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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Governo Lula zera impostos federais da gasolina por 30 dias

 


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo Lula (PT) anunciou nesta sexta-feira (9), a 16 dias do segundo turno, novas medidas para tentar baratear os combustíveis. A principal é a retirada dos impostos federais sobre a gasolina por 30 dias. O governo também ampliou o subsídio ao etanol.

Na gasolina, a desoneração foi ampliada em R$ 0,26 por litro, além dos R$ 0,63 anunciados anteriormente. Segundo o governo, o custo dessa medida será de R$ 2,8 bilhões no período, com acréscimo de R$ 700 milhões pela nova redução.

Para o etanol, foi mantida a desoneração de R$ 0,19 por litro e elevado o subsídio de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro. O impacto fiscal informado é de R$ 800 milhões.

As medidas para os dois combustíveis somam R$ 3,6 bilhões durante os 30 dias de vigência. O anúncio ocorre em meio à disputa eleitoral e às pressões sobre os preços provocadas pela guerra no Oriente Médio.

Com informações da CNN Brasil

VÍDEO] “PERSONAGEM”: Cadu de Lula fala sobre segundo turno e diz que RN está descobrindo que Allyson “é uma ilusão”

 

O candidato ao Governo do Estado Cadu de Lula (PT) acusou o seu adversário Allyson Bezerra (União Brasil) de ser um “personagem” e afirmou que a população do Rio Grande do Nortes está percebendo que ele é uma “ilusão”. A declaração foi dada nesta sexta-feira (9) em entrevista ao programa “Meio Dia RN”, na 96 FM.

“A gente, nos últimos 15 dias da campanha, foi sentindo nas ruas que as pessoas estavam se apaixonando pelo nosso projeto, encontrando no nosso projeto verdade e compromisso. Não é um projeto de um personagem, de uma ilusão, como é o outro projeto que está disputando comigo no segundo turno”, disse.

Cadu também comentou o resultado do primeiro turno, que, ao contrário do que indicava a maioria das pesquisas, mostrou uma situação de quase empate nas urnas entre ele e Allyson, com uma vantagem estreita para o ex-prefeito de Mossoró.

“A gente sabia que era uma eleição muito acirrada, que tinha três projetos muito fortes aqui no estado. O nosso projeto, o projeto de Álvaro Dias e uma candidatura que não teria como ganhar no primeiro turno. (…) A gente tem o sentimento hoje de que a nossa campanha tomou corpo e o povo está enxergando no nosso projeto verdade, trabalho, honestidade e está descobrindo o que tem do outro lado”, afirmou.

Geral Paulinho Freire deverá anunciar apoio a Allyson Bezerra neste sábado (10)

 

Foto: José Aldenir

O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), deverá anunciar neste sábado (10) apoio à candidatura de Allyson Bezerra (União Brasil) ao Governo do Rio Grande do Norte.

O anúncio é aguardado para este sábado, mas detalhes sobre o local e o formato da manifestação ainda não foram informados.

Allyson disputa o segundo turno da eleição contra o candidato do PT, Cadu de Lula.

[VÍDEO] “É UM CARA DE PAU”: Cadu rebate acusação de Allyson Bezerra de “uso da máquina” do Governo do Estado no 1º turno

 

Cadu Xavier (PT) rebateu, em entrevista nesta sexta-feira (9) ao programa “Meio Dia RN”, na 96 FM, a acusação de Allyson Bezerra (União Brasil) sobre o suposto uso da máquina do Governo do Estado no primeiro turno das eleições no Rio Grande do Norte. “É um cara de pau”, declarou o petista.

“Allyson é o cara que tem a história que ele tem, tem vídeos do prefeito de Mossoró, que é aliado dele, pedindo voto condicionado à prestação de serviço público. No dia da eleição, foram pegos aqui santinhos, lá em Baraúna, com o número dele, com dinheiro, com possível compra de voto”, disse, devolvendo a acusação ao adversário.

Cadu reafirmou que Allyson “é um personagem que, aos poucos, o Rio Grande do Norte está percebendo quem é”.

“FARSA”: Campanha de Lula anuncia ações contra Veja e Vorcaro após relato de financiamento de documentário

 

Foto: Ricardo Stuckert

A campanha de Lula (PT) anunciou nesta sexta-feira (9) cinco medidas contra as acusações de que Daniel Vorcaro teria financiado um documentário sobre o presidente. A reação veio após a Veja divulgar um áudio do ex-banqueiro e relatar supostos pagamentos de cerca de R$ 30 milhões para a produção.

Os advogados anunciaram pedido de direito de resposta, ação por danos morais, queixa-crime contra Vorcaro, solicitação de investigação à PF e pedido à Justiça Eleitoral para impedir o uso das acusações na propaganda. Os comunicados não esclarecem se as medidas já foram protocoladas.

A campanha classificou o episódio como uma “farsa” para tentar interferir no resultado eleitoral e acusou Flávio Bolsonaro (PL) de articulação com Vorcaro e a revista Veja. De acordo com o UOL, não foram apresentadas provas dessa suposta atuação conjunta. Lula negou ter solicitado ou recebido recursos do ex-banqueiro.

A PF informou que Vorcaro não prestou depoimento nem entregou documentos com o conteúdo descrito pela Veja. O UOL também não encontrou registros do suposto financiamento nas mensagens analisadas, o que, por si só, não comprova que os repasses não ocorreram. Os produtores negam ter recebido recursos de Vorcaro.

Com informações do UOL

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

[VÍDEO] “TROUXA” e “BOLSONARISTA DE MERDA”: Pavanato bate boca em aeroporto com Boulos

 



Lucas Pavanato e Guilherme Boulos protagonizaram uma discussão no Aeroporto de Brasília, nesta quinta-feira (8), segundo vídeo divulgado pelo perfil Space Liberdade no X, antigo Twitter. Durante o bate-boca, Pavanato destacou sua votação na eleição para deputado federal.

“Fui o mais votado de São Paulo: 3 milhões de votos, seu trouxa”, provocou o deputado eleito, conforme o trecho reproduzido pela publicação. Boulos rebateu dizendo: “Estou cagando pra você, seu bolsonarista de merda”.

Ato pró-Lula mobiliza estudantes e expõe pressão política nas instituições federais

 

Reprodução

Uma mobilização de estudantes da área da Saúde em apoio ao presidente Lula tomou as ruas de Natal nesta quinta-feira (8), em frente às instituições de ensino federal. O ato reuniu os apoiadores em frente HUOL e IFRN, posteriormente seguindo para a Praça Cívica, onde os manifestantes continuam reunidos.

A convocação que circulou nas redes sociais foi organizada com horário definido, orientação para confecção de cartazes, deslocamento em grupo, uso de roupas vermelhas ou camisas dos cursos e até instruções específicas para o momento da fotografia.

O material também orienta os participantes a não utilizarem crachás institucionais durante o ato e pede que os estudantes mantenham uma postura pacífica e organizada para transmitir a mensagem do movimento.

O Blog do BG tem recebido sucessivas denúncias de que estudantes que não são apoiadores de Lula tem sido coagidos, transformando o ambiente das instituições federais em espaço de disputa política.

Distância entre entrevistas e eleição ajuda a explicar diferenças entre pesquisas e urnas no RN

 

A comparação entre as pesquisas para o Governo do Rio Grande do Norte e o resultado das urnas precisa levar em consideração um elemento que muitas vezes passa despercebido: quando os eleitores foram efetivamente entrevistados.

No conjunto de 17 pesquisas analisadas pelo Blog do Barreto, o intervalo entre o encerramento do trabalho de campo e a eleição de 4 de outubro variou de nove dias a apenas um dia. A Qualittá, por exemplo, realizou suas entrevistas entre 20 e 25 de setembro. Já a Quaest ouviu os eleitores nos dias 2 e 3 de outubro.

Isso significa que, embora todas tenham sido divulgadas relativamente perto da eleição, elas não necessariamente fotografaram o mesmo momento da disputa.

Data da divulgação não é data da pesquisa

Essa distinção é fundamental. Uma pesquisa divulgada na sexta-feira anterior à eleição pode ter entrevistado seus participantes vários dias antes. Portanto, para analisar o desempenho de um levantamento diante das urnas, o período de campo é uma referência temporal mais adequada do que apenas a data em que seus números chegaram ao público.

A própria regulamentação eleitoral trata o período de realização como informação essencial. A Resolução 23.600 do Tribunal Superior Eleitoral determina que o registro contenha metodologia e período de realização e estabelece que, na divulgação, deve ser informado o período da coleta de dados.

Em setembro, o TSE ampliou ainda a transparência do PesqEle para detalhar a execução do trabalho de campo, incluindo a janela exata de início e término da aplicação das entrevistas.

Pesquisas fotografam momentos diferentes

A consequência é relativamente simples: uma pesquisa não mede como o eleitor votará no futuro; mede as respostas obtidas durante sua janela de coleta, dentro de determinada metodologia e amostra.

No nosso levantamento, a diferença temporal é considerável. A distribuição ficou assim:

PesquisaPeríodo de campoFim do campo antes da eleição
Qualittá20 a 25/99 dias
DataCapital22 a 26/98 dias
IP Sensus23 a 27/97 dias
Consult/TN24 a 28/96 dias
Pitágoras/Via Certa25 a 28/96 dias
Affare/BG26 a 28/96 dias
Perfil/BG26 a 29/95 dias
TCM/TS226 a 30/94 dias
Seta27 a 30/94 dias
Metadata/Grupo Dial28 a 30/94 dias
Exatus/Agora RN28 a 30/94 dias
Media/O Potengi27/9 a 1/103 dias
ITEM/Difusora28/9 a 1/103 dias
AtlasIntel27/9 a 2/102 dias
Veritá28/9 a 2/102 dias
DataVero/Diário do RN30/9 a 2/102 dias
Quaest/Inter TV2 a 3/101 dia

A legislação eleitoral reforça justamente a importância dessa informação ao exigir que metodologia, período de realização, plano amostral, margem de erro e nível de confiança estejam associados à pesquisa registrada.

Quanto maior o intervalo, maior a possibilidade de o cenário ter mudado

Isso não significa que uma pesquisa realizada nove dias antes seja metodologicamente inferior a outra feita na véspera. Distância temporal e qualidade metodológica são coisas diferentes.

O que muda é o objeto temporal da medição.

Entre o último questionário de uma pesquisa e a abertura das urnas podem ocorrer debates, entrevistas, fatos políticos, movimentações de campanha, propaganda, decisões de eleitores anteriormente indecisos e mudanças de preferência. Se isso acontecer, uma pesquisa anterior não poderia capturar posteriormente essa movimentação.

Por isso, seria inadequado atribuir automaticamente à metodologia de um instituto toda diferença entre pesquisa e urna sem observar primeiro quando aquela pesquisa foi realizada.

O inverso também merece atenção: proximidade temporal não garante, por si só, maior proximidade estatística com as urnas. Amostragem, ponderação, modo de entrevista, margem de erro, não resposta e outras decisões metodológicas continuam relevantes.

A urna não transforma retroativamente a pesquisa em “certa” ou “errada”

Há ainda uma diferença conceitual importante. Pesquisa eleitoral e resultado eleitoral não medem exatamente a mesma coisa.

A pesquisa registra respostas de uma amostra em determinado período. A urna contabiliza o voto efetivamente depositado por quem compareceu à eleição.

Assim, quando se compara pesquisa e urna, a diferença encontrada reúne potencialmente diversos componentes: erro amostral, fatores metodológicos, mudanças reais ocorridas depois da coleta e diferenças entre intenção declarada e comportamento efetivo no dia da eleição.

É justamente por isso que o TSE exige a divulgação de informações como período de coleta, margem de erro e nível de confiança.

O fator tempo deve entrar no nosso comparativo

No caso das 17 pesquisas que estamos confrontando com as urnas do RN, portanto, a análise do erro médio ganha uma segunda dimensão.

Não basta perguntar “qual pesquisa ficou mais perto das urnas?”. É preciso acrescentar uma questão objetiva: “quantos dias antes da eleição aquela fotografia foi feita?”

Uma diferença registrada por um levantamento cujo campo terminou em 25 de setembro possui contexto temporal distinto de uma diferença encontrada em pesquisa encerrada em 3 de outubro.

Isso não elimina nem substitui a comparação estatística que fizemos. Mas acrescenta uma informação essencial para interpretá-la corretamente.

A partir daí, o próximo cruzamento possível é bastante esclarecedor: colocar lado a lado, para cada uma das 17 pesquisas, dias entre o fim do campo e a eleição e diferença absoluta em relação às urnas. Esse cruzamento permite verificar descritivamente se, neste conjunto específico do RN, as pesquisas realizadas mais perto de 4 de outubro também terminaram mais próximas do resultado efetivamente apurado, sem presumir que a distância temporal seja a única causa das diferenças.

Prefeitos e ex-prefeitos reforçam aliança com Cadu de Lula no 2º turno

 

Foto: cedida

A candidatura de Cadu de Lula ao governo do estado ganha forte adesão no interior do Rio Grande do Norte com a chegada de prefeitos e ex-prefeitos ao projeto para o segundo turno. Entre os nomes que oficializaram apoio nesta primeira semana do segundo turno estão o prefeito Joquinha Nogueira e o ex-prefeito Flávio de Berói, de Nova Cruz; o prefeito Joca Basílio, de Riachuelo; o prefeito Acácio, de Serra Negra do Norte; além do ex-prefeito Nixon Baracho, de Alto do Rodrigues.

As declarações de apoio foram confirmadas em encontros de alinhamento político para traçar as estratégias de mobilização. Durante as reuniões, as lideranças municipais destacaram o diálogo aberto como fator essencial para assegurar um política de desenvolvimento local e garantir a continuidade das ações estaduais nas cidades potiguares.

Com a expansão do grupo no Agreste, Seridó, Potengi e Vale do Açu, a campanha fortalece sua articulação política diretamente com a população e as bancadas locais. O candidato Cadu de Lula celebrou a união de forças ao afirmar: “essa é uma semana com muito diálogo pensando no futuro do nosso Rio Grande do Norte. Receber esses apoios nos dá ainda mais energia para seguir em frente rumo à vitória”.

O engajamento das lideranças do interior consolida a estratégia de palanque amplo no segundo turno, visando ampliar a votação nas zonas urbanas e rurais de todo o estado. A expectativa é que novas adesões sejam anunciadas ao longo dos próximos dias.

Metadata, ITEM e Seta lideram levantamento agregado de pesquisas eleitorais no RN em 2026 entre os institutos locais

 

Foto: reprodução

Os institutos Metadata, ITEM e Seta apresentaram os menores erros médios agregados entre os institutos incluídos em um levantamento que reúne os resultados das pesquisas eleitorais para Senado, Governo do Estado e Presidência da República no Rio Grande do Norte em 2026. A análise foi elaborada a partir dos dados publicados pelo Blog do Barreto, que comparou as estimativas dos institutos com os resultados das urnas nas três disputas – presidente, governo e senado no RN.

Metadata e ITEM aparecem empatados na primeira colocação, ambos com Erro Absoluto Médio (EAM) de 3,8 pontos percentuais. O Seta aparece logo em seguida, com 3,9 pontos.

Na sequência aparecem Consult/Tribuna do Norte e Exatus, ambos com EAM de 4,0 pontos percentuais após o arredondamento. Affare e DataVero registram 4,4, seguidos por Pitágoras/Via Certa (5,2), Data Capital (5,3), TS2/TCM (5,5) e Perfil (5,6). A comparação considera os 11 institutos do RN incluídos na tabela agregada.

O levantamento permite observar o desempenho das pesquisas de maneira mais abrangente, reunindo três disputas eleitorais distintas em um único indicador. A proximidade dos resultados de Metadata, ITEM e Seta mostra que a diferença entre os três ficou abaixo de um décimo de ponto percentual no EAM geral. O indicador, entretanto, mede a proximidade numérica das estimativas em relação às urnas e não representa, isoladamente, uma avaliação da qualidade metodológica de cada instituto.

Metodologia

O levantamento utiliza os Erros Absolutos Médios (EAMs) das pesquisas para Senado, Governo e Presidência publicados pelo Blog do Barreto, calculados a partir das diferenças absolutas entre as estimativas dos institutos de pesquisa do RN e os resultados eleitorais. Para obter o EAM geral, foi utilizada a média aritmética simples dos três indicadores, atribuindo peso igual a cada cargo