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quinta-feira, 3 de abril de 2025

Feira Nacional do Boné em Serra Negra do Norte deixa Caicó para trás

 


A realização da Feira Nacional do Boné em Serra Negra do Norte é um marco para a economia local e um exemplo de visão estratégica dos empresários da região. Enquanto Caicó, que tem um forte setor produtivo, deixou a oportunidade passar, Serra Negra assumiu o protagonismo e agora colhe os frutos dessa iniciativa.

O evento impulsiona a indústria têxtil local, fortalece os negócios dos fabricantes de bonés e projeta o município no cenário nacional. A iniciativa é mérito dos empresários locais e da gestão do prefeito Acácio Brito, que souberam enxergar o potencial da feira e trabalhar para sua concretização.

Enquanto isso, Caicó, que poderia ter liderado esse movimento, ficou para trás. A cidade, reconhecida por seu setor produtivo, precisa reagir e encontrar novas formas de fomentar sua economia, evitando perder oportunidades estratégicas como essa no futuro.

O delírio de Rogério Marinho

 


O senador Rogério Marinho parece estar fora da realidade política ao tentar impor condições ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, em uma eventual união da oposição no Rio Grande do Norte. Segundo informações, Marinho já teria avisado que qualquer conversa nesse sentido não pode incluir apoio à reeleição da senadora Zenaide Maia (PSD), uma das principais aliadas de Allyson.

O que Rogério ignora – ou finge ignorar – é que não há a menor possibilidade de ele ditar regras para o prefeito mossoroense, que hoje tem forte presença eleitoral e não depende de Marinho para seguir seu caminho político. Muito menos quando o assunto é Zenaide Maia, uma aliada estratégica de Allyson e peça fundamental em suas articulações políticas.

Rogério precisa cair na real. Ele está delirando.

Lula exige “reciprocidade” dos EUA e diz que Brasil “não bate continência”

 03/04/2025 19h07

Foto: reprodução/YouTube .Gov

Um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma série de tarifas recíprocas que vão de 10% a 50% sobre produtos importados aos norte-americanos, o chefe do Executivo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou as medidas adotadas, afirmando que o Brasil não “bate continência” para nenhuma bandeira que não a nacional.

“Um país [o Brasil] que não tolera ameaça à democracia, que não bate continência para nenhuma outra bandeira que não seja a verde e amarela”, afirmou Lula ao participar de um evento para apresentar um balanço das ações do governo desde o início do mandato, em 2023.

O presidente brasileiro exigiu “reciprocidade no tratamento” internacional e defendeu o “multilateralismo e o livre comércio”, afirmando que responderá à qualquer tentativa de imposição de um protecionismo que, de acordo com ele, “não cabe mais hoje no mundo”.

“Diante da decisão dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa aos produtos brasileiros, tomaremos todas as medidas cabíveis para defender as nossas empresas e nossos trabalhadores brasileiros. Tendo como referência a lei da reciprocidade econômica aprovada ontem pelo Congresso Nacional e as diretrizes da Organização Mundial do Comércio”, afirmou.

A lei referida por Lula, foi aprovada pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (2) em votação simbólica e agora segue para sanção presidencial. O projeto determina critérios para a reciprocidade, em casos de ações estrangeiras que objetivem impactar “negativamente a competitividade internacional brasileira”.

No anúncio das tarifas, Trump afirmou que essa medida já deveria ter sido tomada há muito tempo, citando como “injustiça” as barreiras tarifárias de países com relações comerciais com os americanos. Ele classificou as tarifas como “gentis”.

CNN Brasil

Ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade de Lula, diz Sidônio

 03/04/2025 19h07

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O ministro da Secom (Secretaria de Comunicação), Sidônio Palmeira, declarou nesta quinta-feira (3) que todos os ministros têm responsabilidade pela queda da popularidade do governo. Disse, no entanto, que não se “isenta” da culpa, pois isso já “vem de algum período” anterior a sua gestão.

“Não tem nada de eu me isentar de impopularidade. Zero. Eu acho que a impopularidade tem responsabilidade de todos os ministros. Todas as áreas, a área política, gestão, comunicação, todo mundo”, afirmou a jornalistas, depois de evento de balanço dos 2 anos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 2 de abril mostra que a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cresceu e chegou a 56%. É o pior índice desde o início do mandato do petista. É ainda a 1ª vez que a percentagem passa de 50%.

O levantamento foi realizado de 27 a 31 de março. Foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil. A margem de erro é de 2 p.p. (pontos percentuais), para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos. Eis a íntegra (PDF – 12 MB).

Segundo o chefe da Secom, seu papel à frente da comunicação do governo é informar. “Quanto à opinião da população sobre o governo, se acha isso, ou disso e daquilo, aí não é questão de a gente ficar definindo”, falou.

CAMPANHA DE 2026

Ainda em fala a jornalistas, Sidônio negou que o evento, que contou com a presença de vários ministros e líderes no Congresso, tenha tido um tom de campanha.“Eu acho que é uma leitura errada”, declarou.

Voltou várias vezes a falar que o papel do ato foi apenas para divulgar as ações do governo e mostrar à população o que são os serviços oferecidos pela gestão.

“Eu, como ministro, não penso em campanha política,não quero dizer isso.Eu penso no governo, objetivamente nisso”, declarou Sidônio.

Poder 360

VÍDEO: Felipe Neto anuncia candidatura à presidência da República

 03/04/2025 19h17

O youtuber Felipe Neto surpreendeu seus fãs ao anunciar, na tarde desta quinta-feira (3/4), sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026. A revelação foi feita por meio de um vídeo compartilhado em suas redes sociais, deixando seus milhões de seguidores intrigados com a novidade.

Logo no início de sua fala, o empresário explicou os motivos que o levaram a se afastar de assuntos políticos. Neto afirmou que esse distanciamento foi necessário para que pudesse se aprofundar ainda mais nas questões políticas do país.

Explicou afastamento de assuntos políticos

“Eu precisava ter um olhar de fora. Como em toda a minha carreira, baseio minhas opiniões no domínio da informação e no meu maior anseio de ser um guardião da verdade”, declarou Neto em sua fala.

“Eu anuncio minha pré-candidatura à presidência da República, e esse não é um gesto de vaidade”, destacou o influenciador, argumentando que já construiu um legado financeiro e na comunicação que garantem seu sustento e reconhecimento pelo resto da vida.

“Quero ser presidente porque, embora seja um homem de fora da política, possuo a maior arma do nosso tempo: o uso das redes”, afirmou.

Criação de uma nova rede social

Felipe Neto então ajustou seu discurso, aprofundando-se na forma como as redes sociais atualmente acessam nossos gostos, interesses pessoais e ideologias. A partir desse argumento, o youtuber revelou mais uma novidade.

O influenciador digital detalhou o projeto de criação de uma nova rede social, cujo objetivo seria permitir que os usuários compartilhassem com a empresa criadora suas preferências e necessidades:

“Uma espécie de laboratório onde cada cidadão, enquanto interage com os conteúdos, cede informações para que possamos compreender as preferências e necessidades do povo brasileiro”, explicou.

Segundo Felipe Neto, essa rede social estaria diretamente integrada ao seu projeto político, funcionando como uma espécie de ministério para retratar a opinião da maioria dos brasileiros sobre dados históricos.

Ao final de seu pronunciamento, Felipe Neto prometeu trazer mais detalhes sobre seus projetos em um vídeo que será publicado em suas redes sociais nesta sexta-feira (4/4), ao meio-dia.

Metrópoles 

terça-feira, 1 de abril de 2025

‘Congresso anistiar Bolsonaro seria afronta’, diz Gleisi sobre projeto

 01/04/2025 08h07

Foto: Adriano Machado/Reuters

Em meio a uma ofensiva da oposição pelo PL da Anistia, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou ao blog da Julia Duailibi que o Congresso Nacional anistiar os que se envolveram na trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seria uma “afronta” ao judiciário.

“Votar uma proposta de anistia prévia, no momento em que os réus estão sendo julgados pelo STF, seria uma afronta ao Judiciário”, disse a petista.

A declaração ocorre na véspera de uma reunião entre o presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB), e líderes favoráveis ao PL da Anistia. Motta, inclusive, sugeriu criar uma comissão especial para tratar do tema, o que não foi aceito pelo PL.

Os parlamentares da oposição dizem ter as assinaturas de nove líderes da Casa para que a matéria seja pautada com urgência — ou seja, sem a necessidade de análise nas comissões. O encontro será realizado no início desta terça-feira (1º), na residência oficial da presidência da Câmara.

Gleisi critica a tentativa de agilizar o avanço do tema e diz que “os problemas de Jair Bolsonaro não são nem devem ser tratados como prioridade do Brasil”.

“Há pautas de fato relevantes, como a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, a PEC da Segurança e outros que vão entrar na agenda da Câmara e que dizem respeito à população e são prioridades reais”, afirmou Gleisi, que tem tratado do tema em conversas recentes com líderes da Casa.

G1

Lula planeja nova viagem com parlamentares para Rússia e China

 01/04/2025 07h59

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Depois de voltar com bons resultados da viagem que fez com aliados para o Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve repetir a comitiva recheada de parlamentares em viagem que fará, em maio, para a Rússia e para a China.

A decisão partiu do próprio petista, de acordo com auxiliares. Para o governo, a experiência de convidar lideranças parlamentares ajuda a construir uma boa relação com o Congresso Nacional.

Na viagem para o Japão, Lula esteve com os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e com os antigos presidentes do Congresso Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que seguem a exercer influência no Parlamento.

O convite a parlamentares reafirma a aposta política de Lula na relação pessoal. Após dois anos de governo marcados pela dificuldade de trânsito com políticos da própria base, o presidente quer aproveitar a boa fase na saúde com mais viagens e contato com políticos, algo que vinha ocorrendo menos do que em mandatos passados do petista.

Agenda internacional

Em maio, a Rússia celebra 80 anos da vitória na Segunda Guerra Mundial, que marcou o fim do regime da Alemanha nazista. Lula foi convidado por Vladimir Putin para celebrar a data.

Após a agenda em território russo, o presidente brasileiro deve ir à China, a convite de Xi Jinping, para participar de encontro da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) com os chineses, em um desdobramento do encontro que o grupo terá neste mês em Honduras. Na passagem pela China, Lula terá agenda também de visita de chefe de Estado.

CNN

Extração de ouro em Currais Novos gera 4,6 mil empregos no RN, diz secretário

 


A extração de ouro em Currais Novos já emprega 4.600 pessoas e se consolida como um dos maiores empreendimentos em atividade no Rio Grande do Norte, segundo o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato.

“Lucro mesmo está tendo a comunidade de Currais Novos”, afirmou, referindo-se ao impacto direto da operação na economia local. A atividade é conduzida pela empresa Aura Potiguar, que assumiu o controle do projeto após a saída de uma empresa australiana durante a pandemia.

Segundo o secretário, das 4.600 pessoas envolvidas, 2.200 estão contratadas diretamente pela Aura com carteira assinada. Outras 2.400 trabalham por meio de empresas terceirizadas ligadas ao empreendimento. Silvio relata que esteve no local recentemente, após visitar a barragem de Oiticica, e observou a presença de uma grande quantidade de prestadoras de serviço potiguares atuando em Currais Novos.

A viabilidade do negócio foi impulsionada pelo preço atual do ouro no mercado internacional, que torna a extração altamente rentável. A nova gestão canadense da empresa adotou um ritmo acelerado de operação, aproveitando o cenário favorável para investimentos. Para o governo estadual, o reflexo positivo não está apenas nos lucros empresariais, mas principalmente no número de empregos gerados e na movimentação econômica local.

O secretário também enfatizou que o Estado acompanha de perto o desenvolvimento do projeto e vê na mineração uma frente de geração de renda importante para o interior do Rio Grande do Norte. O foco, segundo ele, é garantir que os benefícios da atividade permaneçam circulando na própria região e gerem oportunidades para a população local.

Agora RN

Deputados se unem para eleger três federais pelo MDB e buscam completar nominata

 


As tratativas para a formação da nominata do MDB estão avançadas. Os deputados que ficaram sem legenda própria estão se unindo com o objetivo de eleger três deputados federais. O grupo é composto por Ezequiel, Kelps, Beto, Bernardo, Abraão, Rafael Motta, Jacome e Thabata.

Para atender à exigência legal de ao menos 30% de candidaturas femininas, um dos candidatos precisará incluir uma mulher na chapa. Entre os nomes já mencionados, Thabata compõe a nominata, mas será necessário avaliar a inclusão de outra candidata para garantir o cumprimento da legislação e fortalecer a estratégia eleitoral.

O MDB é comando no RN pelo Vice-Governador Walter Alves.

José Agripino Maia critica polarização e defende reflexão consciente do eleitor

 


O ex-senador e atual presidente do União Brasil no Rio Grande do Norte, José Agripino Maia, fez duras críticas à atual situação política do Brasil, destacando a falta de reflexão do eleitor no momento de votar. Em declarações recentes, ele apontou que muitos eleitores estão deixando de pensar por si mesmos, muitas vezes seguindo cegamente as orientações de líderes políticos, e tomando decisões com base em paixões ou ódios, em vez de uma análise cuidadosa do que é melhor para o futuro de suas famílias e da sociedade.

As pessoas não pensam mais por si mesmas, seguem cegamente o que um líder diz. Votam por paixão ou por ódio, não pelo que acreditam”, afirmou o ex-senador, ressaltando que o processo eleitoral se tornou mais uma disputa entre dois polos opostos, sem uma reflexão profunda sobre o que cada proposta realmente significa.

José Agripino também expressou nostalgia em relação ao passado, quando os eleitores tomavam suas decisões com base em suas reais necessidades e convicções. “Antigamente, o eleitor olhava para o que queria para si, para sua família, para o seu futuro. Hoje é só disputa entre A e B, sem reflexão”, lamentou ele, destacando a mudança no comportamento da sociedade ao longo dos anos.

O ex-senador criticou ainda o comportamento irracional de parte do eleitorado, que tem se oposto a iniciativas que, embora possam trazer benefícios diretos, são vistas de forma negativa simplesmente por serem associadas a um determinado líder ou partido. “Nunca vi gente se opor a algo que vai beneficiá-la, só porque foi feito por alguém que ela não apoia. Virou um comportamento enlouquecido”, disse.

Por fim, José Agripino Maia fez um apelo pela retomada da reflexão crítica e independente por parte dos eleitores, destacando que a situação atual de polarização e confronto só será superada quando as pessoas começarem a pensar de forma mais consciente e equilibrada. “O eleitor precisa voltar a pensar por si. Enquanto isso não acontecer, vamos continuar nessa espiral de ódio e paralisia”, concluiu.

As colocações de José Agripino Maia são dignas de respeito, pois chamam a atenção para um dos maiores desafios da política contemporânea: a busca pela reflexão e discernimento no momento de escolha de nossos representantes. Suas palavras revelam um compromisso com a qualidade do debate político e com a construção de um futuro mais racional e menos polarizado para o país.