Em um ato político histórico, o candidato a governador do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, reuniu uma multidão de apoiadores e lideranças para mais um grande piseiro. Na ocasião, o candidato relembrou o avanço irreversível de sua campanha na reta final do primeiro turno, reforçando que a verdadeira onda de esperança, trabalho e compromisso com a verdade segue ecoando por todo o estado neste segundo turno.
O candidato falou sobre a importância das mulheres que lideram a mobilização popular na região Trairi, exaltando o papel da anfitriã, prefeita Aninha. Cadu pontuou que a força feminina na linha de frente simboliza a essência ética e transparente de um projeto que coloca o povo potiguar em primeiro lugar.
Reiterando a sintonia com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Cadu celebrou o momento de virada e convocou a militância a transformar o entusiasmo das ruas em votos decisivos no próximo dia 25 de outubro. O candidato reforçou que a união entre o governo do estado e o governo federal é um caminho seguro para garantir investimentos consistentes nas áreas de saúde, educação e infraestrutura para as próximas gerações.
Com a energia renovada pelo apoio popular e pela certeza da vitória, Cadu encerrou o evento fazendo um apelo direto à população para consolidar a mudança nas urnas. “O meu compromisso é com o futuro dos nossos filhos, dos nossos netos e das próximas gerações. E o povo do Rio Grande do Norte já decidiu: no dia 25, é 13 para presidente e 13 para governador”.
O domingo (18) foi de anúncio de apoio político e eleitoral dos deputados estaduais do Partido Social Democrático Brasileiro (PSDB), o presidente da ALRN, Ezequiel Ferreira; Cristiane Dantas, Gustavo Soares e Taveira Júnior, líder do partido na Assembleia Legislativa.
Em reunião na sede do partido, os quadro deputados – que obtiveram quase 200 mil votos – declararam apoio ao candidato Cadu Xavier no Rio Grande do Norte. “Estamos juntos nessa disputa pelo melhor para o Rio Grande do Norte”, destaca Ezequiel Ferreira.
O grupo também levará apoio das regiões como o Seridó, Vale do Açu, Agreste e grande Natal junto aos prefeitos, vereadores e vice-prefeitos dessas e de municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 65,26% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República no Rio Grande do Norte, segundo pesquisa do Instituto DataVero realizada em parceria com o Diário do RN e divulgada nesta sexta-feira (16). O senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 34,74%.
O resultado representa uma vantagem de 30,52 pontos percentuais para o petista entre os eleitores que já definiram o voto, considerando o cálculo que exclui brancos, nulos e indecisos.
A pesquisa é a primeira divulgada pelo DataVero após o primeiro turno das eleições de 2026 e ocorre após Lula confirmar a liderança nas urnas potiguares. No primeiro turno, o presidente venceu no Rio Grande do Norte com 59,70% dos votos válidos, o equivalente a 1.237.963 votos. O senador Flávio Bolsonaro (PL) terminou a primeira etapa da disputa com 34,77%, correspondente a 720.493 votos no estado.
Com a nova rodada do levantamento, Lula apresenta uma oscilação positiva de 5,56 pontos percentuais no percentual de votos válidos em relação ao resultado obtido nas urnas no primeiro turno. Já Flávio Bolsonaro mantém um percentual próximo ao registrado na votação inicial.
Intenção de voto
No cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Lula aparece com 62,48% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 33,26%. A diferença entre os dois candidatos é de 29,22 pontos percentuais.
Outros 2,80% dos eleitores afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos. Já 1,47% disseram não saber ou preferiram não responder.
Metodologia
A pesquisa DataVero/Diário do RN foi realizada entre os dias 13 e 15 de outubro de 2026, com 1.500 entrevistas distribuídas em 50 municípios de todas as regiões do Rio Grande do Norte.
A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.
O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-02367/2026 e RN-01514/2026.
Momento histórico contou com a presença de Lula (Foto: Ricardo Stuckert)
Por Gabriel Gomes, do ICL Notícias
O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que torna oficial o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e foi conduzida pelo presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Também estava presente o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). No início da sessão solene, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, também convidou o senador Paulo Paim (PT-RS) para compor a mesa da cerimônia.
A mudança representa uma conquista histórica para os trabalhadores brasileiros, ao estabelecer dois dias de descanso semanal remunerado e reduzir gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.
A proposta foi aprovada pelo Senado na última quarta-feira (14), com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, em ambos os turnos de votação. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). O texto já havia passado pela Câmara dos Deputados.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Cerimônia de Promulgação das Propostas de Emenda à Constituição que Põem Fim à Escala de Trabalho 6×1 e Estabelecem a Aposentadoria Diferenciada para Agentes, no Plenário do Senado Federal, Brasília – DF. (Foto: Ricardo Stuckert)
Lula critica resistência a direitos trabalhistas e defende fim da escala 6×1
Durante a cerimônia de promulgação da PEC que acaba com a escala 6×1, o presidente Lula criticou setores que se opõem à ampliação dos direitos trabalhistas e afirmou que conquistas sociais historicamente enfrentam resistência de grupos que alegam possíveis prejuízos à economia.
Em seu discurso, Lula relembrou a promulgação da Constituição Federal de 1988, da qual participou como deputado constituinte, e comparou aquele momento histórico à aprovação das novas regras para a jornada de trabalho.
“Eu tive o prazer de estar no plenário da Câmara quando doutor Ulysses fez a promulgação da Constituição Cidadã. Acho que quem estava naquele plenário tinha noção de que a gente estava aprovando uma das constituições mais modernas que o mundo conheceu”, afirmou.
O presidente lembrou que, mesmo após a aprovação da Constituição, houve críticas de setores que alegavam que os direitos previstos no texto poderiam prejudicar o crescimento econômico.
“É impressionante a capacidade de alguns de participarem do processo e, no dia seguinte, negar o processo”, declarou.
Lula também afirmou que a resistência às conquistas dos trabalhadores se repete ao longo da história brasileira.
“Não tem uma conquista do povo trabalhador que não apareça alguém dizendo que vai quebrar o país, as empresas. Isso é histórico, é crônico, já faz parte da literatura política desse país”, criticou.
Para ilustrar os impactos da escala 6×1 na vida dos brasileiros, o presidente relatou uma visita que fez, nesta semana, a um casal de trabalhadores de uma unidade do atacadista Assaí, em Brasília. Segundo Lula, os dois acordam às 4h30 para iniciar o expediente às 6h e possuem apenas um dia de descanso semanal, em dias diferentes.
“É humanamente impossível as pessoas não perceberem que esse cidadão não pode trabalhar seis dias na semana e ficar poucas horas em casa, sobretudo a mulher, que o dia que ela tem de descanso é o dia que ela mais trabalha, porque é o dia de fazer a limpeza da casa, cuidar dos filhos, levar na escola. Não é possível que as pessoas não tenham sensibilidade”, afirmou.
O petista defendeu que a redução da jornada representa uma oportunidade de melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo disponível para descanso, lazer e convivência familiar.
“Toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, eles vivem um pouco mais, têm um pouco mais de prazer na vida”, destacou.
Ao final desse trecho do discurso, Lula também defendeu a democracia como instrumento para a construção de consensos e a conquista de direitos, apesar dos conflitos e divergências políticas.
“A democracia é complicada, as pessoas te xingam, te ofendem, mas você também tem o direito de ofender. Isso se chama democracia. No final, você constrói aquilo que é possível construir sem precisar fazer nenhuma guerra. Fora da democracia não tem saída, é ditadura”, concluiu.
Alcolumbre destaca presença de Lula e celebra conquista dos trabalhadores
Durante a cerimônia, o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, destacou a importância das duas emendas constitucionais e fez uma saudação especial ao presidente Lula, presente na solenidade.
“O Congresso Nacional transforma duas lutas históricas em direitos: direito ao tempo para viver e direito à dignidade para quem dedica a vida a cuidar das pessoas. Muito especialmente, gostaria de cumprimentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja presença nessa sessão reforça imensamente a importância desse momento para o nosso país”, afirmou.
Alcolumbre também ressaltou que as mudanças representam avanços para milhões de brasileiros, tanto na redução da jornada de trabalho quanto na garantia de aposentadoria especial aos agentes de saúde.
“Estamos promulgando duas emendas à Constituição que representam efetivamente conquistas para milhões de brasileiros. São duas conquistas enormes com o mesmo significado: dignidade para o trabalhador brasileiro”, declarou.
Ao abordar especificamente o fim da escala 6×1, o presidente do Congresso enfatizou o impacto da medida na qualidade de vida dos trabalhadores e a importância de ampliar o tempo destinado ao descanso e à convivência familiar.
“Quanto vale mais tempo para descanso? Mais tempo para a família? Mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis ou até sete dias por semana, a resposta é simples: essas coisas não têm preço, têm valor”, disse.
Alcolumbre afirmou ainda que a aprovação da proposta exigiu disposição política para enfrentar uma discussão que, segundo ele, vinha sendo adiada. “Foi preciso ter muita coragem de enfrentar um assunto que tanta gente preferia deixar para depois”, completou.
Fim da escala 6×1
Pelas novas regras, as empresas terão 60 dias, a partir da promulgação, para adotar a escala 5×2, garantindo dois dias de folga por semana e limitando a jornada a 42 horas semanais. Após mais 12 meses, a carga horária máxima será reduzida para 40 horas, completando um período de transição de 14 meses.
A promulgação encerra a tramitação da proposta no Congresso e incorpora as novas regras à Constituição Federal. Diferentemente dos projetos de lei ordinária, as emendas constitucionais não dependem de sanção presidencial.
Antes da cerimônia de promulgação, o presidente Lula comemorou, nas redes sociais, o fim da escala 6×1 e classificou a mudança como uma conquista histórica da sociedade brasileira. O petista também alertou para a possibilidade de tentativas futuras de reverter o direito conquistado pelos trabalhadores.
“Dia 16 de outubro, um dia histórico para o Brasil. Hoje, sancionamos a lei que aprovou o fim da escala 6×1. Essa foi uma conquista histórica da sociedade brasileira”, escreveu Lula.
Na mesma publicação, o presidente defendeu a mobilização para preservar a mudança na legislação trabalhista. “Mas é preciso ficar claro: tem gente que não esconde que, se tiver chance, vai acabar com essa conquista de trabalhadores e trabalhadoras. Vamos nos manter vigilantes para proteger os direitos do povo!”, afirmou.
Presidente Lula e o senador Davi Alcolumbre durante a promulgação do fim da escala 6×1. (Foto: Ricardo Stuckert)
Aposentadoria especial para agentes de saúde
Na mesma sessão solene, o Congresso também promulgou a PEC 14/2021, que estabelece regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE).
A medida prevê aposentadoria com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, desde que os profissionais tenham pelo menos 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.
A emenda também estabelece medidas para a regularização dos vínculos funcionais desses trabalhadores, responsáveis por atividades essenciais de prevenção de doenças e acompanhamento da saúde da população.
Ao anunciar a cerimônia, Alcolumbre classificou a promulgação das duas propostas como um momento histórico para o país.
“Teremos uma sessão solene histórica no dia de amanhã, com duas propostas de emenda constitucional que já foram aprovadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal”, afirmou o parlamentar na quinta-feira (15).
Independentemente da pesquisa, seja local ou estadual; seja com o candidato da direita ou da esquerda na frente; seja derrubada ou não pela Justiça Eleitoral, todas apontam na mesma direção: empate técnico.
O segundo turno entre Allyson Bezerra (UB) e Cadu de Lula (PT) segue na mesma pegada do resultado das urnas no primeiro: disputa empatada. A diferença, por ora, é que as pesquisas do primeiro turno não conseguiram demonstrar o acirramento.
A disputa pelo Governo do RN entre os dois jovens candidatos (Cadu tem 48 anos e Allyson, 34) é a mais acirrada em 20 anos, quando dois pesos-pesados da política potiguar se reencontraram nas urnas 21 anos depois de disputarem a Prefeitura de Natal: Garibaldi Alves Filho (PMDB) e Wilma de Faria (PSB).
Se em 1985, na primeira eleição na capital do Estado após a ditadura (durante o arbítrio dos fardados, os prefeitos de Natal eram nomeados pelos governadores, caso de José Agripino Maia, aliado do regime e atual mentor político de Allyson), Garibaldi levou a melhor, em 2006, Wilma ganhou por 15.013 votos no primeiro turno e por 74.929 votos no segundo.
Allyson ficou, no primeiro turno, à frente de Cadu por uma margem um pouquinho maior: 15.509 votos, a segunda menor da história.
A diferença é que, em 2006, Wilma começou atrás e virou o jogo na reta final do primeiro turno. Agora, Allyson iniciou a eleição liderando com folga e viu Cadu encostar. Como há 20 anos, a eleição se nacionalizou, com Wilma colando em Lula e Garibaldi dando apoio tímido a Geraldo Alckmin (PSDB).
Agora, Cadu é o candidato de Lula, e Allyson se esquiva para não ser associado a Flávio Bolsonaro, mesmo estando abraçado com os bolsonaristas do Rio Grande do Norte.
O primeiro debate entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em um debate presidencial será realizado neste domingo (18), às 20h, na Band, em São Paulo. Os candidatos terão 30 minutos de discussão livre no primeiro bloco do programa.
O debate terá três blocos e será mediado pelos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo. Nos blocos seguintes, além das perguntas dos apresentadores, os candidatos poderão questionar um ao outro. O encontro terminará com as considerações finais.
A transmissão será feita pelos veículos do Grupo Bandeirantes e por emissoras parceiras, incluindo TV Cultura, TV Gazeta e Jovem Pan. A programação terá duração prevista de duas horas.
A participação de Flávio foi confirmada na quarta-feira (14), após o senador anunciar inicialmente que não compareceria. Ele afirmou que a declaração anterior foi uma “armadilha” para pressionar Lula a confirmar presença. A campanha do presidente também confirmou sua participação.
Os dois candidatos não participaram de debates no primeiro turno. Flávio terminou a primeira etapa da eleição com 47% dos votos, contra 45% de Lula. O último debate do segundo turno está previsto para sexta-feira (23), na TV Globo.
Logo após a aprovação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1, o líder da bancada do PT, senador Camilo Santana (CE), dirigiu-se à mesa diretora para cumprimentar o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP) e comemorar a aprovação da proposta na noite dessa quarta-feira (14).
Em um diálogo captado pelos microfones do plenário após a consolidação do resultado, Alcolumbre parabenizou o parlamentar cearense pelo resultado. Em resposta, Camilo atribuiu o mérito da articulação ao presidente da Casa legislativa: “Você é responsável por isso aqui”. Alcolumbre, por sua vez, reagiu com um sorriso: “Não te disse que ia dar certo?”.
A matéria foi aprovada por margem expressiva no plenário, somando 75 votos favoráveis e apenas um contrário, registrado pelo senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (14), por 461 votos a 4, o projeto de lei complementar que amplia o limite de faturamento anual dos microempreendedores individuais (MEIs) e prevê o perdão integral de dívidas tributárias da categoria. A proposta segue agora para análise do Senado.
Pelo texto, o teto de faturamento, atualmente em R$ 81 mil por ano, passará para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028. A medida também permite que os MEIs contratem até dois funcionários, em vez de apenas um, como prevê a legislação atual.
O projeto foi relatado pelo deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), que incorporou ao texto a proposta de perdão de dívidas anunciada pelo governo Lula na terça-feira (13). Segundo a equipe econômica, a medida terá impacto estimado de R$ 3 bilhões em três anos.
O perdão será destinado aos microempreendedores com débitos inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026. Para receber o benefício, será necessário manter as contribuições em dia durante os seis meses seguintes à entrada em vigor da lei, prevista para 1º de janeiro de 2027, além de desistir de eventuais ações judiciais relacionadas às dívidas perdoadas.
A proposta também autoriza a realização de licitações específicas para MEIs, microempresas e empresas de pequeno porte, respeitados os limites de valores estabelecidos no texto.
As mudanças ainda dependem da aprovação do Senado para entrar em vigor.
Os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte, Cadu de Lula (PT) e Allyson Bezerra, comemoraram nas redes sociais a aprovação, pelo Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 no Brasil. Ambos publicaram vídeos celebrando a decisão e destacando a importância da medida para os trabalhadores.
Cadu de Lula atribuiu a conquista à mobilização dos trabalhadores e destacou a participação do governo do presidente Lula. “O Senado acabou de aprovar o fim da escala 6×1! Valeu a luta, valeu a esperança. Obrigado, presidente Lula, essa bandeira é sua, trabalhador; essa vitória é sua, é histórica. Valeu, Lula!”, declarou.
Allyson Bezerra também comemorou a aprovação e relembrou sua experiência trabalhando no comércio de segunda-feira a sábado. O candidato destacou a importância de os trabalhadores terem mais tempo para a família e mencionou a trajetória do pai. “Eu comemoro essa decisão e sei que tô comemorando ao lado de milhões de brasileiros e trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil. Viva o trabalhador”, afirmou.
O índice de volume de atividades turísticas do Rio Grande do Norte cresceu 7,0% no mês de agosto, em relação a julho, segundo informações da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O crescimento do turismo potiguar foi o maior registrado entre os 17 estados pesquisados pelo IBGE. A série tem ajuste sazonal.
Volume de atividades turísticas – Variação mês/mês imediatamente anterior, com ajuste sazonal
Posição
Unidade da Federação
Variação
1º
Rio Grande do Norte
7,0%
2º
Ceará
5,3%
3º
Goiás
4,6%
4º
São Paulo
3,5%
5º
Santa Catarina
3,3%
6º
Alagoas
3,3%
7º
Minas Gerais
3,2%
8º
Pernambuco
3,1%
9º
Espírito Santo
2,2%
10º
Rio Grande do Sul
2,0%
11º
Rio de Janeiro
2,0%
12º
Pará
1,6%
13º
Mato Grosso
1,3%
14º
Amazonas
1,0%
15º
Distrito Federal
-0,2%
16º
Paraná
-0,5%
17º
Bahia
-12,3%
Fonte: IBGE – Pesquisa Mensal de Serviços.
Em todo o Brasil, 14 dos estados pesquisados registraram números positivos na passagem de julho para agosto. Na região Nordeste, além do Rio Grande do Norte, (7,0%), Ceará (5,3%), Alagoas (3,3%) e Pernambuco (3,1%) apresentaram números positivos. Apenas o Distrito Federal (-0,2%), Paraná (-0,5%) e Bahia (-12,3%) tiveram desempenhos negativos.
Com o resultado, o índice de atividades turísticas do País cresceu 2,5% em agosto.
Em relação a agosto do ano passado, o turismo potiguar cresceu 5,3%, quarto maior crescimento do País e segundo na região, atrás da Bahia (10,4%), Minas Gerais (6,6%), Rio Grande do Sul (6,1%). No acumulado do ano, as atividades turísticas do RN cresceram 0,9%, na comparação com o mesmo período de 2025. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2%.
Serviços recuaram 1,1% no RN
Em agosto, o índice de volume de serviços do Rio Grande do Norte recuou 1,1%, na comparação com o mês de julho. A queda da taxa potiguar foi a terceira entre menor entre os 12 estados pesquisados, atrás de São Paulo (-0,1%) e Goiás (-0,5%). A série tem ajuste sazonal.
Na comparação com agosto de 2025, o crescimento foi de 0,3%. No índice acumulado de janeiro a agosto de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços potiguar variou 1,3%. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2% no estado.