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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Cresce expectativa de chuva para o Nordeste

                           

As condições presentes atualmente no oceano Pacífico equatorial apontam para uma boa estação chuvosa em 2017 no Nordeste. A previsão de alguns institutos aponta chuvas irregulares no mês de dezembro.
Para o próximo ano, mesmo que a La Niña não se forme oficialmente, existe uma condição mais fria do que o normal no Pacífico equatorial, que se desenha favorável ao Nordeste.

Assembleia homenageará Monsenhor Expedito em São Paulo do Potengi

                                 

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) confirmou na manhã desta quarta-feira (23) que a Casa fará uma sessão solene em homenagem ao centenário de Monsenhor Expedito, em São Paulo do Potengi. O anúncio aconteceu em reunião com o prefeito da cidade, Naldinho Cassimiro, o pároco Severino Ramos e o deputado Gustavo Fernandes (PMDB), propositor da sessão solene, que vai acontecer na Câmara Municipal, no próximo dia 13, às 16h.
“A Assembleia irá homenagear essa grande figura humana. O esforço de Monsenhor Expedito pelas adutoras marcou o nosso Estado e beneficiou milhares de pessoas e essa luta, sem dúvida nenhuma, inspira os constantes debates em nossa Casa”, afirma o presidente Ezequiel Ferreira.
Presente na reunião, o secretário legislativo e ex-deputado Elias Fernandes (PMDB) lembrou o esforço na Assembleia para aprovação da Lei que instituiu o Programa Estadual de Recursos Hídricos, em 1993. “Tornamos realidade o sonho do Monsenhor Expedito e ele sempre fazia questão de agradecer a essa Casa pelo empenho em levar água aos municípios do RN”, lembrou o ex-parlamentar. Hoje, o programa contempla 2.500 km de adutoras em todo o Estado.

Em 3 anos, seca severa no Nordeste causa prejuízo de R$ 103,5 bilhões

                                        

A seca severa que atinge o Nordeste causou um prejuízo de R$ 103,5 bilhões entre os anos de 2013 e 2015. O levantamento foi feito pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios), que usou os dados do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres –criado em dezembro de 2012 e coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.
Graças ao sistema, pela primeira vez foi possível mensurar os danos materiais causados pelos eventos naturais no país. A seca atinge o semiárido brasileiro desde 2012, com 33,4 milhões de pessoas afetadas. O levantamento aponta que todos os desastres naturais do país, entre 2013 e 2015, causaram prejuízo de R$ 173,5 bilhões. Ou seja, 60% do prejuízo no Brasil com todos os eventos extremos se concentraram pela falta de chuva no Nordeste.
Se somados aos prejuízos de outros Estados, o prejuízo com a seca foi de R$ 151 bilhões. Parte desse prejuízo fora do Nordeste se concentrou no Sudeste nos anos de 2013 e 2014, quando houve a crise hídrica. Nesses dois anos, o prejuízo na região chegou a R$ 32,5 bilhões.
UOL

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Em Fortaleza, hospital usa pele de tilápia como curativo para queimaduras

                              
Da gastronomia à medicina. A tilápia, um dos peixes mais produzidos e consumidos no Brasil, agora faz parte do tratamento de queimados do Instituto Dr. José Frota (IJF), principal unidade terciária de Fortaleza (CE). Há dois anos e meio, pesquisadores do hospital começaram a desenvolver um curativo usando a pele da tilápia para melhorar a cicatrização de queimaduras.
De lá para cá, foram 11 etapas pré-clínicas. Em julho deste ano, 30 pacientes com queimaduras de segundo grau superficiais e graves receberam o curativo. A fase clínica teve 94% de sucesso. Atualmente, 58 pacientes são voluntários na pesquisa, mas o tratamento será expandido para alcançar 100 pessoas.
“A pele da tilápia ajuda no processo de cicatrização, tamponando a ferida. Evita contaminação e perdas líquidas, diminui o número de troca de curativos e, consequentemente, diminui também a dor e o sofrimento do paciente”, afirmou o cirurgião plástico Edmar Maciel, coordenador da pesquisa e presidente do Instituto de Apoio ao Queimado (IAQ).
A pesquisa do IJF é a primeira no mundo a usar a pele de um animal aquático. A tilápia foi escolhida por ser um peixe criado em água doce, de rápida reprodução e por disseminar menos doenças. A pele do peixe pretende ser uma alternativa ao uso da pomada de sulfadizina de prata, utilizada no tratamento convencional de queimados.
Enquanto o medicamento requer que o curativo da queimadura seja renovado diariamente, o curativo de pele de tilápia, por exemplo, pode ser retirado somente no fim do tratamento de uma queimadura de segundo grau. Além disso, o novo tratamento não pede o uso de analgésicos e anestesias e o tempo de cicatrização é reduzido entre um e dois dias.
A rapidez do tratamento inovador está na pele da garçonete Maria Inês Cândido. Há cerca de um mês, ela teve queimaduras na mão, braço, rosto e pescoço em um acidente no restaurante em que trabalha na cidade de Russas, a 150 quilômetros de Fortaleza.
Transferida para a capital para fazer o tratamento, Maria Inês conta que percebeu a pele de tilápia secando sobre as queimaduras à medida que os ferimentos cicatrizavam. “Quando eu cheguei de Russas, minha pele estava horrível. O tratamento foi rápido. Após um mês e cinco dias, já estou aqui contando a história”, comemorou.
Diminuir o tempo de tratamento dos pacientes também reflete na gestão do Núcleo de Queimados do IJF, que viu esse tipo de atendimento crescer 13% nos últimos dois anos. “Essa nova tecnologia nos permite manter um atendimento com qualidade, mais humanizando, e suportar fisicamente a demanda. A gente passa menos tempo com o paciente internado”, disse o coordenador do núcleo, João Neto.
Prevista para terminar em julho de 2018, a pesquisa é realizada em parceria com o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da Universidade Federal do Ceará (UFC) e é financiada pela Enel, multinacional do setor de energia.
Em 2017, os pesquisadores planejam um estudo multicêntrico no Brasil, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiânia, Rio de Janeiro e Pernambuco. Após essa etapa, será realizado um estudo fora do Brasil. Ainda não há previsão de quando o tratamento estará disponível nos hospitais públicos e privados.

domingo, 20 de novembro de 2016

Transição administrativa começa em Cerro Corá

                          


Na manhã desta segunda-feira(21) o prefeito de Cerro Corá Raimundo Marcelino, Novinho esteve reunido com as equipes que vão atuar na transição municipal, foram apresentados os membros de sua equipe a equipe da prefeita eleita Graça Oliveira, ficou acordado entre as partes que o processo se dará com a entrega de um cheque list por parte da equipe da prefeita eleita Graça Oliveira as secretarias do município com as solicitações bases para o inicio da transição, esse processo terá um agendamento, Advogada Thaiz Moura coordenadora da equipe de transição da prefeita Graça articulou uma provável extensão na data de conclusão caso seja necessário.
Todo o processo será oficializado com o agendamento ao executivo que será sempre informado pela sua equipe, ainda esta semana o processo será iniciado pra valer.Por DJ Aildo







sábado, 19 de novembro de 2016

“Os Trapalhões” deve ser exibido na TV Aparecida;

                                                  

Renato Aragão fecha acordo com TV Aparecida para exibir “Os Trapalhões”, segundo informações do colunista Ricardo Feltrin, do Uol. A emissora exibirá um pacote com 12 filmes. Ainda segundo o colunista, os episódios devem ser exibidos a partir de abril de 2017, aos sábados. O padre William Betonio, diretor de programação da TV, revelou que Renato Aragão é devoto de Aparecida e aceitou um acordo em relação ao preço para vendas de direito.

Governo federal vai ajudar estados com repatriação e devoluções do BNDES

                                   
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse ontem (18) que a equipe econômica já identificou as fontes de recursos para ajudar os estados a ajustarem suas contas. Segundo o ministro, o dinheiro a ser arrecadado com a repatriação de recursos mantidos no exterior “é pouco” para atingir esse objetivo. Por isso, a outra fonte serão os R$ 100 bilhões em ativos a serem devolvidos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional, acrescentou.
 
“Isso está sendo visto. O presidente já tem notícias de que a área econômica identificou fonte e está cuidando da legalidade”, disse Padilha em entrevista à Rádio Gaúcha. “O dinheiro da repatriação é pouco. Esse é um dinheiro que deve entrar na composição, mas é pouco”, acrescentou, ao anunciar que os R$ 100 bilhões que o BNDES devolverá ao Tesouro Nacional também serão usados para ajudar aos estados. Segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, esses recursos, que seriam usados para a concessão de financiamento, estavam ociosos no BNDES, causando "custo desnecessário".
 
Padilha disse que, do ponto de vista do governo federal, “melhorou a situação no que diz respeito à possibilidade para a ajuda aos estados”. Agora, está sendo estudado como fazer isso. “Há, sim, vontade política do governo em encontrar uma solução. Sob o ponto de vista legal, amparável; e sob o ponto de vista fático, viável.”
 
De acordo com o ministro, outro ponto ainda em estudo é a fórmula que definirá como e quando a liberação desses recursos será aplicada. Padilha, no entanto, já descartou que seja adotado o mesmo critério do Fundo de Participação. “Nesse caso, Sul e Sudeste têm participação muito pequena e, portanto, não se resolveria o problema de seus estados. Então, tem de encontrar uma outra fórmula de negociação”, adiantou Padilha, que defende, também, contrapartidas dos estados, no sentido de adequarem seus gastos às receitas.
 
O Rio Grande do Norte é um dos estados que foi ao Supremo Tribunal Federal para tentar obter mais recursos da repatriação. O objetivo é conseguir mais R$ 211 milhões. 
 
Calendário
 
Sobre o calendário de liberação dos recursos, “a ideia do presidente Michel Temer é pactuar com os estados, que eles vão ajustar suas contas na fórmula que será afinada por cada um, e, com isso, vai haver liberação progressiva dos recursos. Não vai ser liberado tudo de uma vez só, mas na medida em que forem cumprindo metas”, disse o ministro. De acordo com o ministro, o presidente Temer se encontrará na próxima semana com os governadores para tratar do assunto. “Eles terão de apresentar demonstração clara de que vão ajustar suas constas. Se não, resolve hoje, mas daqui a um ano o problema está de volta.”
 
Padilha acrescentou que o governo está ciente das limitações dos estados, e que isso será levado em conta durante as negociações. “Eles têm de adaptar o seu gasto à sua receita, mas não conseguem fazer isso de uma hora para outra porque o corte pode ser alto. A ideia que o governo está estudando é a de se estabelecer um calendário. Estamos avançando nisso.” “Sabemos que é impossível o governo fazer com que a Lei de Responsabilidade Fiscal seja aplicada na plenitude porque a despesa ultrapassa em muito a receita. O objetivo dessa lei é que, no mais curto prazo possível, o estado sobreviva com a sua própria receita, o que hoje é impossível. Todos sabemos disso".

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Surgem as primeiras boas notícias sobre chuvas no Nordeste em 2017

                                    

Começam a surgir as primeiras boas notícias sobre o comportamento das águas do Pacífico, que determinam as estações de chuva e seca no Nordeste brasileiro. Há indícios de que o fenômeno “La Niña” deve chegar em outubro deste ano. “Mas embora seja animadora, a notícia não deve ser recebida como uma verdade absoluta. É uma informação técnica que deve ser analisada, sem, no entanto, descuidar da economia necessária de água diante da crise atual”, ressalta o agrônomo José Procópio de Lucena, articulador estadual do Seapac e atual presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu.
O “La Niña” já começa a se configurar no Oceano Pacífico a partir do início da próxima primavera e deve ser tão prejudicial para a agricultura quanto seu predecessor, El Niño (2015/16). Isso é o que apontam os meteorologistas da Climatempo, apontando que haverá secas no Sul e aumento das chuvas nas regiões Norte e Nordeste, por conta de mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao redor da Terra.
“La Niña é a fase fria de um fenômeno atmosférico-oceânico. Ela é caracterizada pelo esfriamento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical”, explica a meteorologista Bianca Lobo. Segundo ela, este fenômeno altera toda circulação de umidade e calor ao redor do globo, alterando ou potencializando características normais das estações do ano.