O dia da maior sangria foi a sexta: 170 pessoas foram exoneradas, boa
parte delas de cargos considerados importantes, como os de assessor
especial, diretor de departamento, secretário, secretário-executivo e
chefe de gabinete. Na segunda-feira (16) foram demitidos 84
funcionários. E, nesta terça (17), 70.
A exoneração mais polêmica até agora foi a do jornalista Ricardo
Melo, diretor-presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), que
controla a TV estatal. Ele tinha mandato de quatro anos no cargo e acionou a Justiça para contestar a medida de Temer.
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