Os partidos que descumprirem a exigência legal de preencher pelo
menos 30% das vagas nas eleições municipais de outubro com mulheres
enfrentarão uma dura campanha contrária no pleito. Os procuradores
eleitorais de todo o país irão pedir a impugnação das chapas que não
preencherem as cotas femininas.
“Estamos tentando fazer um movimento em todo o Brasil para acabar com
o machismo eleitoral”, explicou à Agência Brasil um dos idealizadores
da ação, o promotor eleitoral Francisco Dirceu de Barros. Ele já acionou
mais 1,2 mil promotores eleitorais para formar um grupo nacional que
fiscalize o cumprimento da Lei da Ficha Limpa, que estabelece o
preenchimento mínimo de 30% das vagas para um dos sexos. Isso significa
que nenhum dos dois sexos pode ocupar mais que 70% das vagas em uma
chapa.
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