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sexta-feira, 14 de agosto de 2020

14/ago/2020 Curva de mortes por Covid-19 está em alta em 7 Estados e em queda no RN

 Poder360 compilou a média móvel de mortes pela covid-19 em 7 dias em todas as unidades da Federação. Esse indicador ameniza eventuais variações circunstanciais nos números.

O Brasil contabiliza 3.222.876 de casos confirmados e 105.463 mortes em decorrência da doença causada pelo novo coronavírus. Os dados foram atualizados nesta 5ª feira (13.ago.2020) pelo Ministério da Saúde.

Na média dos últimos 14 dias, o RN vai com uma queda de 18,8% no número de óbitos.

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Mariana Rocha e Heloísa Guimarães estreiam segunda-feira o “Bora RN”

 


Está confirmada para esta segunda-feira, dia 17, a partir das 12h30, a estreia do mais novo programa de telejornalismo da televisão potiguar – o “Bora RN”, noticiário que entra em cena na tela BAND NATAL, sob o comando das jornalistas Mariana Rocha e Heloísa Guimarães, que deixaram recentemente a global Intertv Cabugi para fazer na emissora concorrente um jornalismo moderno, versátil e leve, que mostrará aos telespectadores o lado bom das notícias.

“Será um jornalismo light, com uma linha editorial mais voltada para a família. O “Bora RN” se propõe a sair desse modelo de jornalismo que algumas emissoras praticam na hora do almoço, com muito sangue, delegacia, Covid-19, hospital, penitenciárias, entre outros temas. Não será nada disso. A gente quer fazer um programa para família na hora do almoço, com notícias de economia, política, entrevistas, participação de correspondentes no interior do estado, quadros versáteis e dinâmicos. O que for pesado deixa que a concorrência mostra”, explicou o executivo Carlo Basto, diretor-geral da BAND NATAL.

A chegada de Mariana Rocha e Heloísa Guimarães, que deixaram uma lacuna no telejornalismo da Intertv Cabugi, vem fortalecer ainda mais o quadro de profissionais da BAND NATAL, emissora que tem a maior grade de programação local do estado.

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Projeto da Câmara Municipal de Natal torna oximetria obrigatória no protocolo de triagem da Covid-19

 

Reprodução

A Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final da Câmara Municipal de Natal aprovou, em reunião virtual nesta segunda-feira (10), um projeto de lei que insere o exame de oximetria de pulso no protocolo de triagem de todos os pacientes atendidos nos hospitais, clínicas médicas e postos de atendimento de saúde públicos e privados do município enquanto durar a pandemia ocasionada pelo novo coronavírus. Além deste, outros projetos foram apreciados, inclusive designados para relatoria.

Conforme o autor da matéria, vereador Sueldo Medeiros (PROS), toda rede de saúde utilizará a oximetria em larga escala, para identificação de pacientes infectados pela Covid-19. Segundo ele, o exame mede o nível de oxigênio no sangue; uma saturação abaixo do normal, que é de 95% a 100%, pode ser um indicador da doença, ainda que o indivíduo não tenha dificuldade de respirar.

Na sequência, os parlamentares acataram uma proposição do vereador Felipe Alves (PDT), que assegura à pessoa com deficiência o direito a acompanhante ou atendente pessoal para entrada em estabelecimentos comerciais em geral na capital potiguar. A iniciativa deverá ser observada nos dispositivos legais referentes ao ingresso individual nas lojas durante o período da pandemia.

Também recebeu parecer favorável texto encaminhado pelo vereador Preto Aquino (PSD), que obriga a instalação de tapetes higienizadores em repartições públicas e espaços comerciais da cidade como estratégia para reforçar o enfrentamento e o controle do novo coronavírus. Com a ferramenta sanitizante, as pessoas poderão higienizar seus calçados  antes de entrar em qualquer loja ou órgão público garantindo mais proteção para a população.

Ao final da reunião, que contou com a participação da vereadora Nina Souza (PDT), presidente da comissão, e os vereadores Luiz Almir (PSDB), Sueldo Medeiros, Preto Aquino, Kleber Fernandes (PSDB) e Fúlvio Saulo (Solidariedade), foi aprovado projeto do vereador Ériko Jácome (MDB) que institui o dia 31 de março como Dia Municipal em Memória às Vítimas do Covid-19.

COVID-19: Desfile de 7 de setembro é cancelado no RN

 

Divulgação
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Gabinete Civil e da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, em razão da pandemia do novo coronavírus, irá cancelar os eventos envolvendo a Semana da Pátria 2020.
O tradicional desfile de 7 de setembro, que ocorre no entorno da Praça Cívica de Natal, assim como as demais atividades culturais relacionadas à data de emancipação do Brasil, não acontecerão no estado para evitar aglomerações de público e  não aumentar o risco de contaminação da doença.
Na última semana, o Ministério da Defesa determinou que os comandantes da Marinha, Exército e Força Aérea Brasileira não participem de quaisquer eventos comemorativos relativos ao 198º Aniversário da Proclamação da Independência do Brasil, como desfiles, paradas, demonstrações ou outros que possam causar concentração de pessoas.
“Considerando a situação de pandemia não faremos os eventos da Semana da Pátria no Rio Grande do Norte. Isso será em todo Brasil para evitar as aglomerações de público. Precisamos manter o distanciamento social para diminuir a disseminação do coronavírus”, explicou o secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves.

Chuva de meteoros atinge a Terra nesta semana; saiba como assistir

 

Ilustrativa

Terra será agraciada por uma chuva de meteoros intensa nesta semana. Chamada de Perseidas, a chuva ficará ainda mais forte entre as madrugadas dos dias 12 e 13 de agosto no hemisfério Sul. Isso acontece porque, às vezes, o nosso planeta passa pela cauda de um cometa. Neste caso, do Swift-Tuttle.

Mas de onde vêm esses meteoros? Segundo a Nasa, em termos de direção no céu, a resposta é a constelação de Perseus. “É por isso que a chuva de meteoros é conhecida como Perseidas”, explica a agência espacial em uma publicação em seu blog oficial.

Como assistir à chuva de meteoros?

Quem está no hemisfério vai ter mais sorte do que os brasileiros, por exemplo. Isso porque, neste ano, a Lua estará na fase minguante gibosa, quando o satélite começa a perder a iluminação, mas ainda tem luz o suficiente para atrapalhar a chuva de meteoros — uma vez que ambos estarão visíveis ao mesmo tempo e a Lua pode acabar (literalmente) minguando a vista da chuva de meteoros.

Por aqui, será possível observar cerca de 15 meteoros por hora, enquanto no norte da Terra será possível ver de 45 até 90 e o ápice da chuva será amanhã, no dia 11.

Apesar disso, a Nasa afirma que “a Perseidas é rica em meteoros brilhantes e bolas de fogo, então ainda valerá a pena sair bem cedo de manhã para ver alguns dos fogos de artifício da natureza”.

Exame

Novo grupo recebe até R$ 1.045 do FGTS emergencial nesta segunda; confira

 

Foto: Reprodução

Caixa Econômica Federal libera nesta segunda-feira (10) o crédito dos novos saques do FGTS para os trabalhadores nascidos em julho. Os pagamentos serão feitos em poupança social digital da Caixa e, em um primeiro momento, os recursos estarão disponíveis apenas para pagamentos e compras por meio de cartão de débito virtual. Nesta etapa, poderão ser pagos até R$ 3,3 bilhões.

O saque em espécie ou transferências, também dos aniversariantes de julho, estão liberados a partir de 17 de outubro. A liberação dos créditos para os nascidos em janeiro começou em 29 de junho, e os saques para esse grupo começaram em 25 de julho.

G1

domingo, 9 de agosto de 2020

Nascidos em fevereiro podem sacar até R$ 1.045 do fundo de garantia

 


A Caixa Econômica Federal libera o saque emergencial do FGTS para os nascidos em fevereiro.

O dinheiro pode ser sacado terminais de autoatendimento e casas lotéricas, utilizando o código gerado no aplicativo Caixa Tem. Há também a opção de realizar uma transferência bancária dos recursos, sem custo.

Até então, o valor poderia ser movimentado pelo aplicativo, usando para o pagamento de contas, boletos e compras. A Caixa determinou duas datas para cada mês de aniversário para evitar aglomerações nas agências bancárias.

O valor máximo do saque é de R$ 1.045. Caso o beneficiário tenha usado parte do dinheiro pelo aplicativo, poderá sacar o restante.

Brasil dividido: 48% querem tirar Bolsonaro e 47% o preferem no cargo

 

Foto: Sergio Lima/Poder 360

Pesquisa PoderData mostra que 48% dos brasileiros acham que o presidente Jair Bolsonaro deve deixar o comando do país. O percentual se manteve estável em relação ao último levantamento, feito de 20 a 22 de julho. Passou de 48% para 47% em duas semanas.

O apoio para que Bolsonaro fique no cargo, no entanto, cresceu no período. Foi de 43% para 47%. De acordo com o PoderData, 32% aprovam o presidente e 41% o rejeitam.

Entre os que acham o presidente deve continuar no Planalto, 97% o avaliam seu trabalho como “ótimo” ou “bom”. Os que avaliam como seu desempenho como “ruim ou péssimo” são só 6%.

Já entre os que acham que Bolsonaro deve deixar o governo, 92% rejeitam sua gestão. Só 2% aprovam o trabalho do presidente.

A alta de 4 pontos percentuais da taxa de percepção de que Bolsonaro deve permanecer no governo vem no mesmo momento em que o presidente passou a evitar atritos com a mídia, adversários e integrantes dos outros Poderes da República.

A pesquisa foi realizada de 20 a 22 de julho de 2020 pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 560 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Conheça mais sobre a metodologia lendo este texto.

Estratificação

O PoderData também mostra a percepção dos entrevistados por sexo, idade, escolaridade, região e renda.

Os que mais defendem que Bolsonaro deixe o governo são:

Mulheres: 57%;

Pessoas 60 anos ou mais: 55%;

Pessoas com ensino superior: 56%;

Moradores do Norte: 56%;

Quem recebe mais de 10 salários mínimos: 65%.

A permanência de Bolsonaro no Planalto é mais defendida por:

Homens: 59%;

Pessoas de 16 a 24 anos e de 25 a 44 anos: 50% cada;

Pessoas com ensino médio: 54%;

Moradores do Sul: 57%;

Desempregados e sem renda fixa: 54%.

Poder 360

LIVES ELEITORAIS: Partidos querem liberação de “livemícios” em campanha eleitoral na pandemia

 Mais de uma década depois da minirreforma eleitoral que vetou a realização de showmícios, a possibilidade de artistas se apresentarem em prol de candidatos voltou à pauta dos partidos.

No entanto, como a campanha deste ano acontecerá em meio à pandemia do novo coronavírus, a discussão agora se concentra na viabilidade legal da transmissão online, sem público, de shows em prol das campanhas.

O formato tem sido chamado de live eleitoral ou “livemício”.

Defensores da ideia têm afirmado que “livemícios” não remunerados não podem ser enquadrados na lei de 2006, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que proibiu os showmícios.

Outros advogados eleitorais, porém, discordam e entendem que a lei atual não permite a prática.

Segundo a legislação, é proibida “a realização de showmício e de evento assemelhado para promoção de candidatos, bem como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral”.

Na última semana, a produtora Paula Lavigne disparou na sua lista de transmissão no WhatsApp uma mensagem em que questionava “se é legal ou não fazer livemício”. “A lei não fala nada do digital”, acrescentou.

Lavigne, esposa de Caetano Veloso, pretende fazer eventos em apoio à chapa que deve disputar as eleições em São Paulo pelo PSOL, com Guilherme Boulos à frente e a deputada Luiza Erundina como vice.

Artistas como Caetano e Chico Buarque assinaram recentemente um manifesto em defesa da candidatura de Boulos. “A ideia era fazer um livemício para Boulos e Erundina no dia 25 de setembro, mas estamos esperando, porque nenhum advogado, de partido nenhum, sabe responder [se é possível]”, disse a produtora à Folha.

Para sanar a dúvida, o PSOL protocolou uma consulta no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na última quarta-feira (5) questionando se é possível fazer apresentações não remuneradas durante a campanha. Ela foi distribuída ao ministro Luis Felipe Salomão, que ainda não se manifestou.

“Nos períodos ‘normais’ se poderia concluir, não sem alguma controvérsia constitucional, estar vigendo a proibição de showmícios e eventos assemelhados não remunerados”, diz o pedido do partido.

A legenda diz que, apesar disso, as características das eleições de 2020 gerariam dúvidas sobre as restrições “da proibição da participação não remunerada e espontânea dos artistas no pleito”.

“Uma live ou webinar dos candidatos com a participação de artistas não se caracteriza como showmícios ou, sequer, como um evento assemelhado: ambiente é virtual e é mais restrito ou menos ampla a participação, somente participando quem de modo espontâneo acessa o site ou plataforma digital”, diz.

No fim, o PSOL questiona ao ministro se a lei eleitoral “permite realização de apresentação dos candidatos aos eleitores juntamente com atores, cantores e outros artistas através de shows (lives eleitorais) não remunerados e realizados em plataforma digital”.

Apesar de o questionamento da legenda ser específico sobre “livemícios” não remunerados, a possibilidade de shows virtuais pagos também tem sido apresentada por políticos.

No início de julho, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) tentou por meio legislativo a liberação dos “livemícios”, mas o projeto ainda não andou na Câmara.

Frota pede que seja autorizada, apenas neste ano, a contratação de artistas para apresentações em plataformas virtuais em apoio aos candidatos. O valor máximo que uma campanha poderia gastar com as lives, segundo o projeto, seria R$ 20 mil.

O deputado justifica que a medida ajudaria na “recuperação financeira de artistas que estão sem trabalho desde o início da pandemia no país”.

Consultados pela reportagem, três advogados eleitorais avaliam que a lei atual não permite livemícios específicos em apoio a campanhas.

Marilda Silveira, integrante do Ibrade (Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral), diz que apesar de não haver decisão do TSE a respeito do tema, o texto da lei parece “bastante claro”. “Os livemícios, portanto, até aqui, não são permitidos.”

A constitucionalista Vera Chemim afirma que na fase de campanha “artistas não poderão fazer qualquer tipo de showmício”.

No período pré-eleitoral, porém, entende que é possível a realização de eventos virtuais que mencionem pré-candidatos ou exaltem suas qualidades desde que “atendam à proibição de pedir ou comprar votos e não desrespeitem outros pretensos pré-candidatos”.

Para o advogado Delmiro Campos, que foi juiz do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de Pernambuco e integra a Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), existe “uma linha muito tênue” sobre o assunto.

“Eu entendo que é possível equiparar lives de pré-candidatos com apresentação de artistas a um showmício virtual”, diz.

No entanto, Campos aponta que se um artista mencionar de forma espontânea um pré-candidato em uma live, não vê irregularidade, assim como entende que é possível um pré-candidato músico se apresentar ao público.

Fora os “livemícios”, há proposta no Congresso e questionamento no STF (Supremo Tribunal Federal) com o objetivo de liberar a possibilidade de showmícios —ao vivo, com público— em eleições.

No começo de julho, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) apresentou um projeto de lei que libere apresentações de artistas em eventos eleitorais. Ele defende, no entanto, um limite de 20% dos gastos da campanha de cada candidato com showmícios.

Assim como Frota, também afirma que o gasto máximo com os artistas deve ser de R$ 20 mil por candidato.

Em 2018, PSB, PSOL e PT ajuizaram no Supremo uma ação contra a regra eleitoral que proíbe showmícios, sob o argumento de que ela é inconstitucional.

A proposta vai na mesma linha do que o PSOL propôs neste ano com os “livemícios”: defende que shows em apoio aos candidatos possam acontecer se forem não remunerados. A ação está sob a relatoria do ministro Luiz Fux, mas ainda não há decisão sobre o assunto.

FolhaPress

Moro lamenta 100 mil mortes pelo coronavírus e jornalista retruca: “hipócrita”

 

Foto: reprodução

O jornalista Kennedy Alencar fez críticas ao ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro no dia em que o Brasil atingiu a triste marca de 100 mortos pela pandemia do novo coronavírus. Moro foi ao Twitter lamentar o fato e referir-se de forma indireta ao presidente Jair Bolsonaro usando a hashtag #CemMilEdaí.

Kennedy então aproveitou a postagem de Moro para fazer críticas. Chamou o ex-ministro de “hipócrita” e disse ainda que Moro “fala agora como se não tivesse nenhuma responsabilidade pela tragédia”.

A palavra ‘hipócrita’ foi parar nos assuntos mais comentados no Twitter, com cerca de 27 mil menções, devido a repercussão da crítica.