  A decisão que obriga a Caixa a pagar esses valores pode abrir precedente para processos similares, mas irá depender de análise de caso a caso.

MAIS SÉRIO DO QUE SE IMAGINA: Aquecimento eleva risco de desertificação no Nordeste, alertam pesquisadores

Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Os sete anos consecutivos de seca no Nordeste do País são um recorde desde que o volume de chuvas na região começou a ser medido, em 1850. Cerca de 1.100 municípios foram afetados, atingindo mais de 20 milhões de pessoas. Inédito nos registros históricos, esse cenário pode se tornar cada vez mais comum no futuro se não for possível conter o aquecimento global.
O alerta foi feito nesta quinta-feira, 20, por um grupo de pesquisadores brasileiros, liderado por José Marengo, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), que estimou os impactos das mudanças climáticas no Nordeste até o final do século.
Num pior cenário, em que o mundo não consiga cumprir o Acordo de Paris – que estabelece esforços de todos os países para conter o aumento da temperatura a menos de 2°C até o final do século -, e o aquecimento passe de 4°C, pode ocorrer uma tendência acentuada de aridização da região.
Com o clima mais quente, a área em condições de seca extrema pode alcançar metade da região. “No pior ano de seca do período recente, em 2012, a área que ficou em condição de seca extrema foi de cerca de 2%. Até o final do século, em um cenário de 4°C, 51% poderiam ser afetados por essas secas extremas”, disse ao Estado o climatologista Carlos Nobre, um dos autores do estudo.
Nesse processo, regiões hoje cobertas por vegetação típica do Cerrado, como se observa em parte do Maranhão, do Piauí e da Bahia, podem se tornar Caatinga. E até mesmo áreas de Mata Atlântica poderiam se transformar em semiáridas. De acordo com os autores, secas hoje consideradas intensas seriam a norma já na segunda metade do século. “Se não tivermos sucesso com o Acordo de Paris, podemos ver uma expansão da região semiárida, com alguns locais sujeitos a secas muita intensas”, complementa Nobre.
Os dados do trabalho, que ainda não foi publicado, serão apresentados em evento no Ministério do Meio Ambiente que vai reativar a Comissão Nacional de Combate à Desertificação, responsável por promover a Política Nacional de Combate à Desertificação.
A pesquisa avalia ainda os impactos sobre o processo de desertificação, que já ocorre na região independentemente das mudanças climáticas, e tem a ver com a retirada da vegetação nativa – a Caatinga. Sem ela, o solo fica exposto e sujeito a erosões quando vem a chuva.
“Isso tira a camada superior e resta somente um solo rico em metais. E aí pode chover o quanto for, que a vegetação não volta. Com as mudanças climáticas, essas condições para a desertificação podem aumentar”, diz o pesquisador.
“Nossas pesquisas ainda não conseguem dizer se esses sete anos secos consecutivos, três deles com secas severas (2012, 2013 e 2016), teriam ocorrido se o planeta não estivesse aquecendo. Não conseguimos fazer essa atribuição de causa. Se a probabilidade de ocorrência seria menor”, pondera Nobre.
“Mas mesmo não tendo essa resposta, vermos a sete anos com chuvas abaixo da média é o que vamos ver no clima do futuro. É o que podemos esperar se o Acordo de Paris não for cumprido.”
Recuperação
Para o combate do processo de desertificação, o ministério deu início no começo do ano a um projeto de implementação das chamadas Unidades de Recuperação de Áreas Degradadas (Urads). Os resultados também serão apresentados nesta quinta.
“Antes das mudanças climáticas, vamos acabar expulsos daqui por causa da degradação do solo. Os efeitos da desertificação já são deletérios”, comenta Valdemar Rodrigues, diretor do Departamento de Desenvolvimento Rural Sustentável e de Combate à Desertificação do MMA.
Pensando nisso, ele elaborou um plano, executado em parceria com ONGs locais,de recuperar a vegetação e nascentes, criar mecanismos de adaptação e oferecer uma alternativa econômica para as comunidades que vivem em áreas em vias de desertificação. De acordo com a pasta, 15% do território nacional, onde vivem 37 milhões de pessoas, enfrenta esse fenômeno.
Segundo Rodrigues, hoje há 12 Urads em andamentos em seis Estados (MA, PI, CE, PE, BA e SE). Cada uma envolve 30 famílias. Até o momento foram investidos R$ 4,5 milhões.
O projeto inicial foi feito no Sergipe. No assentamento Florestan Fernandes, em Canindé de São Francisco, no alto sertão do Estado, por exemplo, os moradores conseguiram recuperar uma nascente.
Toda a lama que passou a entupir a nascente ao longo dos anos de erosão foi retirada e hoje minam do local 145 litros de água por hora. “Estamos rompendo a dependência de carro-pipa”, diz Rodrigues.
Para evitar que o assoreamento ocorra novamente, os moradores constroem barragens e cordões de pedra ao redor das nascentes. Assim, impedem que o barro e outros detritos sejam carregados com a chuva.
Paralelamente, foram adotadas ações de melhorias sociais – como a construção de cisternas, fogões ecológicos e fossas sépticas – e das práticas agrícolas, com a implementação de integração lavoura-pecuária-floresta. A desertificação é em boa parte resultado de atividades inadequadas, que não conservam o solo ou a água.
“Na Caatinga, quando se perde o solo, é praticamente impossível de recuperar. Então criamos as condições para a vegetação renascer e recuperar esse solo”, afirma.
Segundo ele, o plano é trabalhar para que a Presidência edite um decreto até o final do ano com um plano para, até 2030, implantar 10 mil Urads no Nordeste.
Terra, com Estadão

Datafolha: Haddad cresce, mas Bolsonaro mantém a liderança

Do Jornal do Brasil:
De acordo com pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira (20), o candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) foi o que mais cresceu em relação à última pesquisa. Na última sexta-feira (14), Haddad estava empatado com Ciro Gomes (PDT) com 13% das intenções de voto e hoje, chegou aos 16%.
O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, também registrou um aumento nas últimas semanas e passou dos 26% aos 28% das intenções de voto. Ciro Gomes manteve o percentual da semana passada (13%), assim como Geraldo Alckmin, do PSDB, que continua com 9% das intenções de voto.
Já Marina Silva, da Rede, teve uma queda nas intenções de voto indo dos 8% para os 7%.
O levantamento ouviu 8.601 eleitores entre 18 e 19 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S. Paulo e registrada na Justiça Eleitoral.
Confira o resultado da pesquisa para cada candidato:
Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 16%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Marina Silva (Rede): 7%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 5%

Literatura de Cordel é reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu hoje (19) a literatura de cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Consultivo, que se reúne no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.
“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores, e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

BODÓ: EX-PREFEITO AVAMAR DECLARA APOIO A FÁTIMA E RECEBERÁ A CANDIDATA NA PRÓXIMA QUINTA FEIRA.


O ex-prefeito da cidade de Bodó,  Avamar Alves declarou apoio à candidatura de Fátima Bezerra ao Governo do Rio grande do Norte. Avamar Alves foi prefeito de Bodó por duas gestões consecutivas e contribuiu muito com o desenvolvimento do município.

Na próxima quinta feira (20), Avamar receberá a candidata Fátima Bezerra a

partir das 15h para uma reunião em sua residência e uma visita a cidade.

Para ganhar no 1º turno, segundo analistas, Bolsonaro precisa “converter” pelo menos 3 de cada 5 eleitores de Alckmin, Meirelles, Amoêdo e Alvaro Dias

Para ganhar no primeiro turno, segundo os analistas da XP, Jair Bolsonaro precisa “converter pelo menos 3 de cada 5 eleitores que hoje declaram voto em candidatos azuis (Alckmin, Meirelles, Amoêdo e Alvaro Dias).
De acordo com pesquisas públicas (XP-Ipespe, Datafolha, Ibope e BTG-FSB), ele precisaria tomar de 64% a 88% dos votos de seus adversários, a depender do levantamento considerado”.
O Antagonista

PESQUISA IBOPE: Bolsonaro, 28%; Haddad, 19%; Ciro, 11%; Alckmin, 7%; Marina, 6%

O Ibope divulgou nesta terça-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre domingo (16) e terça-feira (18).
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.
Resultados
Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 19%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (Rede): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 14%
Não sabe/não respondeu: 7%
Sobre a pesquisa
A pesquisa Ibop foi contratada pela TV Globo e O Estado de S. Paulo. A coleta dos dados aconteceu entre os dias 16 e 18 de setembro com 2.506 eleitores em 177 municípios. Ela foi calculada com margem de erro 2% para mais ou para menos e com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09678/2018.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

PESQUISA SETA/BLOGDOBG GOVERNO ESTIMULADA: Fátima tem 32%, Carlos Eduardo, 16% e Robinson, 12%

A senadora Fátima Bezerra lidera as intenções estimuladas de voto para o Governo do Estado com 32%, indica pesquisa SETA.
Depois da petista, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves aparece com 16%, seguido pelo governador Robinson Faria, com 12%. Pela margem de erro, ambos estão em empate técnico.
Brenno Queiroga e Heró Bezerra pontuaram 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram acima de um ponto percentual.
Brancos, nulos e ninguém somaram 32% e 6% não souberam ou não quiseram responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 7 e 9 de setembro. Foram ouvidos 1.300 eleitores em todas a regiões do Estado. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-02681/2018 e RN-07553/2018