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terça-feira, 28 de abril de 2026

Brasil Endividamento das famílias sobe para 49,9% e bate recorde, aponta Banco Central

 

O endividamento das famílias brasileiras atingiu o maior nível da série histórica do Banco Central e passou a pressionar o debate econômico em meio ao início da corrida eleitoral. Em fevereiro, o indicador chegou a 49,9% da renda, segundo o Relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgado nesta segunda-feira (27).

Segundo o documento, o comprometimento da renda das pessoas físicas também avançou no período, quando alcançou 29,7%. É uma alta de 0,2 p.p. no mês e 1,9 p.p em 12 meses.

Os dados do Banco Central mostram que 10,63% da renda das famílias é destinada ao pagamento dos juros da dívida. Outra fatia, cerca de 19%, vai para honrar o principal.

O avanço do endividamento das famílias está na mira do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que prepara um pacote para mudar este cenário. A equipe econômica gesta um Desenrola 2.0 para que a população renegocie suas dívidas a partir de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

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