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quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Ministro ameaça demissão se Lula cortar gasto na multa do FGTS

 30/10/2024 21h57

Foto: Agência Brasil

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse nesta 4ª feira (30.out.2024) que cortes de gastos em benefícios da sua área poderiam motivar um pedido de demissão do cargo. A equipe econômica do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara um plano de revisão nas despesas públicas.

Marinho foi questionado por jornalistas se abandonaria o posto caso as medidas nos programas se concretizem. Respondeu o seguinte: “Se eu for agredido é possível. Nunca fui. Estou dizendo que essa discussão não existe. Uma decisão sem minha participação em um tema meu é uma agressão”.

Como mostrou o Poder360, há estudos na equipe econômica para realizar mudanças no seguro-desemprego e no abono-salarial. Também foi levantada a possibilidade de alterações nas regras da multa rescisória do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) –aquela paga quando o trabalhador formal é demitido sem justa causa. O governo já negou parte dessas informações.

O ministro do Trabalho disse que nunca foi consultado sobre as ações. Segundo ele, são iniciativas de “técnicos” da equipe econômica. As declarações foram feitas durante a entrevista sobre os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

“Não me consta que nenhum ministro de Estado tenha discutido esse assunto. Não me consta. As áreas técnicas têm a obrigação de estudar, o que não é de bom comportamento é vazar estudo, que não esteja autorizado pelo ministro titular”, declarou.

Marinho falou em possibilidade de demissão mais de uma vez. Disse que o presidente só pode fazer alterações em relação à política trabalhista se houver o aval do ministério.

“Para mim não existe. Nunca fui procurado para esse debate. Se nunca discutiu comigo, ela não existe. Eu sou o responsável pelo tema de trabalho no governo. A não ser que o governo me demita.”

Marinho é um nome próximo de Lula. Ambos convivem juntos desde os tempos de sindicalismo em São Bernardo do Campo (SP).

“Ninguém está proibido de discutir. Ninguém está proibido de estudar. Estude o quanto quiser. Agora não saiam falando que tem posição do governo de cortar abono. Não tem debate de cortar abono, de cortar seguro-desemprego, de acabar com a multa do fundo de garantia”, declarou Marinho.

O ministro afirmou que Lula o avisaria caso houvesse o debate sobre os cortes nos benefícios trabalhistas. “Esse debate não existe no governo. Se existisse, o presidente teria me falado: ‘Marinho, pega leve aí porque esse debate está acontecendo e talvez tenhamos que fazer’”, disse.

REVISÃO DE GASTOS

O governo se comprometeu a equilibrar as contas públicas em 2024. O objetivo é que os gastos sejam iguais às receitas –espera-se um deficit zero. Entretanto, pouco foi feito pelo lado das despesas. Por isso a pressão na equipe econômica pelo mercado.

O time de Lula aguardou o fim do período eleitoral para anunciar as propostas. Agentes do mercado financeiro esperam um pacote robusto para diminuir a expansão das despesas obrigatórias. O BPC (Benefício de Prestação Continuada), o seguro-desemprego e o abono salarial podem ser alvo de mudanças.

O Poder360 já mostrou que está no radar mudanças no seguro-defeso e no abono salarial. O BPC (Benefício de Prestação Continuada) também deve ser alvo de alterações.

O governo anunciou o pente-fino para fazer ajustes e fraudes, mas outras será preciso fazer uma reformulação com a mudança no mercado de trabalho nos últimos anos. A missão da equipe econômica é convencer aliados do presidente Lula de que o redesenho é um ganho para a sociedade.

O Ministério do Planejamento e Orçamento ainda não divulgou 3 dos 4 eixos do programa de revisão de gastos. O tema é prioridade da equipe econômica assim que aprovada a reforma tributária no Congresso.

A agenda de revisão de gastos está na frente da reforma tributária sobre a renda na lista de prioridades da equipe econômica. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, indicou que a atenção será voltada para o corte de despesas.

O 1º eixo de revisão dos gastos foi o anúncio de um pente-fino em programas sociais que pode render R$ 26 bilhões ao governo. Restam as seguintes ações:

  • Integração de políticas públicas ­(eixo 2) – aperfeiçoamento do desenho para evitar desperdícios e aumentar a cobertura;
  • Modernização das vinculações (eixo 3) – freia o crescimento inercial de despesas obrigatórias e outras;
  • Revisão de subsídios da União (eixo 4) – elimina ou reduz os benefícios tributários com atenção à regressiva.

Os eixos 2 (integração de políticas públicas) e 3 (modernização das vinculações) são os pontos de maior resistência de aliados do governo Lula, porque alteram regras dos benefícios sociais. A equipe econômica defende, porém, que será preciso um esforço para que o Brasil consiga ter o grau de investimento nos próximos anos.

Em entrevista ao Poder360, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que o governo precisa ter um olhar mais “consistente” para as despesas.

“O governo atual está ciente de que tem que aproveitar essa oportunidade. Isso cria um alinhamento para que todo mundo aja de forma coerente e juntos para atingir esse objetivo. O Congresso Nacional com certeza também entende a importância. […] Com certeza vai estar à disposição para construir uma agenda de Estado que permita ao país recuperar o grau de investimento”, disse.

Fonte: Poder 360

Pacheco indica apoio à reeleição de Lula em 2026 e diz que não recusaria vaga no STF

 30/10/2024 21h47

Foto: Ricardo Stcukert/PR

Às vésperas de concluir seu período como presidente do Senado e do Congresso Nacional, com a proximidade das eleições para o comando da Casa, em fevereiro do ano que vem, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) indicou que, se a eleição presidencial fosse hoje, apoiaria a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista ao UOL, Pacheco comentou, ainda, o resultado das eleições municipais deste ano e considerou “previsível” a vitória de partidos como o seu próprio, o PSD, e outras legendas de centro-direita e do chamado “centrão”.

“Considero esse resultado previsível. Já se antevia o fortalecimento dos partidos de centro e de centro-direita. Isso é um indicativo de 2026, mas não é determinante. É um indicativo de que o eleitor vai observar a moderação, a eficiência, e estará menos vulnerável aos extremismos, ao radicalismo e a lacração própria de rede social. E isso é bom para o Brasi”, afirmou Pacheco, que participou, na última terça-feira (29), de um evento promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide), em Londres.

“Independentemente se alguém preferir a direita ou a esquerda, a preponderância da racionalidade, do equilíbrio e da política que enfrenta os problemas da população, considero muito positivo”, disse o presidente do Senado.

Pacheco afirmou que Lula é uma figura “muito agregadora” e tem condições de reunir o apoio da maioria desses partidos em torno de seu governo e de uma eventual candidatura à reeleição, apesar das diferenças ideológicas em relação ao PT.

“A figura de Lula é muito agregadora. Se consideramos ele inserido dentro de um contexto de esquerda, pode gerar algum tipo de dificuldade. Mas Lula hoje se destaca dessa segmentação de direita, esquerda, centro-direita, centro-esquerda e pode receber o apoio de diversos atores e partidos políticos, sobretudo se seu governo gerar resultados. Se a população perceber que o Brasil está crescendo, que estamos combatendo nossas vulnerabilidades sociais e ambientais, há uma tendência de favoritismo do presidente e dele ter apoios impensáveis”, analisa.

Questionado sobre quem o PSD deve apoiar em 2026, Pacheco disse que se trata de uma decisão a ser tomada mais adiante, mas indicou sua preferência pessoal, neste momento, por Lula.

“Essa é uma decisão que será feita lá na frente, considerando tanto a realidade do governo quanto a vontade das lideranças do partido. Hoje o PSD tem quem já se dedica pelo apoio a Lula, quem defenda o contrário, e há um meio-termo que pode ser decisivo no futuro. Eu me filio à linha de que seria interessante para o Brasil ter a continuidade por mais quatro anos do presidente Lula no governo”, afirmou.

“Pode haver uma compreensão de que o governo está bem, de que há avanços, de que há um favoritismo pleno do presidente Lula e a política então ser atraída a uma candidatura mais óbvia.”

Futuro político

Na entrevista, Rodrigo Pacheco voltou a ser indagado sobre seu futuro político. Nos bastidores de Brasília, o nome do presidente do Senado vem sendo especulado como possível ministro do governo Lula a partir do ano que vem. Ele também já foi cogitado como uma eventual futura indicação do presidente da República para o Supremo Tribunal Federal (STF).

“É óbvio que, quem é advogado como eu, alguém já disse que, se falar do Supremo Tribunal Federal, é algo que você não trabalha, mas também não recusa. Brincadeiras à parte também não há nenhum tipo de planejamento sobre isso. E não há planos da minha parte sobre ministério de Estado”, despistou. “Minha missão é permanecer no Senado até o fim do mandato e realizar algumas missões que considero importantes, como reformas do Código Civil e o Código Penal.”

Segundo Pacheco, o momento de se pensar no futuro político é apenas “após fevereiro do ano que vem”. “Mas me sinto profunda e plenamente realizado com meu mandato de senador, tendo a honra de ter sido presidente do Senado duas vezes com a idade que eu tenho. Quando entrei na política, tenho falas de quem tinha data de entrada e data de saída. É provável que eu cumpra isso”, concluiu.

Fonte: Infomoney

Nina Souza e Tiago Mesquita são nomes certos para o secretariado de Paulinho Freire

 


O prefeito eleito de Natal, Paulinho Freire, já tem dois nomes praticamente confirmados para compor seu secretariado. A vereadora reeleita Nina Souza, sua esposa, é um dos nomes certos, marcando sua influência direta na futura gestão. Além dela, Tiago Mesquita, atual secretário, deve ser mantido no cargo para continuar conduzindo o Plano Diretor da cidade, uma pauta fundamental para o desenvolvimento urbano de Natal.

A vice-prefeita eleita, Joanna Guerra, será a responsável pela transição.

Vivaldo Costa destaca importância política de Zé Agripino

 


 O deputado estadual Vivaldo Costa destacou o desempenho de José Agripino Maia, ex-senador e figura ultrapassada no cenário político do Rio Grande do Norte. Mesmo assim, para Vivaldo, Agripino demonstrou força ao eleger prefeitos em cidades estratégicas, como Mossoró e Natal, pelo União Brasil, um feito que coloca o ex-senador em uma posição importante para o futuro político do estado.

“José Agripino não é uma pedra fora do tabuleiro; ele mostrou que tem um projeto político sólido e ainda tem muito a contribuir para o Rio Grande do Norte,” comentou Vivaldo, apontando Agripino como um possível nome forte nas próximas disputas eleitorais.

“Fila Zero” é prioridade na gestão Paulinho Freire

 30/10/2024 09h17

Foto: Pedro Henrique Brandão

A vice-prefeita eleita de Natal, Joanna Guerra (Republicanos) não terá papel coadjuvante na gestão municipal a partir de janeiro de 2025, como já garantiu o eleito prefeito Paulinho Freire (União), que já na terça-feira (29) retomou as atividades do mandato de deputado federal em Brasília.

Para começar, Joanna Guerra disse que o objetivo imediato é implementar o programa “Fila Zero”, como diz a própria denominação, para zerar já em 2025 a fila de espera nas creches municipais para receber crianças da primeira infância.

Graduada em Políticas Públicas e mestrado em Estudos Urbanos e Regionais, Joanna Guerra, 33 anos, diz que “é um desafio, mas, ao mesmo tempo, um caminho muito natural” ter ingressado na política partidária, agora como presidente municipal do Republicanos e participado da campanha eleitoral, já estivesse atuando “nos bastidores da administração municipal conhecendo e diagnosticando os problemas para contribuir com soluções”.

Joanna Guerra disse que conversou com o deputado Paulinho Freire ainda na segunda-feira (28) sobre a sua indicação para a coordenadora da equipe de transição, “não entramos em detalhes sobre quem vai compor a equipe”.

“O que ele adiantou é que essa composição não necessariamente, tem a ver com o secretariado”, pois como prefeito “vai ficar muito à vontade nesse sentido”.

Ex-secretária municipal de Planejamento na gestão do prefeito Álvaro Dias, Joanna Guerra disse que a partir do trabalho feito durante a transição, vai ser “traçado um plano de 100 dias de gestão”, porque a população “espera algumas respostas imediatas”.

“O que eu quero realmente ter nessa transição não só o aprofundamento em relação à situação atual da prefeitura, porque a gente já conhece a máquina a administrativa, mas a gente precisa se aprofundar no contexto e no cenário atual”, adiantou.

Joanna Guerra afirmou que “obviamente que todas as minhas decisões serão compartilhadas com ele (Paulinho Freire). Para que a gente possa ter êxito na gestão de uma cidade, a gente precisa ter união acima de tudo”.

Tribuna do Norte 

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Assembleia aprova projeto que reconhece Banda Grafith como patrimônio cultural e imaterial do RN


Foto: Divulgação

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte aprovou por unanimidade nesta terça-feira (29) o projeto de lei da deputada estadual Eudiane Macedo (PV), que reconhece a Banda Grafith como Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado.

A medida celebra a trajetória do grupo, que há mais de três décadas é um ícone do cenário musical nordestino, com uma legião de fãs e uma influência inegável na cultura popular da região.

Formada em 1988, a Banda Grafith é composta pelos irmãos Kaká, Carlinhos, Joãozinho e Júnior. Em 2022, Felipe passou a integrar o time. Misturando ritmos que vão do brega ao funk, passando pelo forró e pela lambada, a banda conquistou milhares de seguidores com sucessos que embalam festas e carnavais em várias cidades do Nordeste.

Fonte: Portal 98Fm

segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Eleito prefeito de Natal, Paulinho Freire diz que vice ficará à frente de transição e aponta prioridades da gestão

 28/10/2024 15h17

Imagem: reprodução/InterTV

Eleito prefeito de Natal neste domingo (27), Paulinho Freire (União Brasil) afirmou que a vice-prefeita eleita Joanna Guerra (Republicanos) ficará à frente do processo de transição do governo de Alvaro Dias (Republicanos) para o seu.

A declarção foi feita durante entrevista ao RN1, da Inter TV Cabugi, no fim da manhã desta segunda-feira (28). Paulinho Freire também afirmou que ainda irá definir o secretariado da nova gestão e apontou prioridades para o governo municipal que se inicia no dia 1º de janeiro de 2025.

Apontada como responsável pela transição, Joanna é do mesmo partido do prefeito Álvaro Dias e foi secretária de Planejamento na gestão atual, que se encerrará no dia 31 de dezembro. Álvaro apoiou a candidatura de Paulinho.

“Secretariado, nós não pensamos. A transição vai acontecer e vai acontecer de uma forma muito tranquila, já que nós tivemos o apoio do prefeito. Vamos sentar com nossa vice, Joanna, para que a gente possa fazer essa transição muito bem feita, para que a gente possa conhecer bem os números da prefeitura e eu tenho que terminar o meu mandato. Joanna deverá ficar à frente dessa transição para que a gente possa, quando assumir, já ter todos os números à nossa disposição e a gente possa planejar bem a nossa gestão”, disse Paulinho.

domingo, 27 de outubro de 2024

FOTOS: Confira imagens da festa da vitória de Paulinho Freire

 27/10/2024 19h47

Fotos: Alberto Bandeira

Apoiadores, lideranças e a população festejam a vitória de Paulinho Freire na noite deste domingo (27), em Natal. Nas imagens, registradas na Praça Cívica, no bairro de Petrópolis, é possível ver a multidão que acompanha o prefeito eleito e sua vice, Joanna Guerra.

O deputado federal Paulinho Freire (União Brasil) foi eleito o prefeito da capital potiguar com 222.661 votos do eleitorado natalense, o que corresponde a 55,34% dos votos dos votos válidos.

Bruno Cunha Lima vence Jhony Bezerra e é reeleito prefeito de Campina Grande

 


Bruno Cunha Lima (União Brasil) venceu o segundo turno das Eleições 2024 e foi reeleito prefeito de Campina Grande. A vitória foi confirmada matematicamente pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 17h48 deste domingo (27), durante os 91% de apuração das urnas.

Bruno, que tem 33 anos, venceu o ex-secretário de Saúde do Estado, Jhony Bezerra (PSB). Às 17h48, ele registrada 57,96% dos votos contra 42,04% de Drº Jhony.

[ELEIÇÕES 2024] Evandro Leitão (PT) é eleito prefeito de Fortaleza