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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Recordar é viver: Quando os Alves se opuseram a Bolsonaro

Era março de 2014 e o hoje líder nas pesquisas para a presidente, Jair Bolsonaro, atravessou um requerimento na Câmara dos Deputados para uma homenagem aos 50 anos do regime militar e “seus feitos”.
Então presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves negou o pedido.
Disse, à época, que “a Câmara não poderia homenagear um regime que fechou três vezes a casa legislativa e cassou 173 parlamentares”.
O mais expoente dos Alves hoje, Carlos Eduardo, que teve o pai perseguido pela ditadura que seria homenageada por Bolsonaro, decidiu ficar com o capitão neste lamentável episódio de sua história.

PDT pode expulsar candidatos ao Governo que apoiarem Bolsonaro

Foto: Divulgação PDT
O PDT vive um incêndio interno. Pelo menos 15 membros do Diretório Nacional enviaram carta à Comissão de Ética do partido pedindo a expulsão de candidatos ao Governo que vão disputar o 2º turno, por apoiarem Jair Bolsonaro (PSL) para presidente: Amazonino Mendes (AM), Carlos Eduardo Alves (RN), e o juiz Odilon (MS). Presidente do PDT, Carlos Lupi está numa sinuca de bico. De um lado a coerência ideológica e o ‘apoio crítico’ declarado a Fernando Haddad (PT); e de outro a possibilidade de o partido obter vitórias em dois Estados (AM e RN), traindo o PT.
Brizolistas históricos como Wendel Pinheiro, Júlio Rocha, Lauri Bernardes, entre outros, dizem que Amazonino boicotou a campanha do presidenciável Ciro Gomes.
Mãos dadas
Carlos Lupi anuncia hoje o apoio oficial do PDT a Eduardo Paes (DEM) na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro, contra o juiz Witzel (PSC).
Coluna Esplanada

sábado, 13 de outubro de 2018

Prefeitos que não conseguiram dar vitória a Robinson em municípios onde Fátima foi vitoriosa passam a apoiar Carlos Eduardo

O candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT) reuniu aliados hoje em Natal, para reafirmar o apoio que já teve deles no primeiro turno e apresentar novos apoiadores agora para o segundo turno.
Veja os números que chegam para reforçar o palanque do candidato do PDT:
O prefeito de Bodó, Marcelo Porto (PSD), apoiou o governador Robinson Faria (PSD) no primeiro turno. Robinson foi o segundo colocado com 592 votos e Carlos teve 249. Se juntar os dois não ultrapassa Fátima Bezerra (PT), que ganhou em Bodó com 1.276 votos.
O prefeito de Japi, Jodoval Pontes, apesar de ser do MDB, apoiou a reeleição de Robinson no primeiro turno. Em Japi o governador só teve 439 votos. Se juntar aos 602 de Carlos Eduardo Alves, a soma não ultrapassa os 2.705 que fizeram de Fátima a mais votada do município.
O prefeito de Maxaranguape, Luiz Eduardo (PSD), apoiou o governador Robinson Faria que obteve 1.579 votos e ficou na segunda posição. Se conseguir somar esse total aos 1.262 de Carlos Eduardo que ficou em terceiro lugar, ultrapassam em 131 votos os 2.710 obtidos pela primeira colocada Fátima Bezerra em Maxaranguape. Luiz Eduardo atendeu pedido do deputado Rogério Marinho para ficar no palanque de Carlos Eduardo.
O prefeito de Passa e Fica, Léo Lisboa (PSD), apoiou a reeleição de Robinson, que ficou em terceiro lugar com 1.122 votos. Se conseguir somar esse total aos 1.947 votos de Carlos Eduardo, que ficou na segunda posição, o total ultrapassará a primeira colocada Fátima Bezerra, que obteve 2.851 votos, em apenas 218 votos.
O prefeito de São Tomé, Babá, do PSD, apoiou a reeleição de Robinson, mas o governador ficou em segundo lugar com 1.874 votos. Carlos Eduardo em terceiro obteve 1.313 votos. A soma dos dois ultrapassa a primeira colocada Fátima Bezerra, que teve 2.730 votos, em 457 votos. Babá atendeu apelo do deputado não reeleito Rogério Marinho para apoiar Carlos Eduardo.
O prefeito de Vera Cruz, Marcos Cabral (PSB), apoiou Robinson Faria, segundo colocado no município com 1.691 votos. Se conseguir transferir todos para Carlos Eduardo, somando esse total aos 1.476 do candidato do PDT, que ficou na terceira posição, os 3.167 votos ultrapassarão os 2.822 votos da primeira colocada Fátima Bezerra em 345 votos.
Na reunião para apresentar os novos aliados, o candidato Carlos Eduardo Alves estava acompanhado de prefeitos que já votaram nele no primeiro turno.
Pela ordem…
Isaías Cabral (MDB), de Acari, que já apoiou. Fátima ganhou em Acari com maioria de 368 votos sobre Carlos Eduardo.
Preta (MDB), de Lajes Pintada, que apoiou Carlos Eduardo que ficou em segundo lugar. A maioria de Fátima foi de 1.204 votos.
Bernadete Rêgo (DEM), de Riacho da Cruz, que deu vitória a Carlos Eduardo. No pequeno município do Oeste ele teve 1.007 votos contra 874 de Fátima.
Mara Cavalcanti (MDB), de Riachuelo, que já apoiou mas não deu vitória. Carlos ficou em segundo e Fátima teve maioria de 127 votos.
Fernanda Costa (MDB), de Santa Cruz, que apoiou Carlos Eduardo com o marido deputado estadual Tomba Farias (PSDB). Carlos ficou em segundo lugar em Santa Cruz e a maioria de Fátima foi de 4.289 votos. Por Blog da Thaisa Galvão

Presença de Álvaro Dias e Carlos Eduardo Alves separados na Festa do Boi reforça tese de que prefeito e ex não se bicam mais

Está para lá de estremecida a relação do prefeito de Natal, Álvaro Dias (MDB) com o ex-prefeito e candidato a governador, Carlos Eduardo Alves (PDT).
A candidatura da vereadora Nina Souza, vitaminada por Carlos Eduardo, que atrapalhou a candidatura do filho de Álvaro, Adjuto Dias (MDB), cortou os laços entre o candidato e o ex-coordenador da campanha majoritária.
Ontem, na abertura da Festa do Boi, em Parnamirim, Carlos Eduardo chegou sem Álvaro, e Álvaro chegou sem Carlos Eduardo.
Os dois não foram vistos juntos.
Nas redes sociais, o prefeito registrou sua presença na festa com a família…

Nos buxixos políticos do Parque Aristófanes Fernandes, o assunto era o racha entre os dois

Com representações de 70 municípios, PSB anuncia apoio à eleição de Fátima Bezerra


O PSB do Rio Grande do Norte anunciou, na manhã deste sábado (13), apoio à candidatura ao Governo do Estado da senadora Fátima Bezerra (PT). O anúncio foi feito na sede do Diretório Estadual do partido, em Natal, pelo seu presidente, o deputado federal Rafael Motta, e contou com representações de 70 municípios.

“Apesar de existir um entendimento nacional entre os partidos, essa é uma escolha com motivações locais. Conheço Fátima e nós defendemos muitas bandeiras juntos, em Brasília. Além disso, a cada discussão interna, na legenda, o apoio à sua candidatura saia mais fortalecido. Os socialistas querem dar esse voto nela”, disse Rafael.
O deputado federal reeleito, que preside o PSB no RN, referiu-se às representações dos 70 municípios que foram pessoalmente ao partido manifestar apoio à Fátima Bezerra. São prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças municipais que chegam para somar na eleição da senadora como governador do Estado.
Fátima Bezerra disse que estava muito à vontade em caminhar ao lado do PSB. “Este partido tem uma história de luta em defesa da democracia. Temos muitas afinidades, muitas bandeiras em comum. Inclusive, já era para estarmos juntos desde o primeiro turno. O apoio do PSB fortalece a nossa caminhada rumo à vitória”, falou Fátima.
O anúncio contou com a presença da senadora eleita Zenaide Maia (PHS), dos deputados estaduais Ricardo Motta (PSB) e Carlos Augusto Maia (PCdoB) e do vereador de Natal Franklin Capistrano (PSB), além das lideranças dos municípios representados.

Bancada sindical perde representação na Câmara

A bancada sindical na próxima legislatura, que começa no dia 1º de fevereiro de 2019, será menor do que na atual. Foram eleitos somente 33 representantes de sindicatos na última eleição para a Câmara Federal, contra os 51 que atualmente exercem mandato.
O levantamento foi feito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base nos dados oficial da Justiça Eleitoral. A partir do próximo ano serão 18 deputados a menos no debate dos interesses dos trabalhadores, como direitos previdenciários e trabalhistas.
A queda segue uma tendência que já vinha se verificando desde as eleições de 2014, quando a bancada sindical caiu de 83 para 51 membros. Segundo o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, um conjunto de fatores levou à redução da bancada sindical, que já foi uma das mais atuantes e representativas na Câmara.
Primeiro, as reformas trabalhista e sindical enfraqueceram as entidades que perderam poder para investir nas campanhas eleitorais. “Além disso, houve um erro de estratégia do movimento sindical, lançando muitas candidaturas, o que pulverizou os esforços”, afirmou.
Queiroz prevê momentos de dificuldades na atuação da bancada. “Com um ambiente hostil, de desregulamentação de direitos trabalhistas, e uma bancada menor, as dificuldades serão enormes”, disse.
Dos 33 deputados da bancada sindical, 29 foram reeleitos e quatro são novos. Com 18 eleitos, o PT é o partido com maior número de deputados sindicalistas, seguido do PCdoB (quatro), do PSB (três) e do PRB (dois). PDT, Pode, PR, PSL, PSol e SD elegeram um integrante cada.
Bancada sindical
Alice Portugal (PCdoB-BA)
Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Jandira Feghali (PCdoB-RJ)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
André Figueiredo (PDT-CE)
Roberto de Lucena (Pode-SP)
Giovani Cherini (PR-RS)
João Campos (PRB-GO)
Roberto Alves (PRB-SP)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Vilson da FETAEMG (PSB-MG)
Heitor Schuch (PSB-RS)
Delegado Waldir (PSL-GO)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Paulão (PT-AL)
Afonso Florence (PT-BA)
Pellegrino (PT-BA)
Valmir Assunção (PT-BA)
Waldenor Pereira (PT-BA)
Leonardo Monteiro (PT-MG)
Padre João (PT-MG)
Patrus Ananias (PT-MG)
Vander Loubet (PT-MS)
Beto Faro (PT-PA)
Assis Carvalho (PT-PI)
Bohn Gass (PT-RS)
Marcon (PT-RS)
João Daniel (PT-SE)
Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Eleitor pode emitir certidão de quitação eleitoral a partir de segunda

A partir da próxima segunda-feira (15), os eleitores poderão emitir pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral, a certidão de quitação eleitoral. A certidão é um documento importante que comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral, e é exigido na hora de tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.
Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão pode substituir o comprovante, já que ela é uma prova que o eleitor não possui débitos com o TSE.
A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Também pode ser emitida pelo site do TSE ou pelo Tribunal Regional da sua federação.
Se o eleitor preferir, ele também pode baixar o aplicativo E-titulo no celular ou no tablet e emitir o documento.
A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Eleitores de Ciro migram para Haddad e os de Alckmin optam por Bolsonaro, diz Datafolha

Pesquisa Datafolha mostra que a maior fatia dos eleitores de Ciro Gomes (PDT) votará em Fernando Haddad (PT) no segundo turno, enquanto boa parte dos que votaram em Geraldo Alckmin (PSDB) migra para Jair Bolsonaro (PSL).
O levantamento foi feito nesta quarta-feira (10), com 3.235 entrevistas presenciais em 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
O recorte mostra que 58% dos eleitores de Ciro preferem Haddad no segundo turno, contra 19% que optam por Bolsonaro. Outros 15% declaram que votam branco ou nulo e 8% não sabem.

O desespero de Carlos Eduardo para vencer faz esquecer o passado e o faz campeão de oportunismo





Carlos Eduardo Alves foi um político que sempre criticou o oportunismo e, agora, só conta com o oportunismo que ele sempre criticou. O oportunismo bateu na porta e entrou na sala do pedetista que tenta agora criar um vínculo à imagem de Jair Bolsonaro com uma declaração de apoio para tentar ser governador do Rio Grande do Norte.
Devido a derrota estratosférica que o palanque dele teve nas eleições: com os dois candidatos a senador não sendo eleitos; com a coligação elegendo apenas um deputado federal, deixando de fora nomes como José Agripino e Beto Rosado; e com ele mesmo sendo derrotado em Mossoró, onde a mãe do vice Kadu Ciarlini, Rosalba Ciarlini, é prefeita, Carlos agora corre para se abraçar em um apoio como estratégia de sobrevivência política. E, na melhor forma do oportunismo político, declara apoio a Jair Bolsonaro.
O oportunismo passou a ser a luz no fim do túnel para Carlos Eduardo. A estratégia da campanha dele é todo mundo do palanque dele anunciar apoio ao capitão para tentar trazer o que ele não tem hoje: os votos necessários para passar Fátima Bezerra no segundo turno. Isso, incluindo pessoas que, até poucos dias atrás, faziam duras críticas contra Jair Bolsonaro e contra o estilo dele de ser.
Mas não basta declarar o apoio a Bolsonaro. Ele agora critica o PT que despejou tantos milhões em suas administrações aqui, inclusive para o chamado “Legado da Copa”. O mesmo PT que ele apoiou e que agora critica de forma oportunista. Vale lembrar que Carlos Eduardo apoiou Lula e Dilma em eleições passadas para presidente, foi parceiro do PT durante sua gestão e se elegeu prefeito de Natal com o apoio do PT. Acha que o povo esqueceu? Oportunismo pouco é bobagem, mas o povo não se esquece. Aliás, o povo está de olho e vendo muito bem. O recado já foi dado no primeiro turno.
Nesse segundo turno, Carlos Eduardo não recebeu um apoio sequer e anda desesperadamente buscando apoios políticos até de adversários. Por outro lado, a campanha de Fátima tem conquistado apoios quase que diariamente nesse segundo turno.
O dicionário Aurélio défine como sinônimo de oportunismo: comportamento de quem pauta sua conduta segundo as circunstâncias, de quem subordina seus princípios a interesses momentâneos.
O dicionário Aurélio défine como sinônimo de desespero: estado de desânimo, de sofrimento a que se sujeita uma pessoa devido a um excesso de dificuldades e de aflições; aflição, angústia, exasperação.
Será que as urnas do último domingo não ensinaram aos políticos potiguares que essas atitudes estão sendo rechaçadas?
Por Blog do BG

O desespero de Carlos Eduardo para vencer faz esquecer o passado e o faz campeão de oportunismo