| |
“Eu nunca parei pra pensar muito bem na minha pretensão política. Isso teria que ser um assunto amadurecido e pensado. Eu acredito que o PPS tem condições. Estou a disposição do partido, mas até que se chegue a uma possível candidatura, tem que ser uma atitude muito repensada, e inclusive em conjunto com o partido. Hoje, eu não sou Francielle sozinha, eu estou inserida num contexto de coordenação das mulheres do PPS. Então tudo tem que ser acordado entre o partido”, explicou.
O PPS foi sua primeira filiação partidária. Antes disso, ela jamais imaginava militar na política, por causa de seus traumas e decepções com um mundo, que até então julgava, sem conhecer. Ela garante que seu ingresso na política não foi planejado, e aconteceu naturalmente. “Em tudo que fazemos na vida, você tem que ter um mínimo de consciência. Talvez estivesse na hora de eu exercer, de forma mais participativa, o meu papel de mulher cidadã. Nos últimos tempos parece que as mulheres resolveram criar coragem e participar da política, de forma mais ativa no seu município, no seu estado e no seu país”, disse.
Ainda na avaliação de Francielle, que ao lado de outras mulheres coordenam a coordenação feminina do PPS, um dos primeiros a criar em Caicó, segmentos partidários para discutir a participação da mulher na política, “hoje no contexto político, a mulher tem uma importância maior. Quando ela tomou a rédea na sociedade de mostrar que é uma cabeça pensante, e pode participar de forma ativa, de todas as decisões que acontecem, seja em nível social, econômico ou político, a história passa a mudar. Não que eu tivesse trauma de política, é a imagem da política atual que constrange você colocar seu nome, no meio do cenário que você ver atualmente”, finalizou.Fonte:blog do marcos dantas
0 comentários:
Postar um comentário