O papa considerou que os responsáveis envolvidos nos escândalos “não
tinham uma relação com Deus. Tinham uma posição na Igreja, uma posição
de poder e também de comodidade, mas não a palavra de Deus”. Na
terça-feira (14), o papa também denunciou, durante a homilia na Casa de
Santa Marta, a “figura do cristão corrupto”, ao falar de laicos,
sacerdotes e bispos que se aproveitam da situação e dos privilégios.
O representante do Vaticano na ONU em Genebra, Silvano Tomasi,
apresentou hoje à Comissão das Nações Unidas para os Direitos da Criança
a resposta da Igreja aos abusos sexuais de menores por padres e outros
funcionário. Ele disse que não existe “desculpa possível” para esses
casos.
Tomasi acrescentou que o Vaticano formulou “diretivas” na matéria
para facilitar o trabalho das igrejas locais, que desenvolveram também
recomendações para evitar abusos, disse ele, citando a Carta para a
Proteção das Crianças e Jovens, adotada pela Igreja Católica
norte-americana em 2005.
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