
Nos últimos dias, manchetes sobre um possível “super El Niño” começaram a circular em jornais e redes sociais depois que centros meteorológicos internacionais aumentaram a chance de formação do fenômeno climático ainda em 2026.
A NOAA, agência climática dos Estados Unidos, estima hoje mais de 80% de probabilidade de desenvolvimento do El Niño nos próximos meses.
Alguns modelos europeus já projetam um aquecimento muito intenso do Oceano Pacífico, semelhante ao observado em grandes eventos históricos.
O assunto ganhou ainda mais atenção depois de análises apontarem que um evento forte poderia aumentar o risco de secas, enchentes, ondas de calor e impactos na produção agrícola em diferentes partes do mundo.
Mas afinal: o que é o El Niño? O que diferencia um “evento comum” de um “muito forte”? E o que realmente pode acontecer no Brasil?
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