Segundo Tadeu, as prefeituras tentam de várias formas contratar
médicos, mas não conseguem preencher as vagas. “Eu fui prefeito por oito
anos e nunca consegui completar o número de médicos necessário nas
unidades básicas de saúde. Tem um número pequeno de profissionais e os
municípios ficam quase fazendo um leilão por esses profissionais”,
contou.
Para resolver o problema, o presidente defende ampliação das vagas
nas faculdades de medicina e mais facilidades para a contratação dos
profissionais formados no exterior. “Esses médicos [graduados fora do
país] poderiam prestar serviços nos municípios mais necessitados,
principalmente na atenção básica. O governo poderia flexibilizar o exame
exigido para esses profissionais, até mesmo reconhecendo algumas
faculdades estrangeiras”, sugere.
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