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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ministra das Relações Institucionais chegou a pedir a Paulo Davim que se retirasse do Senado para não votar Emenda 29

1242 Os ministros Garibaldi Alves e Ideli Salvatti, se reúnem com o presidente do Senado, José Sarney
Mensagens, telefonemas e a constatação da triste realidade da Saúde pública não foram suficientes para sensibilizar a maioria dos senadores da necessidade de votar por mais recursos para a Saúde. Foram mais de cinco horas de discussão sobre a regulamentação da Emenda 29 no Plenário do Senado, luta de mais de 10 anos da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e dos gestores municipais. Foi um dos quoruns mais altos das últimas sessões, pois estavam presentes 71 dos 81 senadores.
Na sessão de votação da Emenda 29 (que destina mais recursos para a Saúde), o senador Paulo Davim (PV) ficou entre a cruz e a espada. A ministra Ideli Salvaltti (Institucionais) pediu que ele se ausentasse do plenário. O titular da cadeira, ministro Garibaldi Filho, chegou a botar a mão na cabeça em súplica para que atendesse ao Governo Dilmais.  Como médico e defensor de melhorias para a Saúde, Davim foi ao extremo na conversa com Garibaldi. Disse que só existia uma maneira dele não votar favorável à Emenda 29: renunciando. O que, claro, não interessou nem a Garibaldi, nem ao Governo”, revelou a colunista Eliana Lima, na Tribuna do Norte desta sexta-feira (09).

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