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domingo, 9 de agosto de 2020

Corrupção na pandemia: contratos sob suspeita somam R$ 1,4 bilhão

 

Foto: reprodução/FGV

O decreto de calamidade pública do governo federal, que agilizou para os administradores do Executivo a compra de equipamentos e insumos para o combate à covid-19, permitiu também mais facilidades aos grupos mal intencionados espalhados pelo país.

Segundo levantamento do R7, governos estaduais e municipais de 26 das 27 unidades da federação foram responsáveis por fazer os órgãos de investigação trabalhar pesado nessa pandemia.

Só se salvou o Estado do Espírito Santo, que mesmo assim viu carros de polícia em suas cidades para cumprir mandados contra empresas e pessoas denunciadas por supostos crimes ocorridos longe dali: a compra de testes superfaturados no Distrito Federal e a aquisição de medicamentos em Cabo Frio (RJ).

Pelo menos 39 negociações, que somam R$ 1.429.214.047,65, foram consideradas suspeitas e levaram à abertura de processos na Justiça ou operações policiais com mandados de prisão, busca e apreensão.

Oito Estados tiveram problema ao adquirir respiradores, quase sempre a preços bem mais altos do que os praticados antes da crise sanitária.

É o caso de São Paulo, no qual o governador João Doria (PSDB) procurou no mercado os respiradores essenciais aos doentes graves de covid-19 e só foi encontrá-los na China. Encomendou 3 mil por R$ 550 milhões, sem licitação, aproveitando, como fizeram todos os administradores públicos no Brasil, a vantagem da MP aprovada pelo Congresso Nacional durante a pandemia.

Os cerca de R$ 180 mil por aparelho chinês se explicariam pela lei da oferta e da procura, essa foi a resposta do governo estadual, mas sabendo que o preço médio praticado nos últimos meses tem ficado entre R$ 40 mil e R$ 90 mil, o Ministério Público de São Paulo e o Tribunal de Contas local decidiram averiguar o negócio.

E aqui cabe uma explicação sobre a forma como a reportagem juntou todas as informações.

Também há em São Paulo, de acordo com denúncia do deputado estadual Carlos Gianazzi (Psol), o superfaturamento em 2020 nas compras de insumos médicos e aventais. Na comparação com 2019, a Secretaria Estadual de Saúde teria gastado R$ 63,64 milhões a mais nessas duas negociações.

É muito, mesmo considerando o efeito inflacionário do novo coronavírus. Como o Ministério Público de Contas abriu investigação para apurar apenas a venda de aventais, e não se tem notícia de que há um inquérito em relação aos insumos, só os primeiros entram na lista do R7: de acordo com o órgão, houve sobrepreço de aproximadamente R$ 4,6 milhões, em um contrato de R$ 14,1 milhões.

Essa denúncia sobre os aventais não é a mesma que deu origem à operação Nudus de quinta-feira (6), da Polícia Federal, na capital paulista. Nesta, a acusação é contra a Prefeitura de São Paulo, que teria fechado com empresas sem experiência ou capacidade técnica para confecção das roupas hospitalares. As duas contratações, realizadas sem licitação, passaram dos R$ 11 milhões.

Dados descentralizados

Como os processos correm em segredo de Justiça, a busca por dados sobre as operações se deu nas páginas oficiais da Controladoria Geral da União, Ministérios Públicos federal e estaduais, Polícia Federal, polícias civis e tribunais de contas dos Estados.

Notícias de sites, jornais e tvs, principalmente das mídias regionais, serviram para localizar processos e ações policiais.

Ou também para buscar explicações dos investigadores que não foram divulgadas nos portais oficiais. Nessa busca foi possível saber, por exemplo, que, do valor de 1,4 bilhão de todos os contratos com indícios de fraude, cerca de R$ 80 milhões (R$ 79.051.100) são considerados dinheiro público jogado fora por culpa da corrupção ou da má gestão.

Dados do Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia da Covid-19 (Giac), da Procuradoria-Geral da República, mostram que desde março foram registrados no Ministério Público Federal 5.655 processos judiciais que têm alguma relação com a doença. Destes, 1778 são de natureza criminal.

Com 2.125 processos entre os 5.655, São Paulo é a unidade que lidera essa estatística negativa.

Loja de vinho, livros e lava jato

Há muitos pontos em comum nas histórias. Sobrepreços, produtos de má qualidade e empresas laranjas contratadas de última hora em um aparente oportunismo de sanguessugas do dinheiro público.

No Amazonas, por exemplo, uma loja de vinhos foi eleita a melhor opção para fornecer 28 ventiladores pulmonares à população.

A Prefeitura de Aroeiras (PB) é investigada porque teria gastado R$ 50 mil na compra de livros didáticos para orientar a população sobre os riscos de infecção do coronavírus. Mas todo o material estava disponível gratuitamente no site do Ministério da Saúde e as escolas públicas, um dos destinos do material, estavam, como todas do Brasil, fechadas.

A administração municipal de Aroeiras falou que esse projeto já foi cancelado e o dinheiro não saiu dos cofres, mas como a denúncia foi feita, entrou na nossa conta.

Nem sempre são transações milionárias ou fraudes claras. Muitas investigações são abertas para os gestores esclarecerem detalhes que, numa visão otimista, esqueceram-se de apontar nos documentos oficiais, como pesquisa de preços, capacidade e qualidade dos fornecedores e necessidade dos produtos.

Por dificuldades assim o Ministério Público de Contas de Alagoas pediu mais informações a nove cidades do Estado, incluindo a capital, Maceió. Vinte licitações, com valor total de R$ 1 milhão, estão na mira do órgão.

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná decidiu checar atos de 56 municípios, com ações que iam desde compra dispendiosas demais de produtos de saúde a contratações que não tinham relação com o combate ao coronavírus, mas foram feitas usando as facilidades da MP, o que é contra a lei.

Em seu site, o TCE-PR cita um contrato estranho firmado por um município paranaense de 30 mil habitantes aproximadamente — não diz o nome. A Prefeitura gastou R$ 800 mil na lavagem da frota de veículos oficial, gastando R$ 90 por automóvel, bem mais que o dobro do preço médio praticado em grandes cidades.

Em Minas Gerais, o município de Mendes Pimentel pagou R$ 15.170 por uma impressora. Qual o crime? O produto poderia ser adquirido por valor inferior em concorrentes da empresa escolhida, que, segundo a Polícia Civil local, tinha contatos próximos com a prefeitura.

Teve saco de lixo vendido a peso de ouro em Rondonópolis, Mato Grosso, e máscara 814% mais cara no Amapá.

Governadores na Mira

Três governadores são citados diretamente nas supostas fraudes: no Pará, Helder Barbalho (MDB), No Rio, Wilson Witzel (PSC), e, em Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL).

Barbalho autorizou a chegada ao Pará de 400 respiradores pelo valor de R$ 50,4 milhões. Desse total, metade do pagamento foi feito de forma antecipada à empresa SKN do Brasil.

O primeiro lote de aparelhos demorou a chegar, mas nem precisava ter se dado a esse trabalho. Os respiradores eram de um modelo diferente do contratado e não serviam para o tratamento da covid-19.

Todos foram devolvidos e o governo afirmou, em nota, que os cofres foram ressarcidos e a empresa, processada.

No Rio, a suspeita levantada pela Polícia Civil, com ajuda dos MPs estadual e federal, era de um esquema montado entre integrantes do governo e a organização social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Atenção à Saúde) para desviar recursos públicos destinados à instalação de sete hospitais de campanha.

O Iabas deveria receber de forma antecipada pouco mais de R$ 8 milhões, mas antes do início das obras, já haviam sido depositados pelo governo quase R$ 70 milhões ao instituto. No total, recebeu R$ 256 milhões antes do cancelamento do contrato de R$ 836 milhões, interrompido após as operações.

Em Santa Catarina, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) investiga a compra emergencial de 200 respiradores, com o pagamento antecipado de R$ 33 milhões (R$ 165 mil a unidade).

O governador Carlos Moisés passou a ser investigado com a divulgação de que no final de março pagou R$ 70 pelos mesmos produtos, mas de outra empresa.

R7

Não fosse uma postagem de Sergio Moro governo federal não teria dado um pio sobre 100 mortes por covid

 Não fosse uma postagem do ex-juiz e ex-ministro Sergio Moro, o governo federal não teria dado um pio sobre a marca de 100 mil mortes por covid em todo o Brasil.

E sabe por quê?

Porque a doença sempre foi vista como ‘gripezinha’, ‘e daí?’ para quem pensa o contrário, afinal de contas, todo mundo vai se contaminar, como quem se molha em uma chuva, e tem mesmo que ‘tocar a vida’ pois ninguém é coveiro….

Pois bem.

Moro fez a postagem e a secretaria de comunicação, subordinada ao ministro potiguar Fábio Faria, respondeu a Moro.

Em nenhum momento lamentou as 100 mil mortes por covid.

Disse que todas as vidas importam, misturando covid a outras doenças.

Banalizou.

Generalizou.

E apenas respondeu a Moro.

Depois da postagem de Moro, a comunicação do governo se pronunciou.

Em meio a um texto longo da pasta da comunicação, Bolsonaro retuitou um trecho…

Retuitou parte de um texto que foi jogado nas redes sociais como um revide ao ex-juiz-ministro da Justiça.

Repetindo: se não fosse Sergio Moro, o governo federal teria ignorado total que o país registrou neste sábado, 100 mil vidas perdidas.

Aí muita gente que acha normal 100 pessoas morrerem por um mesmo motivo em menos de 5 meses querem mesmo é saber: “por que a imprensa não divulga quantos foram curados?”.

Divulga.

Mas o paciente curado não exige mais providências do setor público né?

Já o número de mortes…

Governadora Fátima lamenta 100 mil mortes por covid no Brasil e chama atenção para os protocolos de segurança no RN

 Da governadora Fátima Bezerra sobre os 100 mil mortos por covid no Brasil:

sábado, 8 de agosto de 2020

Fátima reúne prefeitos do Seridó e Oeste para discutir medidas que possam reduzir a transmissibilidade de coronavírus nos municípios

 A governadora Fátima Bezerra informou nesta sexta-feira que o trabalho de prevenção e as medidas assertivas tomadas pelo Estado durante a pandemia podem ter baixado a taxa de ocupação de leitos para menos de 60%.

Mas ressaltou que em alguns municípios do Oeste e Seridó ainda se encontram em situação preocupante porque taxa de transmissibilidade permanece elevada.

“Tomamos medidas de reforço para estes municípios e para os municípios litorâneos”, afirmou Fátima, que nesta quinta-feira reuniu prefeitos do Seridó e para esta sexta agendou conversa com os prefeitos do Oeste.

“A reunião ontem foi muito positiva, com participação dos especialistas da UFRN e da UERN. Colocamos mais uma vez as forças de segurança do Estado à disposição para atuar em parceria com os municípios como forma de intensificar ações para cumprimento das medidas de distanciamento físico, uso da máscara, higienização e não aglomeração”, avaliou.

“Percebi os gestores dos municípios muito unidos. Vários deles me confirmaram que vão endurecer medidas para conter o crescimento da transmissibilidade. Nosso objetivo é parceria para ações integradas, que são formas de proteger a vida das pessoas”.

Governadora anuncia instalação de novos leitos em hospitais do interior

 Na entrevista coletiva desta sexta-feira, a governadora Fátima Bezerra anunciou, dentro do Plano de Expansão de Novos Leitos, a instalação de mais 12 vagas no Hospital Regional de Currais Novos, sendo 5 de UTIs e 7 clínicos.

Os leitos estarão à disposição do hospital a partir da segunda-feira, 10.

Em Assu, no Hospital Regional, serão mais 22 leitos, sendo 10 de UTIs e 12 clínicos, que estarão instalados até o dia 17.

O investimento é de mais de R$ 500 mil na reforma do Hospital de Assu para receber as UTIs.

Mais três novos leitos de UTI entraram em funcionamento nesta sexta-feira em Apodi e mais 2 estarão prontos na próxima semana.

Em Macau, o Governo firmou parceria com a prefeitura para instalar 15 novos leitos, sendo 5 de UTIs e 10 clínicos, no Hospital Municipal Antônio Ferraz.

Esta parceria contempla ainda o repasse mensal pelas administrações estadual e federal de R$ 270 mil.

Em Macau, o Governo aguarda apenas a conclusão da reforma do prédio pela prefeitura para instalar os novos leitos.

Cinco monitores cardíacos e 20 bombas de infusão já foram entregues pelo Governo do Estado à prefeitura da cidade.

Em São Gonçalo do Amarante a parceria com a prefeitura vai permitir a instalação de mais 20 novos leitos, sendo 4 de UTIs e 16 clínicos.

Para São Gonçalo o repasse mensal pelo Governo será de mais de R$ 1,5 milhão.

“No dia em que o Rio Grande do Norte celebra 519 anos, renovamos nossa fé, nossa crença, e, mais do que nunca, com trabalho e união, estamos construindo dias melhores para o nosso povo”, disse a governadora.

Foto Elisa Elsie

Fátima Bezerra anuncia 10 leitos de UTI para Assu e enaltece a luta do Deputado George

 


Neste sábado, 08, durante a entrevista do deputado estadual George Soares no programa Discussão Aberta da rádio 89 FM, a governadora Fátima Bezerra confirmou a instalação de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Regional de Assu. A gestora estadual programou a data de inauguração da sonhada UTI de Assu para o próximo dia 17 de agosto. O investimento do governo estadual nessa ação foi de mais de meio milhão de reais, além dos 10 leitos de UTI, ainda serão instalados mais 12 leitos clínicos de semi-UTI.

Fátima ainda afirmou que durante muito tempo, os últimos governantes fecharam os olhos para esse grande benefício a saúde dos assuenses, mas um fator, além dos esforços do governo, foi crucial para a vinda desta UTI: a luta do deputado George Soares.

“Enalteço aqui a luta do deputado George Soares, o deputado de Assu, que tinha mesmo que lutar por essa UTI e o fez com muita competência e seriedade. Fez o papel dele como representante do povo do Vale do Açu e quero reconhecer que esse pleito foi uma bandeira de seu mandato, sempre lembrando nosso governo da importância dessa UTI. Um sonho do povo de Assu que agora está se tornando real. Parabéns ao povo de Assu por escolher um representante tão eficiente como é o nosso líder George Soares,” declarou a governadora nas ondas de rádio.

Da Assessoria de Comunicação

Auxílio emergencial pode ir até o final do ano

 


Que o presidente Jair Bolsonaro já encampou o personagem de candidato à reeleição está cada vez mais claro. Agora, além de criar o Renda Brasil – em substituição ao Bolsa Família – para ter um programa social para chamar de seu, o presidente autorizou e ficou animado com a possibilidade de extensão do auxílio emergencial até o fim do ano.

De acordo com um ministro palaciano, a ideia foi vista de forma positiva e está de fato sendo estudada. A avaliação é de que há um potencial político importantíssimo que o presidente pode angariar com a extensão do benefício.

Da mesma forma que deu aval para que Paulo Guedes tentar convencer o congresso da necessidade da “nova CPMF”, o presidente quer agora que o ministro da Economia encontre meios de tornar a medida uma espécie de política de governo.

UOL

RN Chega Junto atenderá populações carentes com investimentos de mais de R$ 8 milhões até dezembro

 

A governadora Fátima Bezerra assinou na tarde desta terça-feira (04), em videoconferência transmitida de seu gabinete na Governadoria, o Decreto Nº 29.889 que institui o  Programa Estadual Emergencial de Assistência Social – RN Chega Junto, para o qual estão sendo investidos recursos na ordem de R$ 8,850 milhões voltados para a proteção socioassistencial de povos e comunidades tradicionais, população em situação de rua, refugiados, apátridas e migrantes, pescadores artesanais, idosos, comunidade LGBTQIs e mulheres em situação de violência.

“A pandemia está escancarando as desigualdades sociais existentes no nosso país. Cobro de mim mesma, cobro no nosso governo o desempenho de ações que venham minimizar esse sofrimento. Por isso, mesmo enfrentando essa realidade de colapso e a despeito de todas as dificuldades, estamos fazendo o nosso papel”, argumentou Fátima, reafirmando o compromisso de sua gestão com a justiça social.

O RN Chega Junto é uma ação complementar, um plano do Governo do Estado a ser executado pela Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas), que consiste em seis ações com foco no enfrentamento aos impactos da Covid-19. 

Motoboy humilhado em SP ganha 1,4 milhão de seguidores, moto nova e vaquinha chega a R$ 112 mil

 

Foto: reprodução

O motoboy Matheus Pires Barbosa que foi humilhado por um homem num condomínio em Valinhos, São Paulo, tem recebnido grande apoio nas redes sociais. Desde que o vídeo em que aparece sofrendo racismo viralizou nas redes, o entregador de 19 anos, já acumula mais de 1,4 milhão de pessoas no Instagram. Uma vaquinha online criada para ajudar o profissional autônomo também já conseguiu arrecadar mais de R$ 112 mil.

O entregador também foi presenteado pelo humorista Matheus Ceará, do SBT, que se comoveu com a história, e deu uma motocicleta nova para o rapaz.

“Essa ajuda vai me ajudar bastante. Minha moto estava ferrada no mecânico. E, como eu estou recebendo ajuda de todos os lugares, vou doar a minha para outra pessoa”, disse o rapaz nos stories do Matheus Ceará: “Tudo isso já mudou a minha vida. Mas a gente fica achando que as coisas acontecem longe da gente, mas o racismo e o preconceito está perto da gente. No meu caso se não tivesse ninguém gravando, talvez seria mais um caso que ninguém saberia de nada”.

O caso aconteceu n 31 de julho. Mas o vídeo com ofensas racistas ao entregador de aplicativo viralizou nas redes sociais nesta sexta-feira. Nas imagens, um homem branco, contabilista, de 31 anos, morador de um condomínio de casas no bairro Chácara Silvânia, chama o trabalhador de “lixo”, diz que ele é semi-analfabeto, não tem onde morar e pergunta várias vezes quanto ele ganha por mês. Além de afirmar que o rapaz tem inveja dele e de seus vizinhos por suas posses, ele diz “você tem inveja disso aqui”, apontando para a própria pele, de cor branca.

Extra

 

Governo do Estado divulga plano que amplia retorno de servidores ao trabalho presencial a partir de 17 de agosto

 


As atividades presenciais nos órgãos da administração direta e indireta do Governo do Rio Grande do Norte serão ampliadas de forma gradual nas próximas semanas. O Plano de Ampliação da Jornada de Trabalho Presencial do Poder Executivo Estadual foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (8).

O documento estabelece os protocolos e o cronograma de retorno às repartições de servidores e empregados públicos, bolsistas e estagiários. Os servidores comissionados, por sua vez, já voltaram ao trabalho presencial desde o dia 03 de agosto, conforme determinou o decreto nº 29.886,  publicado no dia primeiro de agosto.

Além dos critérios de essencialidade dos serviços, o Plano estabelece que servidores com idade igual ou superior a 60 anos e/ou com comorbidades não deverão retornar às atividades presenciais, permanecendo em regime de teletrabalho. Os servidores e demais colaboradores que residirem com pessoas do grupo de risco também não deverão retornar.

Estima-se que mais de 16 mil servidores públicos estaduais das áreas administrativas voltarão à jornada de trabalho presencial. O retorno também está condicionado à observação de alguns indicadores como a taxa de ocupação dos leitos abaixo de 80%; a taxa de transmissão R(t) abaixo de 2,0; a redução diária do número de óbitos; e a redução de casos confirmados diariamente.