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quarta-feira, 6 de maio de 2026

[VÍDEO]: Allyson “ressuscita” jingle de Geraldo Melo e aposta no passado

 


  • Música que marcou eleição histórica volta à cena e levanta comparações na disputa estadual

O candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra, resolveu buscar inspiração no passado e adotou em sua campanha o famoso jingle que marcou a vitória do ex-governador e ex-senador Geraldo Melo: “Sopra um vento forte no Rio Grande do Norte”. A música foi símbolo da campanha que levou Geraldo ao governo, em um momento histórico da política potiguar.

A reutilização do slogan chama atenção e provoca comparações inevitáveis. Ao trazer de volta uma marca tão emblemática, Allyson tenta se associar a um tempo de renovação política, mas também levanta questionamentos sobre a falta de identidade própria em sua campanha.

Entre a homenagem e a estratégia, o fato é que o “vento” agora sopra em outro contexto — e o eleitor é quem vai decidir se a releitura tem força suficiente para repetir o impacto do passado ou se ficará apenas como uma lembrança reciclada na disputa de 2026.

Política São José do Seridó: sob articulação de Dr Tadeu grupo forte fecha com Allyson para o governo

 


O mais recente apoio do prefeito de Caicó, Dr. Tadeu, ao pré-candidato a governador do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, já começa a produzir efeitos políticos concretos no Seridó. A entrada de Tadeu na coordenação política da campanha de Allyson na região abriu novas portas e tornou o ambiente político mais favorável ao ex-prefeito de Mossoró, especialmente em municípios estratégicos do Seridó.

Já nesta quarta-feira, em São José do Seridó, uma forte articulação conduzida pessoalmente por Dr. Tadeu conseguiu unificar setores importantes da oposição local em torno do projeto político de Allyson Bezerra para o Governo do Estado.

Sob o comando político de Dr. Tadeu, o grupo oposicionista de São José do Seridó fechou questão em apoio ao pré-candidato ao Governo. O bloco reúne os vereadores Bebé, André e Solteiro, além de suplentes de vereadores e diversas lideranças políticas locais, todos marchando agora no mesmo rumo político. A avaliação nos bastidores é que o apoio de Dr. Tadeu deu novo impulso à campanha de Allyson no Seridó e poderá ampliar ainda mais o número de adesões nos próximos dias.

Reportagem do Globo Rural divulga mecanização da agricultura familiar no RN e trabalho do ex-secretário Alexandre Lima é destaque

 

Imagem: reprodução

O processo de mecanização da agricultura familiar no Rio Grande do Norte foi destaque no Globo Rural deste domingo com foco no projeto experimental na cidade de Apodi realizado numa parceria entre a Universidade Agrícola da China, Universidade do Estado do Rio Grade do Norte (Uern), IFRN, Consórcio Nordeste e Governo do RN.

A reportagem explicou como a mecanização da agricultura familiar está tornando o trabalho mais eficiente com ganho de tempo na produção. O que antes era feito em 20 dias, agora se faz em duas horas.

Quem foi um dos destaques na reportagem foi o professor Alexandre Lima, que esteve entre os idealizadores do projeto quando era secretário estadual de agricultura familiar.

“”A mecanização e a tecnificação da agricultura familiar têm várias dimensões no que diz respeito à sua importância. A primeira delas é que é um processo de reparação histórica, né? Porque o Estado brasileiro fez uma opção em deixar a agricultura familiar de lado. Fez uma opção em privilegiar, durante o seu processo de mecanização, máquinas de grande porte que excluíram a agricultura familiar”, afirmou ao Blog do Barreto.

“Então, ao fazer o processo de mecanização com pequenas máquinas, possibilita que a agricultura familiar possa produzir de forma mais eficiente, possa resolver o problema da carência de mão de obra — que não é uma questão só do campo brasileiro, mas do campo mundial —, possibilita a inclusão das mulheres, possibilita a ampliação da produção de alimentos que chegam à mesa do povo brasileiro”, acrescentou.

Alexandre disse que a reportagem demonstra a importância da mecanização da agricultura familiar, tornando o assunto um tema nacional.

“Essa matéria do Globo Rural ela é importante porque ela publiciza e nacionaliza o esforço que vem sendo feito nos últimos anos pelo Consórcio Nordeste, né, os governos do Nordeste, pelo governo do Rio Grande do Norte, de travar esse debate público, de pautar esse tema da mecanização, coisa que antes não acontecia”, frisou.

“Então, eh, com esse tipo de reportagem esse trabalho passa a ter uma dimensão nacional e é mais um passo importante, né, no sentido de jogar luz sobre esse tema e demonstrar para toda a sociedade brasileira a importância da mecanização para a agricultura familiar, que é justamente esse setor do rural brasileiro que coloca comida na mesa do povo brasileiro”, complementou.

O ex-secretário ainda lembrou do exemplo que a China deu ao mundo com a mecanização da agricultura familiar e destacou a parceria entre a Universidade Agrícola da China com a Uern.

“E a parceria com a universidade agrícola é importante porque a trajetória da mecanização chinesa foi muito pautada pelas máquinas de pequeno porte. Então existe uma gama muito grande de opções de máquinas que ainda não existem no Brasil e dialogar com essa experiência, não como um modelo pronto e acabado, mas como uma referência, é fundamental para que a gente acelere esse processo de mecanização”, comentou.

“Por isso que é tão importante essa parceria com o Brasil e com a China, que envolve as universidades do semiárido, envolve a UFERSA, envolve a UFRN, envolve a UERN, que coordena a residência tecnológica, né, onde estudantes chineses estão apoiando esse processo de adaptação, esse processo de nacionalização das máquinas para a realidade do Nordeste, a realidade do Rio Grande do Norte”, reforçou.

 

Presidente Lula assina medida próvisoria do Desenrola lançado com desconto médio de 65% a 90% nas dívidas

 

Foto: reprodução/ICL

ICL Notícias

O governo federal deu início a uma nova fase do programa de renegociação de dívidas, o Novo Desenrola Brasil, com foco em aliviar o orçamento das famílias e reduzir o nível de inadimplência no país. A medida provisória foi assinada nesta segunda-feira (4), e a adesão começa já nos dias seguintes, diretamente pelos canais oficiais dos bancos.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, deu detalhes do programa. Voltado para pessoas com renda de até cinco salários mínimos (cerca de R$ 8.105), o Novo Desenrola contempla dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2026, desde que estejam em atraso entre 90 dias e dois anos. Entram na renegociação débitos de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal (CDC) e também contratos do Fies.

Entre os principais atrativos estão os juros limitados a 1,99% ao mês e descontos que podem variar de 30% a 90% sobre o valor original da dívida. Segundo o governo, o desconto médio deve ficar em torno de 65%, o que pode representar uma redução significativa para milhões de brasileiros.

Outro ponto relevante é a possibilidade de usar até 20% do saldo do FGTS para abater parte da dívida. Nesse caso, a operação será feita entre instituições financeiras: após autorização do trabalhador, a Caixa Econômica Federal transfere o valor diretamente ao banco credor.

Diferentemente da edição anterior, lançada em 2023, a renegociação não será feita por uma plataforma centralizada. Agora, o processo ocorre diretamente com os bancos onde a dívida foi contraída. A expectativa é que haja um prazo de carência de até um mês para o início dos pagamentos, momento em que o nome do consumidor poderá ser retirado dos cadastros de inadimplência. O parcelamento pode chegar a até quatro anos.

Beneficiários do Novo Desenrola Brasil não poderão acessar plataformas de bets

Como contrapartida, quem aderir ao programa ficará impedido de acessar plataformas de apostas online por um período de um ano. Ao comentar a medida, o presidente Lula afirmou: “Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet“.

O lançamento ocorre em um cenário de alto endividamento. Dados do Banco Central mostram que, no fim de 2024, cerca de 117 milhões de brasileiros tinham algum tipo de dívida com instituições financeiras. Além disso, quase 30% da renda das famílias está comprometida com o pagamento de débitos — o maior nível da série histórica.

A nova fase do Desenrola também surge em um contexto político desafiador. Com dificuldades para avançar em pautas estruturais no Congresso, o governo tem apostado em medidas com impacto direto no cotidiano da população, especialmente aquelas ligadas à renda, crédito e consumo.

Internamente, programas como esse são vistos como ferramentas capazes de melhorar a percepção econômica entre os eleitores, sobretudo entre os mais afetados pelo endividamento. A estratégia busca, ao mesmo tempo, reduzir a dependência de negociações no Legislativo e reforçar a narrativa de recuperação econômica e social.

Na primeira versão, em 2023, o Desenrola beneficiou mais de 15 milhões de pessoas e viabilizou a renegociação de cerca de R$ 53 bilhões em dívidas. Agora, a expectativa é ampliar esse alcance e oferecer um novo fôlego financeiro para as famílias brasileiras.

 

Notas Samanda apresenta ao prefeito Paulinho Freire recursos articulados em Brasília e reforça compromisso com Natal

 


A vereadora de Natal Samanda Alves (PT) se reuniu, nesta terça-feira (5), com o prefeito Paulinho Freire (União) para tratar da liberação de recursos federais e avançar em projetos estruturantes para a capital.

Durante o encontro, Samanda apresentou atualizações sobre convênios junto ao Governo Federal e reforçou a atuação do seu mandato na articulação em Brasília, em diálogo com a Secretaria de Relações Institucionais e a Casa Civil. A parlamentar destacou que recursos firmados entre 2021 e 2022 só começaram a ser pagos na atual gestão federal. “Todos os valores foram liberados no governo do presidente Lula. Só este ano, já são mais de R$ 12 milhões destinados a Natal referente aos seis convênios apresentados”, afirmou.

Entre os avanços, Samanda ressaltou a liberação de quase R$ 9 milhões para a conclusão da obra da Praia do Meio, demanda que contou com o reforço dos deputados Natália Bonavides e Fernando Mineiro.

A vereadora também adiantou ao prefeito a inclusão de um novo projeto de mobilidade urbana no PAC, após reformulação da proposta da trincheira da avenida Salgado Filho. A expectativa é de publicação ainda esta semana, garantindo recursos para execução da obra.

Ao final, Samanda reforçou seu papel de articulação institucional em favor da cidade. “Acima das diferenças políticas, está o compromisso com Natal. Nosso mandato segue trabalhando para garantir investimentos e melhorar a vida da população”, concluiu.

Fim da escala 6×1? Comissão acelera debates e pode votar mudança ainda em maio

 06/05/2026 06h19

Foto: Zeca Ribeiro/Agência Câmara

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a proposta de redução da jornada de trabalho no regime 6×1 avançou nesta terça-feira (5) na tramitação do tema e acelerou o cronograma de discussões. A expectativa é de que o texto possa ser votado ainda na segunda quinzena de maio.

O colegiado aprovou requerimentos para a realização de audiências públicas com ministros de Estado, representantes do Banco Central, centrais sindicais e setores produtivos. Também foram autorizados estudos técnicos e simulações para avaliar os impactos da proposta na economia, no emprego e na renda.

Entre os convidados das discussões estão o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, e o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, além de representantes de entidades sindicais e empresariais. As primeiras reuniões devem ocorrer nos próximos dias.

O plano de trabalho prevê ao menos dois debates semanais em Brasília e encontros em estados como Paraíba, Minas Gerais e São Paulo. O relator da comissão, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), pretende apresentar seu parecer até 20 de maio, com possibilidade de votação no colegiado no dia 26 e envio da proposta ao plenário ainda no fim do mês.

[VÍDEO] Bate-boca e ameaça travam Conselho de Ética e Câmara suspende deputados por 60 dias

 



Imagens: Reprodução/Agência Câmara

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (5), a suspensão por dois meses dos deputados federais Zé Trovão (PL-SC), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Marcos Pollon (PL-MS), por participação em um motim que bloqueou os trabalhos da Mesa Diretora em agosto de 2025.

A decisão foi tomada após análise de processos abertos pela Mesa Diretora, que apontou quebra de decoro durante a ocupação do plenário, quando os parlamentares impediram o presidente da Casa de assumir a cadeira.

Segundo o relatório aprovado, houve obstrução direta das atividades legislativas, com registros audiovisuais que comprovariam a conduta dos deputados durante o episódio.

Durante a sessão, houve tentativas de adiamento por parte da oposição, mas o Conselho manteve a votação e concluiu a análise ainda no mesmo dia.

[VÍDEO] “Extorsão e chantagem”: vereador Léo Souza denuncia campanha de difamação em Natal

 06/05/2026 06h17

Imagens: Reprodução/Léo Souza

O vereador de Natal, Léo Souza (Republicanos), afirmou nas redes sociais que está sendo vítima de um processo de extorsão, chantagem, calúnia e difamação, envolvendo uma pessoa ligada ao período de sua campanha eleitoral.

Segundo ele, o caso se arrasta há cerca de um ano e envolve ameaças e cobranças que ele classifica como ilegais, ultrapassando o campo político e atingindo sua família.

Léo Souza afirma que o episódio evoluiu para o que chama de “campanha de exposição e difamação articulada”, após ele se recusar a ceder às exigências apresentadas.

O vereador disse ainda que tentou apresentar sua versão dos fatos, mas encontrou um ambiente que considera “orquestrado” e sem disposição de diálogo. Ele afirma que o caso já está judicializado e que houve decisão favorável em uma das medidas.

Por fim, declarou que seguirá exercendo o mandato normalmente enquanto aguarda o andamento das investigações e decisões judiciais.

[VÍDEO] Cármen Lúcia afirma que urnas eletrônicas “acabaram com fraudes eleitorais”

 06/05/2026 06h07

Imagens: Reprodução/Congresso em Foco

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou que as urnas eletrônicas “acabaram com as fraudes eleitorais” no Brasil. A declaração foi feita durante evento que marcou os 30 anos do sistema eletrônico de votação no país, em Brasília, conforme o Congresso em Foco.

Segundo a ministra, o modelo adotado desde 1996 eliminou possibilidades de irregularidades como o voto em nome de outra pessoa e a divergência entre votos registrados e resultados apurados.

Cármen Lúcia destacou ainda que o sistema eletrônico de votação trouxe maior agilidade e confiabilidade ao processo eleitoral brasileiro, permitindo a totalização dos votos poucas horas após o encerramento da votação.

De acordo com a Justiça Eleitoral, o sistema conta com diferentes camadas de segurança e mecanismos de auditoria ao longo de todo o processo, desde a geração dos dados até a apuração final.

 

Senado aprova criação da Universidade Federal Indígena; primeira sede será em Brasília

 06/05/2026 05h57

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

O Senado Federal aprovou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind). A proposta recebeu parecer favorável do líder do MDB, Eduardo Braga (AM), e foi aprovada em votação simbólica. O texto segue agora para sanção do presidente Lula (PT).

A iniciativa foi apresentada pelo Ministério da Educação (MEC) e prevê que a nova instituição seja uma autarquia federal vinculada à pasta. A primeira sede será instalada em Brasília (DF), com possibilidade de expansão para outras regiões do país, conforme a distribuição dos povos indígenas.

De acordo com o projeto, o MEC será responsável por indicar o primeiro reitor e vice-reitor da universidade, que deverão ser, obrigatoriamente, docentes indígenas.

A Unind terá como objetivo a produção de conhecimento científico e técnico voltado ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental, além da garantia de direitos indígenas, em articulação com saberes tradicionais.

O texto também prevê que a instituição poderá adotar processos seletivos próprios, com critérios específicos para assegurar um percentual mínimo de estudantes indígenas.