quarta-feira, 1 de junho de 2011
Muda a data da posse do presidente, governadores e prefeitos
Todo mundo reclamava de que a posse em 1º de janeiro.
terça-feira, 31 de maio de 2011
29/05/2011 Deputada Larissa Rosado apresenta projeto de lei criando Programa de Proteção ao Professor
A deputada estadual Larissa Rosado(foto) apresentou projeto de lei criando no Rio Grande do Norte o Programa de Proteção de Proteção aos Professores. Segundo Larissa, sua iniciativa visa proteger os professores estaduais em situação de alto risco social.
É considerada situação de alto risco social, de acordo com o projeto, professores que sofreram algum tipo de agressão física e verbal no exercício da profissão, conforme registro de denúncias existente nas entidades que prestam assist~encia aos educadores.
O projeto frisa que o Programa agirá 4m parceria com a Polícia militar que atuará junto à ronda escolar. "O sistema fará um mapeamento que permitirá um suporte mais ágil às escolas que enfrentam casos de violência", diz o projeto.
De acordo ainda com a iniciativa de Larissa Rosado, na hipótese de violência contra o professor, a autoridade policicial que tomar conhecimento da ocorrência adotará imediatamente as seguintes providências:
I - garantirá proteção, quando necessário, comunicando de imediato ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.;
II - encaminhará o professor ofendido ao hospital ou posto de saúde e ao Instituo Médico Legal;
III - forncerá transporte para local seguro quando houver risco de vida;
IV - acompanhará se necessário o professor ofendido para assegurar a retirada de seus pertences do estabelecimento de ensino ou local da ocorrência;
V - comunicará o ocorrido aos pais ou responsável legal do agressor, se menor de 18 anos; e
VI - Informará ao professor os direitos a ele conferidos no projeto de lei.
Justificativa
Em sua justificativa, a deputada Larissa Rosado afirma que a violência chegou à escola. "Alunos agressivos uns com os outros. Nas salas de aula respira-se o desânimo e a indisciplina. Isso é refletido em vandalismos, agressões, físicas e verbais, rejeições e discriminações", enfatiza a deputada do PSB.
Larissa frisa ainda que o professor não é mais respeitado como antes. E que dar aula em algumas turmas muitas vezes é uma tortura.
"O professor não é mais respeitado como antes e muitas vezes étratado com desrespeito e descaso. Casos de agressões físicas, ameaças e humilhações a professores tornaram-se comuns e são notícias em jornais nacionais e internacionais. Tornou-se corriqueiro ver um professor agredido e humilhado desistir da profissão", assinala Larissa justificando a apresentação do seu projeto de lei.
Wilma de Faria desabafa sobre seus ex-aliados: "Eles me traem, eles articulam contra mim e só ficam comigo quando não têm chance”
Em entrevista ao semanário Potiguar Notícias, que circula nesta segunda-feira(30), a ex-governadora Wilma de Faria(PSB) não poupa críticas à administração da prefeita Micarla de Souza(PV) e ao governo de Rosalba Ciarlini(DEM).
Wilma mais uma vez admite disputar a prefeitura de Natal em 2012 e diz que o ex-prefeito Carlos Eduardo ou o deputado Fernando Mineiro(PT) seriam bons vices.
Sobre alguns de seus adversários ou ex-aliados, Wilma desabafou: “Eles me traem, eles articulam contra mim e só ficam comigo quando não têm chance.
Confira a entrevista de Wilma(foto) concedida ao jornal Potiguar Notícias:
Potiguar Notícias - Como é estar sem mandato, após tanto tempo estando no poder?
Wilma de Faria - Nesse momento, sem mandato, há sim uma diferença muito grande, embora eu não tenha parado nenhum minuto desde o início deste ano. Porque eu tenho sido o tempo todo demandada pela população para fazer uma oposição responsável e ao mesmo tempo tenho compromissos de fazer meu partido trabalhar conscientemente.
PN - A senhora tem medo que o partido encolha em termos de prefeituras e Assembléia Legislativa com a senhora distante do poder?
PN - A senhora tem medo que o partido encolha em termos de prefeituras e Assembléia Legislativa com a senhora distante do poder?
WF - Historicamente os partidos de oposição do Rio Grande do Norte têm uma situação complicada. Porque a sociedade em geral não valoriza os partidos como deveria valorizar. Então, isso refletiu na mudança contínua de partidos, reflete em você estar junto do poder.
PN - O deputado Gustavo Carvalho falou com a senhora se sai ou não do partido?
PN - O deputado Gustavo Carvalho falou com a senhora se sai ou não do partido?
WF - A última conversa que tivemos, ele disse que estava sendo convidado por outras siglas, mas não iria. Ele ficou insistentemente me dizendo que não iria. E na ultima vez ele disse que estava sendo muito pressionado pelas bases para sair, estava preocupado, então isso me preocupou também.
PN - A pergunta que não quer calar entre os jornalistas políticos é essa: a senhora é candidata a prefeita de Natal na eleição do ano que vem?
PN - A pergunta que não quer calar entre os jornalistas políticos é essa: a senhora é candidata a prefeita de Natal na eleição do ano que vem?
WF - Estamos sendo muito procurados e apoiados pela população de Natal para sermos candidatos. Eu estou sentindo que devemos esperar um pouco, porque a gente não prometeu isso, não planejei uma candidatura a prefeita de Natal. Ao contrário, fui muito procurada depois da eleição de 2010 por candidatos a prefeito. Fui procurada por Carlos Eduardo, Fernando Mineiro, Fábio Faria, a própria Micarla... Mas era um momento de transição e eu disse que não podia tomar nenhuma decisão naquela hora, sem antes ouvir todas as instâncias do partido. Mas, a candidatura é uma possibilidade.
PN - A senhora considera que o desgaste que o governo de Micarla vive a torna uma candidata natural?
PN - A senhora considera que o desgaste que o governo de Micarla vive a torna uma candidata natural?
WF - A gestão da prefeita Micarla tem sido desaprovada pela população e a gente vê a falta de comando de uma gestão incompetente em várias áreas, como a mobilidade urbana, o problema do trânsito, a questão das obras estruturantes que foram compromisso e até agora também não saíram.
PN - Onde é que o governo de Micarla erra e onde é que a gestão não funciona?
PN - Onde é que o governo de Micarla erra e onde é que a gestão não funciona?
WF - Acho que o principal motivo do povo não aprová-la é que ela não planejou nada e o que ela prometeu, não fez. Está sempre dizendo que vai fazer, mas não faz. E a outra coisa, que eu acho mais importante, é a ingerência. É como uma casa que você não cuida e a casa não funciona.
PN - Carlos Eduardo e Fernando Mineiro, que são pretensos candidatos à prefeitura, seriam bons vices para a sua candidatura? A senhora acha que seria uma chapa imbatível com um ou outro como vice?
PN - Carlos Eduardo e Fernando Mineiro, que são pretensos candidatos à prefeitura, seriam bons vices para a sua candidatura? A senhora acha que seria uma chapa imbatível com um ou outro como vice?
WF - Eu não vou fazer conjecturas porque ainda está muito no início e depende de cada partido. Eu respeito o PDT, como respeito o PT. Agora não posso deixar de considerar que são dois nomes bons. Parece uma boa idéia (risos).
PN - Como a senhora avaliou a ida de Cláudio Porpino e Vagner Araújo, dois históricos aliados seus, para o governo Micarla?
PN - Como a senhora avaliou a ida de Cláudio Porpino e Vagner Araújo, dois históricos aliados seus, para o governo Micarla?
WF - Isso é uma decisão difícil. Eu também fui convidada para participar da administração, mas a população não aceitaria que eu fosse para lá. Eles foram para lá, pediram licença para se afastar do cargo e eu deixei muito claro para a imprensa que eu não concordava, que eles tinham que se afastar. E eles disseram que iriam exercer funções técnicas, não iam ser políticas.
PN - Qual a sua avaliação sobre esses primeiros meses da gestão de Rosalba?
WF - Acho que ela tem errado muito. Porque ela foi eleita governadora, ela não é a última palavra no regime democrático. As pessoas têm me perguntado. Ela não tem dialogado. As categorias que estão em greve, são os serviços essenciais, serviços básicos. E dar uma declaração dizendo que greve não traz dinheiro, eu entendo que seja uma reação ditatorial. Mesmo se ela não quisesse receber o pessoal, ela deveria ter montado uma equipe que fizesse o atendimento aos grevistas.
PN - Carlos Eduardo, que era seu vice-prefeito, concorreu a senador contra a senhora. João Maia terminou não ajudando na sua eleição e Robinson Faria foi candidato do outro lado. A senhora não acha que deveria ter escolhido o seu sucessor ainda em 2002?
PN - Carlos Eduardo, que era seu vice-prefeito, concorreu a senador contra a senhora. João Maia terminou não ajudando na sua eleição e Robinson Faria foi candidato do outro lado. A senhora não acha que deveria ter escolhido o seu sucessor ainda em 2002?
WF - Na eleição de 2002 ninguém acreditava e eu estava praticamente sozinha. Como líder político, às vezes a gente tem dificuldade porque não tinha líderes suficientes. A gente tinha um balanço vazio e uma imensa multidão ouvindo as nossas propostas. Curioso é que o próprio João Maia, o próprio Robinson tiveram uma parte do governo para nos ajudar na gestão. E eu não persegui, eu quis que eles participassem.
PN - Mas a senhora faz essa avaliação de que se tivesse escolhido o candidato depois das eleições municipais teria segurado o grupo?
WF - O candidato que tínhamos mais forte no partido era Iberê mesmo. Era o vice-governador.
PN - É que Robinson dizia que a senhora tinha dito que o apoiaria...
PN - É que Robinson dizia que a senhora tinha dito que o apoiaria...
WF - Eu não fico prometendo que vou candidatar um ou outro. Eu não prometo porque não posso prometer, ninguém pode prometer. A gente faz um acordo, mas a gente não pode fazer um acordo não sei prá quando. A gente não pode desrespeitar a opinião pública por antecipação se comprometendo com determinada candidatura, eu não posso fazer isso.
PN - A senhora não tem uma certa mágoa com Carlos Eduardo pelo fato de, além de sair do grupo, entrar com uma candidatura ao Senado, no caso Sávio do PCdoB?
PN - A senhora não tem uma certa mágoa com Carlos Eduardo pelo fato de, além de sair do grupo, entrar com uma candidatura ao Senado, no caso Sávio do PCdoB?
WF - Olha, vocês falam que Carlos foi eleito por causa do meu apoio. Robinson participou com grande apoio da minha gestão do governo, todo mundo sabe disso. Robinson foi presidente da Assembléia durante oito anos com todo apoio e não ficou comigo. Isso vocês até me cobram. Será que vocês cobrariam a ele também? Eu não sei se é uma coisa machista ou se é de alguém que saiu das bases para chegar ao poder. Não é prá você, é de um modo geral. Eles botam isso nos jornais deles: que eu sou mal-agradecida. Eles me traem, eles articulam contra mim e só ficam comigo quando não têm chance.
PN - Qual é o sonho político que a senhora ainda não realizou?
PN - Qual é o sonho político que a senhora ainda não realizou?
WF - Meu grande sonho é o Nordeste desenvolvido, é ver diminuírem as diferenças.
PN - A senhora acredita que ainda pode ajudar o Rio Grande do Norte no Senado?
PN - A senhora acredita que ainda pode ajudar o Rio Grande do Norte no Senado?
WF - Com certeza. Meu interesse de ir para o Senado é porque eu queria mostrar como um senador pode ajudar o RN, como o senador pode deixar suas marcas, não por uma questão de vaidade, mas por um compromisso com a sua terra e compromisso com o seu mandato.
sábado, 28 de maio de 2011
Rogério Marinho e José Agripino na convenção nacional do PSDB
Presidente do PSDB-RN, o deputado Rogério Marinho participa agora, no Centro de Convenções de Brasília, da Convenção Nacional que reelege o senador Sérgio Guerra para a presidência nacional do partido.
Com Rogério, foram à convenção o deputado estadual Dibson Nasser e o presidente de honra do PSDB no RN, João Faustino.
Apesar de descartada, pelo próprio PSDB, qualquer possibilidade de fusão do partido com o DEM, o presidente democrata, senador José Agripino, foi à convenção...e discursou...e elogiou...
Agripino reafirmou a união do DEM com o PSDB, no sentido de fortalecer a oposição à gestão petista.
Kalina VellosoRogério e Dibson
Agripino, ao lado de Sérgio Guerra e Fernando Henrique Cardoso, defende oposição
Ex-governador diz que Robinson Faria deu aval para aprovação de planos de cargos e salários
Está em Thaisa Galvão
Thaisa Galvão: Aproveitei a conversa com Iberê sobre a saúde dele, para falar sobre a saúde do Estado. Iberê Ferreira - Muita greve, né? Eu lamento isso porque não sou do time do quanto pior, melhor.
E como você está vendo as formas de buscar soluções? Acho que o governo está partindo do princípio errado pois não é possível, no mundo atual, você prestar bons serviços à comunidade, como Saúde e Educação, sem uma revisão geral nos salários. Você vê primeiro isso, depois vê como faz"
O governo tem dito que herdou os Planos de Cargos sem orçamento para cumpri-los.. Essa história de botar culpa em alguém é uma bobagem. Eu mesmo não mandei Plano nenhum pra Assembleia (foram enviados pela governadora Wilma) e não reclamei. Fiz a minha parte, me virei e paguei os 30% que me couberam".
O senhor passou isso para o novo governo no momento da transição? Em dezembro eu baixei um decreto colocando o governo à disposição para a transição. Eles demoraram a aparecer, não fizeram coisa nenhuma.
E como o senhor está vendo a posição dos funcionários públicos? Não é possível um professor ganhar 900 reais. É isso o que tem que se discutir, o que tem que se ver. Como fazer, aí se vê depois. Mas a discussão é o bom serviço bem remunerado. Tanto que eu paguei a parte que coube ao meu governo.
Tem se falado que o senhor mandou o Plano para prejudicar o governo atual. Primeiro eu não mandei Plano. Segundo, eu paguei a parte que me coube pagar. E terceiro, eu estava lutando era pra ser governador, então o Plano seria cumprido por mim e não pelo atual governo. E olhe, o atual vice-governador (referindo-se ao ex-deputado Robinson Faria) era o presidente da Assembléia. E o atual chefe da Casa Civil do governo (referindo-se a Paulo de Tarso Fernandes) era o assessor jurídico da Assembléia. Pois eles votaram todos os Planos em 24 horas. Que mania desse povo de botar culpa nos outros...
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