O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou as aprovações de crédito para o Rio Grande do Norte no 1º semestre de 2026, alcançando R$ 689,5 milhões. O valor aprovado para o estado foi 160,3% superior ao mesmo período de 2025 (R$ 264,9 milhões).
Os recursos aprovados atenderam todos os setores da economia, como infraestrutura (R$ 531,8 milhões), comércio e serviços (R$ 115,8 milhões), indústria (R$ 26,3 milhões) e agropecuária (R$ 15,6 milhões). Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 204,3 milhões do crédito aprovado, crescimento de 341,1% em relação a 2025 (R$ 46,3 milhões). Os dados são do resultado do 1º semestre do BNDES, divulgados nesta quarta-feira (12).
“O avanço dos investimentos do BNDES no Rio Grande do Norte é resultado de uma estratégia implantada a partir de 2023 que passou a contar com orçamento dedicado e condições financeiras diferenciadas para o Nordeste. O Banco tem impulsionado setores estratégicos da região, do agronegócio à indústria, passando por infraestrutura, comércio e serviços. É um movimento que também amplia o acesso ao crédito para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), fortalecendo a economia local de ponta a ponta. No estado, os recursos para indústria neste primeiro semestre tiveram aumento de 481%; e para infraestrutura, 139%, ante 2025”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Nordeste
As aprovações de crédito para a Região Nordeste alcançaram R$ 10,8 bilhões no 1º semestre de 2026, valor 184,3% superior ao realizado no mesmo período de 2025 (R$ 3,8 bilhões). Os valores aprovados neste semestre atenderam diferentes setores, como infraestrutura (R$ 5,9 bilhões), comércio e serviços (R$ 2,1 bilhões), indústria (R$ 1,7 bilhão) e agropecuária (R$ 1,1 bilhão). Do total das aprovações, R$ 5,2 bilhões foram para micro, pequenas e médias empresas, ante R$ 2,3 bilhões no período anterior, acréscimo de 127%. O volume de desembolso chegou a R$ 9 bilhões, ante R$ 6,3 bilhões no mesmo período de 2025.
Para a região, as aprovações desde 2023 chegaram a R$ 64,4 bilhões, valor 76,5% superior ao registrado entre 2019 e o 1º semestre de 2022 (R$ 36,5 bilhões).
Nacional
O BNDES registrou lucro recorrente de R$ 9,2 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025. No acumulado de 12 meses, o lucro recorrente chegou a R$ 17,1 bilhões, recorde histórico da instituição. Os resultados financeiros, divulgados nesta quarta-feira (12), também revelaram que o BNDES atingiu pela primeira vez na história ativos totais de R$ 1,05 trilhão, além do recorde histórico de R$ 181 bilhões no Patrimônio Líquido, reflexo da sustentabilidade e da solidez do Banco.
O desempenho operacional da instituição também segue com resultados robustos, com valores de consultas, aprovações e desembolsos superando as marcas dos últimos anos. O total de aprovações de crédito e operações garantidas aumentou 19% ante primeiro semestre de 2025, com injeção de crédito de R$ 154 bilhões, sendo R$ 43,4 bilhões em garantias.
As aprovações de crédito somaram R$ 110,6 bilhões, aumento de 52% ante 1º semestre de 2025. Os maiores crescimentos foram observados no crédito à infraestrutura (+ 91%) e agropecuária (+ 46%), somando R$ 46 bilhões e R$ 24,8 bilhões, respectivamente. Os créditos ao comércio e serviços somaram R$ 17,3 bilhões (+ 27%) e à indústria R$ 22,5 bilhões (+ 24%).
O apoio às MPMEs alcançou R$ 108,2 bilhões nos primeiros seis meses deste ano, maior valor da história para o período, com alta de 22% sobre 2025 (R$ 88,8 bilhões). As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros alcançaram R$ 43,4 bilhões, enquanto as aprovações de crédito somaram R$ 64,8 bilhões.
O volume dos desembolsos do BNDES alcançou R$ 74,8 bilhões no semestre, aumento de 37% em relação ao mesmo período de 2025, garantindo a continuidade do crescimento da carteira expandida. As consultas aumentaram 72% em relação ao primeiro semestre de 2025, totalizando R$ 237,7 bilhões.
A inadimplência da instituição, de 0,05% (90 dias), permanece expressivamente inferior à do Sistema Financeiro Nacional (4,68% geral e 0,66% para grandes empresas em junho de 2026).
OPINIÃO DOS LEITORES
Com esse volume de combustível utilizado e a quantidade de carros locados, a coisa deixa de ser vergonhosa para um total escárnio.
Não é possível ter um custo tão elevado com uma produtividade tão baixa.
Você anda pelos quatro cantos de Parnamirim e o que existe são problemas de todas as espécies e nada de soluções a curto e médio prazo.
Onde a prefeita se faz presente estão todos lá, no verdadeiro “beija-mão”.
Parnamirim não é uma megalópole que necessita de tantos carros para servirem às suas “excelências e seus aspones”. Mas como o dinheiro é público e faz parte do orçamento da Câmara, em razão do repasse do “duodécimo”, e não tem onde gastar, aí eles esbanjam com muita força.
Enquanto isso, nada de fato acontece em favor da população de Parnamirim, principalmente dos chamados carentes.
Deus tenha piedade dos moradores de Parnamirim, porque pelo andar da carruagem o gasto foi só do ano de 2025. Imagine como foi e está sendo o de 2026, em ano eleitoral.
Alô, alô, alô…MPRN e TCERN a população parnamiriense pede socorro!!
Numa das cidades mais planas do Brasil! Era melhor ter gasto com motoristas de aplicativo.
Foram a Marte?
Aff…
Só tem ladrão.
Os carros de lá devem ser só Landau e Opala!