quinta-feira, 24 de novembro de 2016
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Cresce expectativa de chuva para o Nordeste
As condições presentes atualmente no oceano Pacífico equatorial
apontam para uma boa estação chuvosa em 2017 no Nordeste. A previsão de
alguns institutos aponta chuvas irregulares no mês de dezembro.
Para o próximo ano, mesmo que a La Niña não se forme oficialmente,
existe uma condição mais fria do que o normal no Pacífico equatorial,
que se desenha favorável ao Nordeste.
Assembleia homenageará Monsenhor Expedito em São Paulo do Potengi
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira
(PSDB) confirmou na manhã desta quarta-feira (23) que a Casa fará uma
sessão solene em homenagem ao centenário de Monsenhor Expedito, em São
Paulo do Potengi. O anúncio aconteceu em reunião com o prefeito da
cidade, Naldinho Cassimiro, o pároco Severino Ramos e o deputado Gustavo
Fernandes (PMDB), propositor da sessão solene, que vai acontecer na
Câmara Municipal, no próximo dia 13, às 16h.
“A Assembleia irá homenagear essa grande figura humana. O esforço de
Monsenhor Expedito pelas adutoras marcou o nosso Estado e beneficiou
milhares de pessoas e essa luta, sem dúvida nenhuma, inspira os
constantes debates em nossa Casa”, afirma o presidente Ezequiel
Ferreira.
Presente na reunião, o secretário legislativo e ex-deputado Elias
Fernandes (PMDB) lembrou o esforço na Assembleia para aprovação da Lei
que instituiu o Programa Estadual de Recursos Hídricos, em 1993.
“Tornamos realidade o sonho do Monsenhor Expedito e ele sempre fazia
questão de agradecer a essa Casa pelo empenho em levar água aos
municípios do RN”, lembrou o ex-parlamentar. Hoje, o programa contempla
2.500 km de adutoras em todo o Estado.
Em 3 anos, seca severa no Nordeste causa prejuízo de R$ 103,5 bilhões
A seca severa que atinge o Nordeste causou um prejuízo de R$ 103,5
bilhões entre os anos de 2013 e 2015. O levantamento foi feito pela CNM
(Confederação Nacional dos Municípios), que usou os dados do Sistema
Integrado de Informações sobre Desastres –criado em dezembro de 2012 e
coordenado pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.
Graças ao sistema, pela primeira vez foi possível mensurar os danos
materiais causados pelos eventos naturais no país. A seca atinge o
semiárido brasileiro desde 2012, com 33,4 milhões de pessoas afetadas. O
levantamento aponta que todos os desastres naturais do país, entre 2013
e 2015, causaram prejuízo de R$ 173,5 bilhões. Ou seja, 60% do prejuízo
no Brasil com todos os eventos extremos se concentraram pela falta de
chuva no Nordeste.
Se somados aos prejuízos de outros Estados, o prejuízo com a seca foi
de R$ 151 bilhões. Parte desse prejuízo fora do Nordeste se concentrou
no Sudeste nos anos de 2013 e 2014, quando houve a crise hídrica. Nesses
dois anos, o prejuízo na região chegou a R$ 32,5 bilhões.
UOL
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Em Fortaleza, hospital usa pele de tilápia como curativo para queimaduras
Da gastronomia à medicina. A tilápia, um dos peixes mais
produzidos e consumidos no Brasil, agora faz parte do tratamento de
queimados do Instituto Dr. José Frota (IJF), principal unidade terciária
de Fortaleza (CE). Há dois anos e meio, pesquisadores do hospital
começaram a desenvolver um curativo usando a pele da tilápia para
melhorar a cicatrização de queimaduras.
De lá para cá, foram 11 etapas pré-clínicas. Em julho deste ano, 30
pacientes com queimaduras de segundo grau superficiais e graves
receberam o curativo. A fase clínica teve 94% de sucesso. Atualmente, 58
pacientes são voluntários na pesquisa, mas o tratamento será expandido
para alcançar 100 pessoas.
“A pele da tilápia ajuda no processo de cicatrização, tamponando a
ferida. Evita contaminação e perdas líquidas, diminui o número de troca
de curativos e, consequentemente, diminui também a dor e o sofrimento do
paciente”, afirmou o cirurgião plástico Edmar Maciel, coordenador da
pesquisa e presidente do Instituto de Apoio ao Queimado (IAQ).
A pesquisa do IJF é a primeira no mundo a usar a pele de um animal
aquático. A tilápia foi escolhida por ser um peixe criado em água doce,
de rápida reprodução e por disseminar menos doenças. A pele do peixe
pretende ser uma alternativa ao uso da pomada de sulfadizina de prata,
utilizada no tratamento convencional de queimados.
Enquanto o medicamento requer que o curativo da queimadura seja
renovado diariamente, o curativo de pele de tilápia, por exemplo, pode
ser retirado somente no fim do tratamento de uma queimadura de segundo
grau. Além disso, o novo tratamento não pede o uso de analgésicos e
anestesias e o tempo de cicatrização é reduzido entre um e dois dias.
A rapidez do tratamento inovador está na pele da garçonete Maria Inês
Cândido. Há cerca de um mês, ela teve queimaduras na mão, braço, rosto e
pescoço em um acidente no restaurante em que trabalha na cidade de
Russas, a 150 quilômetros de Fortaleza.
Transferida para a capital para fazer o tratamento, Maria Inês conta
que percebeu a pele de tilápia secando sobre as queimaduras à medida que
os ferimentos cicatrizavam. “Quando eu cheguei de Russas, minha pele
estava horrível. O tratamento foi rápido. Após um mês e cinco dias, já
estou aqui contando a história”, comemorou.
Diminuir o tempo de tratamento dos pacientes também reflete na gestão
do Núcleo de Queimados do IJF, que viu esse tipo de atendimento crescer
13% nos últimos dois anos. “Essa nova tecnologia nos permite manter um
atendimento com qualidade, mais humanizando, e suportar fisicamente a
demanda. A gente passa menos tempo com o paciente internado”, disse o
coordenador do núcleo, João Neto.
Prevista para terminar em julho de 2018, a pesquisa é realizada em
parceria com o Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Medicamentos da
Universidade Federal do Ceará (UFC) e é financiada pela Enel,
multinacional do setor de energia.
Em 2017, os pesquisadores planejam um estudo multicêntrico no Brasil,
nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Goiânia, Rio de
Janeiro e Pernambuco. Após essa etapa, será realizado um estudo fora do
Brasil. Ainda não há previsão de quando o tratamento estará disponível
nos hospitais públicos e privados.
domingo, 20 de novembro de 2016
Transição administrativa começa em Cerro Corá
Na manhã desta segunda-feira(21) o
prefeito de Cerro Corá Raimundo Marcelino, Novinho esteve reunido com as
equipes que vão atuar na transição municipal, foram apresentados os
membros de sua equipe a equipe da prefeita eleita Graça Oliveira, ficou
acordado entre as partes que o processo se dará com a entrega de um
cheque list por parte da equipe da prefeita eleita Graça Oliveira as
secretarias do município com as solicitações bases para o inicio da
transição, esse processo terá um agendamento, Advogada Thaiz Moura
coordenadora da equipe de transição da prefeita Graça articulou uma
provável extensão na data de conclusão caso seja necessário.
Todo o processo será oficializado com o
agendamento ao executivo que será sempre informado pela sua equipe,
ainda esta semana o processo será iniciado pra valer.Por DJ Aildo
sábado, 19 de novembro de 2016
“Os Trapalhões” deve ser exibido na TV Aparecida;
Renato Aragão fecha acordo com TV Aparecida para exibir
“Os Trapalhões”, segundo informações do colunista Ricardo Feltrin, do
Uol. A emissora exibirá um pacote com 12 filmes. Ainda segundo o
colunista, os episódios devem ser exibidos a partir de abril de 2017,
aos sábados. O padre William Betonio, diretor de programação da TV,
revelou que Renato Aragão é devoto de Aparecida e aceitou um acordo em
relação ao preço para vendas de direito.
Governo federal vai ajudar estados com repatriação e devoluções do BNDES
O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse ontem
(18) que a equipe econômica já identificou as fontes de recursos para
ajudar os estados a ajustarem suas contas. Segundo o ministro, o
dinheiro a ser arrecadado com a repatriação de recursos mantidos no
exterior “é pouco” para atingir esse objetivo. Por isso, a outra fonte
serão os R$ 100 bilhões em ativos a serem devolvidos pelo Banco Nacional
do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional,
acrescentou.
“Isso está sendo visto. O presidente já tem notícias de que a área
econômica identificou fonte e está cuidando da legalidade”, disse
Padilha em entrevista à Rádio Gaúcha. “O dinheiro da repatriação é
pouco. Esse é um dinheiro que deve entrar na composição, mas é pouco”,
acrescentou, ao anunciar que os R$ 100 bilhões que o BNDES devolverá ao
Tesouro Nacional também serão usados para ajudar aos estados. Segundo o
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, esses recursos, que seriam
usados para a concessão de financiamento, estavam ociosos no BNDES,
causando "custo desnecessário".
Padilha disse que, do ponto de vista do governo federal, “melhorou a
situação no que diz respeito à possibilidade para a ajuda aos estados”.
Agora, está sendo estudado como fazer isso. “Há, sim, vontade política
do governo em encontrar uma solução. Sob o ponto de vista legal,
amparável; e sob o ponto de vista fático, viável.”
De acordo com o ministro, outro ponto ainda em estudo é a fórmula
que definirá como e quando a liberação desses recursos será aplicada.
Padilha, no entanto, já descartou que seja adotado o mesmo critério do
Fundo de Participação. “Nesse caso, Sul e Sudeste têm participação muito
pequena e, portanto, não se resolveria o problema de seus estados.
Então, tem de encontrar uma outra fórmula de negociação”, adiantou
Padilha, que defende, também, contrapartidas dos estados, no sentido de
adequarem seus gastos às receitas.
O Rio Grande do Norte é um dos estados que foi ao Supremo Tribunal
Federal para tentar obter mais recursos da repatriação. O objetivo é
conseguir mais R$ 211 milhões.
Calendário
Sobre o calendário de liberação dos recursos, “a ideia do
presidente Michel Temer é pactuar com os estados, que eles vão ajustar
suas contas na fórmula que será afinada por cada um, e, com isso, vai
haver liberação progressiva dos recursos. Não vai ser liberado tudo de
uma vez só, mas na medida em que forem cumprindo metas”, disse o
ministro. De acordo com o ministro, o presidente Temer se encontrará na
próxima semana com os governadores para tratar do assunto. “Eles terão
de apresentar demonstração clara de que vão ajustar suas constas. Se
não, resolve hoje, mas daqui a um ano o problema está de volta.”
Padilha acrescentou que o governo está ciente das limitações dos
estados, e que isso será levado em conta durante as negociações. “Eles
têm de adaptar o seu gasto à sua receita, mas não conseguem fazer isso
de uma hora para outra porque o corte pode ser alto. A ideia que o
governo está estudando é a de se estabelecer um calendário. Estamos
avançando nisso.” “Sabemos que é impossível o governo fazer com que a
Lei de Responsabilidade Fiscal seja aplicada na plenitude porque a
despesa ultrapassa em muito a receita. O objetivo dessa lei é que, no
mais curto prazo possível, o estado sobreviva com a sua própria receita,
o que hoje é impossível. Todos sabemos disso".
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Surgem as primeiras boas notícias sobre chuvas no Nordeste em 2017
Começam a surgir as primeiras boas notícias sobre o comportamento das
águas do Pacífico, que determinam as estações de chuva e seca no
Nordeste brasileiro. Há indícios de que o fenômeno “La Niña” deve chegar
em outubro deste ano. “Mas embora seja animadora, a notícia não deve
ser recebida como uma verdade absoluta. É uma informação técnica que
deve ser analisada, sem, no entanto, descuidar da economia necessária de
água diante da crise atual”, ressalta o agrônomo José Procópio de
Lucena, articulador estadual do Seapac e atual presidente do Comitê da
Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu.
O “La Niña” já começa a se configurar no Oceano Pacífico a partir do
início da próxima primavera e deve ser tão prejudicial para a
agricultura quanto seu predecessor, El Niño (2015/16). Isso é o que
apontam os meteorologistas da Climatempo, apontando que haverá secas no
Sul e aumento das chuvas nas regiões Norte e Nordeste, por conta de
mudanças significativas nos padrões de precipitação e temperatura ao
redor da Terra.
“La Niña é a fase fria de um fenômeno atmosférico-oceânico. Ela é
caracterizada pelo esfriamento anormal das águas superficiais do Oceano
Pacífico Tropical”, explica a meteorologista Bianca Lobo. Segundo ela,
este fenômeno altera toda circulação de umidade e calor ao redor do
globo, alterando ou potencializando características normais das estações
do ano.
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